sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A ALMA QUE PECAR. ESSA MORRERÁ

 

Ez.18.1-22

Introdução: A Lei Moral da colheita segundo a semeadura se aplica às coletividades (às nações), mas também aos indivíduos. O presente capitulo é paralelo a Ez.12.21-28, sendo que os dois respondem por um proverbio do povo, que negava a iminência do julgamento de YAHWEH.

 I A RESPONSABILIDADE É INDIVIDUAL

1-Não há fatalismo (Ez.18.2)

Pontos-chave para estudo de Ezequiel 18:2:

1.      O Provérbio Popular: Deus questiona o provérbio que sugeria que os filhos sofriam as consequências dos pecados dos pais, uma ideia que gerava desespero e injustiça percebida.

2.      Fim da Culpa Hereditária: O versículo estabelece a verdade de que a alma que pecar morrerá, e o filho não levará a maldade do pai, nem o pai a maldade do filho.

3.      Responsabilidade Individual: A mensagem central é que cada pessoa é responsável por suas próprias escolhas e ações, sendo julgada por elas (justiça ou iniquidade).

4.      Chamado à Conversão: Em resposta a essa verdade, Deus convida o povo a se converter de suas transgressões para viver, um convite para criar um coração e um espírito novos, o que é uma dádiva de Deus.

5.      Justiça e Vida: O justo permanece justo, e o ímpio, se se arrepender, pode viver; se o justo se desviar, morrerá por seus próprios pecados, mostrando que a vida depende das ações pessoais. 

 

2- As características do justo (Ez.18.5)

Contexto e Significado

1.      Refutação do Provérbio Popular: Deus, por meio do profeta Ezequiel, confronta um provérbio comum em Israel na época: "Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos é que se embotaram".

2.      Esse ditado popular sugeria que os filhos estavam sofrendo as consequências dos pecados de seus pais e avós, levando a um sentimento de fatalismo e vitimização.

3.      Declaração de Deus: Em Ezequiel 18:3, Deus jura pela Sua própria vida que esse provérbio não será mais usado em Israel.

4.      Isso estabelece o princípio divino de justiça individual.

5.      Responsabilidade Pessoal: O ponto central do capítulo, e do versículo 3, é que a "alma que pecar, essa morrerá".

6.      Cada indivíduo dará conta de si mesmo a Deus.

7.      A justiça do justo permanecerá sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele mesmo.

8.      Livre Arbítrio e Conversão: A passagem não nega que as ações dos pais possam influenciar o ambiente e as circunstâncias dos filhos, mas enfatiza que cada pessoa tem a liberdade de escolher seu próprio caminho e se arrepender.

9.      Deus convida todos à conversão e à vida, pois não tem prazer na morte de ninguém. 

10.    Em suma, o estudo de Ezequiel 18:3 Destaca a justiça de Deus e a necessidade de arrependimento e responsabilidade pessoal pelas próprias ações e escolhas espirituais.

 3-Responsabilidade e prestação de contas (Ez.18.9)

1.      O versículo de Ezequiel 18:9 Enfatiza que a justiça individual e a obediência aos mandamentos de Deus levam à vida.

2.       A mensagem central do capítulo é a responsabilidade pessoal perante Deus, refutando a ideia de punição coletiva ou hereditária pelos pecados dos antepassados. 

3.      Estudo sobre Ezequiel 18:9-O texto exato do versículo, segundo algumas traduções, é: "Obedece aos meus mandamentos e guarda cuidadosamente as minhas leis.

4.      Esse homem é correto e viverá — diz o SENHOR Deus". 

5.      Aqui estão os Pontos-chave para estudos bíblicos sobre este versículo: Responsabilidade Individual: O capítulo 18 de Ezequiel confronta um provérbio popular em Israel que dizia: "Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram".

6.      Deus, através de Ezequiel, refuta essa ideia, estabelecendo que cada pessoa é responsável por suas próprias ações e escolhas.

7.      Ações e Consequências Pessoais: O versículo 9 destaca que a justiça do justo permanecerá sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele mesmo.

8.      As pessoas colhem o fruto de suas próprias ações e escolhas, e não podem culpar outros por suas falhas.

9.      Caminho para a Vida: A obediência aos mandamentos e a guarda das leis de Deus são apresentadas como o caminho para a vida.

10.    Aquele que age com retidão, descrita em versículos anteriores e seguintes, "viverá".

11.    Arrependimento e Conversão: Embora o versículo 9 foque na vida do justo, o contexto maior do capítulo oferece esperança ao ímpio, indicando que Deus não tem prazer na morte de ninguém, mas deseja que o perverso se converta dos seus caminhos e viva.

12.     A decisão de se arrepender e buscar um coração novo é pessoal. 

13.    Em resumo, Ezequiel 18:9-Ensina que a vida com Deus é resultado de uma escolha e obediência pessoais, e cada indivíduo dará contas de si mesmo a Ele.

 

II ARREPENDIMENTO MUDA DESTINOS

1-A porta está aberta (Ez.18.21)

1.      Pontos Chave para Estudo: Arrependimento Genuíno: Não é apenas um sentimento, mas uma virada completa, abandonando todos os pecados.

2.      Obediência e Justiça: O arrependimento se prova ao guardar os mandamentos e praticar o que é reto e justo.

3.      Perdão Divino: Deus não se lembra dos pecados antigos do que se arrepende, oferecendo uma nova oportunidade.

4.      Responsabilidade Individual: Cada pessoa é responsável por suas escolhas, não sendo condenada pelos pecados dos pais, mas sim pelas suas próprias.

5.      Deus Não Deseja a Morte: O versículo (e o contexto de Ez.18) ressalta que Deus prefere que o ímpio se converta e viva, não que morra. 

6.      Como Estudar Ezequiel 18:21: Leia o Capítulo Completo (Ezequiel 18): Entenda o contexto da responsabilidade individual versus a ideia de que os filhos pagariam pelos pecados dos pais, o que Deus rejeita.

7.      Analise o Contraste: Observe os versículos 21-23 (o ímpio que se arrepende) e 24-28 (o justo que se desvia), mostrando que a retidão ou a maldade determinam o destino, conforme as escolhas individuais.

8.      Em resumo, Ezequiel 18:21 É uma poderosa mensagem de graça e transformação, convidando à fé, ao arrependimento e a uma vida de justiça, com a certeza do perdão de Deus e a promessa de vida. 

 

2-O perigo da apostasia (Ez.18.24)

1.      O versículo Ezequiel 18:24 (NAA) ensina que a salvação é individual e condicional à perseverança na justiça.

2.      Se um indivíduo que viveu de forma justa se desviar intencionalmente desse caminho para cometer pecados, suas ações anteriores de justiça serão esquecidas, e ele morrerá por causa de seus pecados. 

3.      Pontos Chave para Estudos Bíblicos sobre Ezequiel 18:24: Responsabilidade Individual: O capítulo 18 de Ezequiel refuta a ideia de punição coletiva ou de que os filhos sofrem pelos pecados dos pais (um provérbio comum na época).

4.      Cada pessoa é responsável por suas próprias escolhas e ações perante Deus.

5.      Consequências do Pecado: O versículo deixa claro que a consequência do pecado é a morte, um princípio já estabelecido em outros versículos do capítulo, como Ezequiel 18:20 (NTLH) ("A alma que pecar é que morre").

6.      Justiça Esquecida: Um ponto crucial é que os atos de justiça praticados anteriormente não "contam" mais quando a pessoa escolhe um caminho de pecado contínuo e sem arrependimento.

7.      Isso enfatiza a necessidade de uma vida de fidelidade e obediência constantes.

8.      Arrependimento e Conversão: Em contraste, o contexto mais amplo do capítulo (versículos 21-23 e 25-32) oferece esperança: se um ímpio se arrepender e buscar a justiça, ele viverá.

9.      Da mesma forma, o versículo 24 serve como um alerta severo para que o justo não se desvie, e se o fizer, o arrependimento é o único caminho para a vida.

10.    Justiça de Deus: A mensagem de Ezequiel 18:24-30 confronta a reclamação do povo de que os caminhos de Deus eram injustos.

11.     A verdade é que os caminhos do povo, ao tentar culpar os outros por seus próprios pecados, é que eram injustos.

12.     Deus julgará cada um de acordo com suas próprias ações e escolhas. 

13.    Este versículo e o capítulo como um todo enfatizam a seriedade da responsabilidade pessoal e a possibilidade de mudança de vida (conversão ou desvio) ao longo da existência.

 3-A justiça divina (Ez.18.29)

1.      O Contexto: O povo de Israel estava no exílio e usava um provérbio que dizia: "Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram".

2.      Isso indicava que eles acreditavam estar sendo punidos pelos pecados de seus antepassados, e não pelos seus próprios atos.

3.      A Repreensão de Deus: Deus, através de Ezequiel, esclarece que cada pessoa é responsável por suas próprias ações e escolhas. Ele não transfere a culpa ou a punição de uma pessoa para outra.

4.      A Injustiça Atribuída a Deus: Quando o povo diz: "O caminho do Senhor não é reto", eles estão acusando Deus de ser injusto em Seus julgamentos.

5.      Eles sentiam que o castigo que estavam recebendo era desproporcional ou imerecido, baseado na ideia de punição coletiva ou hereditária.

6.      A Verdadeira Justiça: O capítulo inteiro, do qual o versículo 29 é a culminação da queixa do povo, enfatiza a justiça e a retidão de Deus.

7.      Deus mostra que Seu caminho é reto e justo, pois Ele lida com cada indivíduo com base em sua própria conduta (se o justo se desviar, morrerá; se o ímpio se arrepender, viverá).

8.      O Apelo ao Arrependimento: A mensagem final de Deus é um convite ao arrependimento individual e à transformação do coração. Deus não tem prazer na morte do perverso, mas deseja que ele se converta e viva. 

9.      Portanto, o estudo de Ezequiel 18:29- Gira em torno da soberania e justiça de Deus versus a responsabilidade individual do ser humano.

10.    A acusação do povo é refutada pelo caráter de Deus, que oferece vida àqueles que abandonam seus maus caminhos e buscam uma vida justa. 

 III DEUS ANSEIA SALVAR, NÃO CONDENAR

1-Deus julga (Ez.18.30)

1.      Fim do "castigo hereditário": Deus rejeita a ideia de que os filhos sofreriam pelos pecados dos pais (Ez.18:2-4), declarando que cada um é responsável por si mesmo (Ez.18:20).

2.      Julgamento pelas obras: Deus julgará cada um conforme seus caminhos (Ez.18:30).

3.      Chamado ao arrependimento: A passagem exorta Israel a se arrepender de todas as suas transgressões para que o pecado não os leve à ruína (Ez.18:30-31).

4.      Criação de um novo coração: O arrependimento envolve abandonar o mal e criar um "coração novo e um espírito novo" (Ez.18:31).

5.      Deus não quer a morte: A motivação para o arrependimento é que Deus não se compraz na morte do ímpio, mas deseja que ele viva (Ez.18:32).

6.      Liberdade de escolha: Embora a família influencie, a decisão de seguir o bem ou o mal é do indivíduo, que tem o arbítrio para escolher (Ez.18:31). 

 2-Deus não deseja a morte do ímpio (Ez.18.32a)

1.      Ezequiel 18:32a ("Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus") é uma das declarações mais profundas sobre o caráter de Deus no Antigo Testamento, destacando Sua misericórdia, o desejo pela vida do pecador e a responsabilidade individual. 

2.      Aqui está um esboço de estudos bíblicos focado nesta passagem: O Contexto de Ezequiel 18.

3.      O Problema (v. 1-4): Os exilados em Babilônia murmuravam usando o ditado "Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram".

4.      Eles se sentiam vítimas, culpando os pecados dos antepassados pelo exílio atual, eximindo-se de responsabilidade.

5.      A Resposta de Deus: Deus declara que "a alma que pecar, essa morrerá" (Ezequiel 18:20).

6.       O capítulo estabelece a responsabilidade individual: cada um presta contas de suas próprias escolhas.

7.      A "Morte" em questão: Refere-se não apenas à morte física, mas à separação de Deus, o exílio e o julgamento devido ao pecado (a ruína). 

 3-Convertei-vos e vivei (Ez.18.32b)

1.      A Aplicação: “Convertei-vos, pois, e vivei” (32b). 

2.      O Chamado ao Arrependimento: Deus não quer apenas poupar da morte; Ele quer dar vida. Ele convida o ímpio a se desviar de seus caminhos (arrepender-se).

3.      Coração e Espírito Novos (v. 31): O arrependimento não é apenas um ato externo, mas uma transformação interna, um convite para "fazer um coração novo e um espírito novo".

4.      Livre Arbítrio: A mensagem de Ezequiel 18 deixa claro que o ser humano tem poder para escolher entre o pecado (morte) e o arrependimento (vida). Deus chama, mas a decisão final é do indivíduo. 

5.      Conexão com o Novo Testamento:2 Pedro 3:9: Confirma que Deus não deseja "que nenhum pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento".

6.      A Obra de Cristo: Jesus cumpre esse desejo de Deus, oferecendo o "novo coração" através do Evangelho, permitindo que o pecador viva. 

 Pr. Capl.  Carlos Borges (CABB)

sábado, 7 de fevereiro de 2026

NOÉ, DANIEL E JÓ NÃO SUBSTITUEM VOCÊ

 


Ez.14.1-29

Introdução: Cada pessoa precisa arrepender-se e voltar -se para Deus, e permanecer em obediência moral a Ele, senão seria objeto da ira do Senhor Deus. Não devemos viver na superficialidade da vida cristã, cumprindo apenas alguns quesitos para cauterizar a nossa mente, achando que já somos salvos, e não precisamos mais nos preocupar.

 I NOÉ E A CORRUPÇÃO GERAL

1- O Juízo da fome (Ez.14.13)

Interpretação de Ezequiel 14:13

1.      O versículo 13 (em muitas traduções) é um dos que introduz a descrição dos "quatro juízos severos" que Deus enviaria sobre a terra como punição: fome, animais selvagens, espada e doença (peste).

2.      A passagem destaca a seriedade do pecado de Israel e a justiça inabalável de Deus em seu julgamento. 

3.      Idolatria como Raiz: O ponto principal é que a idolatria (colocar qualquer coisa ou pessoa acima de Deus) é a raiz de todos os pecados e afasta o coração do Senhor.

4.      Consequências Individuais e Nacionais: O julgamento viria sobre toda a nação, mas o texto também enfatiza a responsabilidade e a salvação individuais (mencionando Noé, Daniel e Jó como exemplos de justiça que salvariam apenas a si mesmos, não a nação inteira).

5.      Apelo ao Arrependimento: Apesar da certeza do julgamento, o capítulo termina com um apelo dramático ao arrependimento, mostrando que o propósito final de Deus em permitir o sofrimento é levar o povo à conversão e a um relacionamento restaurado com Ele. 

6.      Em resumo, Ezequiel 14:13 sublinha a gravidade da desobediência e da idolatria e a justiça dos castigos divinos, que visam, em última instância, chamar o povo de volta para Deus. 

 2-Noè andava com Deus (Gn.6.9)

1.      Estudos sobre Gênesis 6:9 Focam em Noé como um homem justo, íntegro e que andava com Deus.

2.      Contrastando com a corrupção da sua geração, que levou ao Dilúvio por causa da violência e maldade, e destacam o papel de Noé como um modelo de fé.

3.      Obediência e liderança espiritual para sua família, enfatizando a responsabilidade de guiar os seus ao Senhor em tempos de apostasia, um paralelo com o chamado para a Nova Aliança em Cristo. 

Principais Pontos de Estudo:

1.      A Justiça de Noé:

·        Noé é descrito como "justo" (tzaddik) e "íntegro" (tamim) em hebraico, significando reto e sem defeito moral, um em contraste com o mundo perverso.

·        Ele "andava com Deus", indicando um relacionamento íntimo e uma vida de comunhão e obediência.

2.      Contexto do Pecado:

·        A geração de Noé estava corrompida pela violência (ha'mas) e degeneração, com a terra cheia de maldade, segundo o texto bíblico.

·        Havia uma união ilícita entre "filhos de Deus" e "filhas dos homens", um afastamento dos caminhos divinos.

3.      Noé como Sacerdote e Pai:

·        Ele é visto como um sacerdote que mantinha o culto e oferecia sacrifícios, preservando a fé.

·        Tinha o dever de liderar sua família (esposa, filhos e noras) para a salvação na arca, um paralelo com o papel do pai de família cristão.

4.      O Propósito de Deus:

·        O Dilúvio foi um julgamento pela extrema corrupção e violência, mostrando a seriedade do pecado.

·        Deus iniciou um novo começo, começando com Noé e sua família, que representam a continuidade da aliança e da humanidade.

5.      Aplicação Contemporânea:

·        Noé serve como um exemplo de fidelidade, obediência e perseverança em um mundo caído, encorajando os crentes a buscar uma vida de oração e a conduzir suas famílias ao Senhor. 

 3-A limitação de Noé (Ez.14.14)

1.      Ezequiel 14:14 ensina a individualidade da salvação e justiça, afirmando que mesmo figuras justas como Noé, Daniel e Jó só poderiam salvar a si mesmos em meio a um julgamento divino severo.

2.       Destacando que a retidão familiar ou nacional não garante a salvação de outros, mas que cada um deve buscar sua própria justiça perante Deus, mesmo diante de idolatria e desobediência generalizada. 

Contexto do Capítulo

·        Idolatria: O capítulo aborda a persistente idolatria de Israel e a falsa esperança de que sua religiosidade ou laços familiares os salvariam do julgamento iminente de Deus.

·        Deus não se deixa enganar: Deus alerta que não atenderá aqueles que têm ídolos (metafóricos ou literais) em seus corações, mesmo que consultem o profeta.

·        Os Quatro Castigos: O capítulo descreve os juízos de Deus: fome, feras, espada e peste, que viriam sobre a nação. 

 II DANIEL E AS FERAS

1-Juízo das ferras (Ez.14.15)

1.      Ezequiel 14:15 faz parte de uma passagem crucial sobre o julgamento divino, onde Deus declara que mesmo figuras justas como Noé, Jó e Daniel não poderiam salvar a nação de Israel de animais selvagens devastadores.

2.      Se estes estivessem no meio do povo; a lição central é que a justiça individual é pessoal e a desolação sobre Israel seria severa, destacando a importância da justiça própria e a impossibilidade de intercessão salvar os que persistem na idolatria, com o foco mudando para a responsabilidade pessoal diante de Deus e a rejeição da idolatria

3.      Ezequiel 14:15 faz parte de uma passagem crucial sobre o julgamento divino, onde Deus declara que mesmo figuras justas como Noé, Jó e Daniel não poderiam salvar a nação de Israel de animais selvagens devastadores.

4.      Se estes estivessem no meio do povo; a lição central é que a justiça individual é pessoal e a desolação sobre Israel seria severa, destacando a importância da justiça própria e a impossibilidade de intercessão salvar os que persistem na idolatria, com o foco mudando para a responsabilidade pessoal diante de Deus e a rejeição da idolatria. . 

 2-Daniel na cova dos leões (Dn.6.16)

1.      O versículo de Daniel 6:16, que culmina no lançamento do profeta na cova dos leões, destaca a fidelidade inabalável de Daniel a Deus e a soberania de Deus em livrar Seus servos.

2.      O ponto central do versículo é a declaração do rei Dario: "O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que Ele te livre". 

3-A limitações de Daniel (Ez.14.18)

1.      O versículo Ezequiel 14:18 aborda a responsabilidade individual perante Deus e a profundidade do Seu julgamento, destacando que mesmo a presença de pessoas justas não salvaria os ímpios ao seu redor. 

2.      Análise do Versículo 14:18:O versículo em questão diz (em algumas traduções): "Ainda que esses três homens estivessem no meio dela, como eu vivo, diz o Senhor Deus, eles não livrariam nem filhos nem filhas; só a si mesmos livrariam pela sua justiça"

3.      Os "três homens": Deus menciona Noé, Daniel e Jó como exemplos de justiça excepcional. Eles eram reconhecidos por sua retidão em suas respectivas gerações.

4.      Responsabilidade individual: A mensagem central é que a justiça de uma pessoa não pode ser transferida para outra.

5.       No momento do julgamento divino, cada indivíduo é responsável por suas próprias ações e escolhas.

6.      A salvação é individual e não por procuração ou parentesco com pessoas de fé.

7.      Severidade do julgamento: O versículo enfatiza a seriedade da ira de Deus contra a idolatria e o pecado.

8.       O julgamento seria tão abrangente e merecido que nem mesmo a intercessão dos homens mais justos da história poderia salvar a nação coletivamente, ou mesmo os familiares não arrependidos desses justos. 

 III JÓ E O SOFRIMENTO HUMANO

1-O Juízo da peste e do sangue (Ez.14.19)

1.      O versículo Ezequiel 14:19 faz parte de uma passagem (Ezequiel 14:12-23) que enfatiza a justiça de Deus em seus juízos e o princípio da responsabilidade individual perante o pecado e a idolatria. 

2.      Juízo Divino: A peste é listada como uma das punições justas de Deus, assim como a fome, as bestas feras e a espada, aplicadas a uma nação que persistiu em sua infidelidade e abominações.

3.      Irreversibilidade do Castigo: O versículo, junto aos que o seguem (até o 20), ilustra que, uma vez que a ira de Deus foi acumulada pela contínua desobediência e rejeição ao arrependimento, o juízo viria de forma decisiva.

4.      Responsabilidade Individual (Contexto Amplo): O ponto central da discussão maior (v. 14, 20) é que, mesmo que homens justos como Noé, Daniel e Jó estivessem presentes, eles só poderiam salvar a si mesmos por sua retidão pessoal e não à nação inteira.

5.      O versículo 19, ao falar do extermínio de homens e animais, mostra a extensão do castigo que viria sobre a terra pecadora. 

2-Jó é fiel na dor (Jó 1.21)

Estudos sobre Jó 1:21 focam na soberania de Deus, a fé inabalável e a gratidão em meio ao sofrimento, destacando que Jó reconheceu Deus como doador e retirador de todas as coisas, louvando Seu nome mesmo na perda total, o que serve de exemplo de confiança na providência divina, independentemente das circunstâncias, ensinando que a verdadeira adoração transcende sentimentos e bens materiais. 

Principais Temas e Interpretações:

·        Soberania de Deus: Jó reconhece que Deus está no controle absoluto de tudo, tendo dado e tirado.

·        Nada acontece sem o consentimento divino, e Deus tem um propósito maior, mesmo no sofrimento.

·        Fé e Confiança: A atitude de Jó é um testemunho de fé verdadeira, pois ele não culpou a Deus.

·        Ensina-se a ter fé mesmo quando Deus parece ausente, confiando em Sua bondade e planos maiores.

·        Gratidão e Adoração:  A resposta de Jó ("Louvado seja o nome do Senhor") é um ato de adoração e gratidão, não por causa das perdas, mas por causa de quem Deus é.

·        É um chamado para louvar a Deus em todas as circunstâncias, não apenas nas boas.

·        Deus no Controle (Mesmo no Sofrimento): Satanás só pôde agir dentro dos limites permitidos por Deus, que nunca permitiu mais do que Jó podia suportar.

·        Deus é visto como o "cachorro na coleira de Deus" (citação atribuída a Lutero), que, embora cruel, está sob o controle divino.

·        Permanência e Propósito: O versículo mostra que, embora tenhamos vindo ao mundo sem nada e para lá retornaremos, o testemunho de fé é o que permanece.

·        O sofrimento de Jó, ao invés de afastá-lo, o aproximou de Deus, revelando Sua restauração e grandeza. 

 3-A limitação de Jó (Jó.14.20)

1.      O versículo Ezequiel 14:20-Enfatiza a justiça individual e a responsabilidade pessoal diante de Deus, num contexto de condenação à idolatria e iminente julgamento de Israel.

2.      A mensagem principal é que a retidão de uma pessoa não pode salvar outra do juízo divino. 

3.      Justiça Individual: A salvação é uma questão pessoal entre o indivíduo e Deus.

4.      Ninguém pode ser salvo pela justiça de um parente, amigo ou líder espiritual, por mais justo que este seja.

 Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)

sábado, 31 de janeiro de 2026

A PROFECIA VERDADEIRA E AS FALSAS PROFECIAS

 

A PROFECIA VERDADEIRA E AS FALSAS PROFECIAS

Ez.12.21-28

Introdução: Uma das razões por que o povo não se dispunha a crer nas advertências proféticas era a persuasão e intensidade dos “falsos profetas” que continuavam a manipula-los com “coisas agradáveis” (Is.30.10), em vez de lhes contar a verdade intragável.

 I A PROFECIA VERDADEIRA

1-O fim do provérbio da demora (Ez.12.22)

1.      Contexto e Significado: O Provérbio: O povo de Israel estava zombando das profecias de Ezequiel, acreditando que as visões eram para um futuro distante e que nada aconteceria.

2.      A Resposta de Deus: "Assim diz o SENHOR Deus: Farei cessar esse provérbio, e já não se servirão dele em Israel". Deus decreta o fim dessa zombaria e da falsa esperança.

3.      A Urgência: "Os dias estão próximos e o cumprimento de toda profecia". O tempo do juízo chegou, e não haverá mais visões falsas ou adivinhações enganosas.

4.      A Infalibilidade de Deus: "Eu, o SENHOR, falarei, e a palavra que eu falar se cumprirá e não será retardada". Deus reafirma Sua soberania e a certeza do cumprimento de Sua palavra.

5.      O Povo Rebelde: Essa atitude de incredulidade era um sinal da dureza de coração de Israel, que rejeitava a mensagem de Deus mesmo em meio ao exílio. 

6.      Pontos-chave para Estudo :Rejeição da Palavra de Deus: O versículo expõe a resistência do povo à verdade, preferindo a esperança falsa à dura realidade.

7.      O Fim da Impunidade: Deus estava anunciando que o atraso percebido estava acabando; o juízo viria e seria cumprido.

8.      A Missão do Profeta: Ezequiel foi chamado a ser um sinal, um exemplo vivo da vinda do cativeiro, mesmo quando o povo não acreditava.

9.      Aplicação: O estudo deste texto nos lembra de não duvidar das promessas ou avisos de Deus, pois Sua palavra sempre se cumpre, e devemos ter um senso de urgência e esperança. 

10.   Em resumo, Ezequiel 12:22 é uma repreensão divina à incredulidade de Israel, um anúncio da iminência do juízo e uma reafirmação da infalibilidade da palavra de Deus, indicando que o tempo das "profecias que não se cumprem" acabou. 

 

2- A profecia verdadeira se cumpre (Ez.12.25)

1.      Contexto do Versículo -O Provérbio do Povo: Os israelitas acreditavam em um provérbio: "Os dias passam, e todas as visões dão em nada" (Ezequiel 12:22). Eles consideravam as palavras de Ezequiel como distantes e irrelevantes.

2.      A Resposta de Deus: Deus declara que esse provérbio acabaria e que Ele falaria Sua palavra, e ela seria cumprida sem mais atrasos, ainda naquela geração rebelde (Ezequiel 12:23-28). 

3.      Temas Principais Soberania de Deus: O versículo exalta o poder e a autoridade de Deus, mostrando que Ele está no controle da história e que Sua Palavra não pode ser frustrada.

4.      Cumprimento Iminente: A profecia enfatiza a urgência: o julgamento viria "em vossos dias", na vida daquela geração, e não em um futuro remoto.

5.      Fim das Falsas Profecias: Ezequiel combatia os falsos profetas que lisonjeavam o povo com visões de paz, confirmando que a mensagem de Deus, mesmo sendo de juízo, se concretizaria.

6.      "Casa Rebelde": A expressão se refere aos israelitas, conhecidos por sua obstinação e desobediência, para quem a mensagem de Deus era um alerta severo. 

7.      Significado para Hoje (Aplicações):Confiança na Palavra de Deus: Assim como o povo de Israel, hoje enfrentamos tentações de duvidar da Palavra de Deus, mas Ezequiel 12:25 nos lembra que o que Ele diz, Ele cumpre.

8.      Chamado ao Arrependimento: A iminência do cumprimento divino serve como um chamado para nos arrependermos e voltarmos a Deus, pois o tempo é curto.

9.      O Poder do Reino de Deus: O Reino de Deus não é apenas de palavras, mas de poder, e Suas promessas e juízos se realizarão. 

 3-A profecia se cumpre no tempo certo (Ez.12.28)

1.      Pontos Chave do Estudo -Contexto: O capítulo 12 de Ezequiel lida com profecias contra Israel, que resistia à mensagem de julgamento iminente, usando gestos simbólicos (como Ezequiel empacotar para o exílio) para mostrar o destino de Jerusalém.

2.      O Provérbio Cético: O versículo 22 introduz um ditado popular em Israel: "Os dias passam, e todas as visões dão em nada", indicando que o povo não acreditava nas advertências de Deus.

3.      A Resposta de Deus (v. 28):Fim do Provérbio: Deus declara que esse provérbio acabará e não será mais repetido em Israel.

4.      Certeza do Cumprimento: "Nenhuma das minhas palavras será adiada por mais tempo! A palavra que eu disser se cumprirá".

5.      Soberania Divina: A mensagem é que Deus é soberano, e Suas Palavras são verdadeiras e se cumprirão em Seu tempo perfeito, sem atrasos ou obstáculos.

6.      Aplicação para Nós: O versículo serve como um lembrete para não duvidar ou adiar a fé, mas confiar que Deus cumprirá Suas promessas e, se necessário, Sua disciplina, mesmo que pareça demorar.

7.      Caráter de Deus: Reforça o caráter de Deus como fiel, justo e poderoso para realizar o que Ele fala, sendo um contraste com a rebeldia e a incredulidade humana. 

8.      Em resumo, Ezequiel 12:28 é uma poderosa afirmação da fidelidade de Deus e da inevitabilidade de Sua Palavra, encorajando a fé e a obediência em meio à desobediência e ceticismo. 

 

II OS FALSOS PROFETAS

1-Substituem a Palavra divina pela humana (Ez.13.3)

Os Pontos-chave do estudo sobre Ezequiel 13:3 incluem:

1.      A Causa da Condenação: Deus pronuncia "Ai dos profetas insensatos" porque eles seguiam o seu "próprio espírito" e "nada viram" (ou seja, não tiveram visões ou revelações divinas reais).

2.      Eles inventavam as suas próprias profecias.

3.      A Natureza da Falsa Profecia: As mensagens desses profetas eram produto da "vaidade" e "adivinhação mentirosa", e não dá vontade de Deus.

4.       Eles diziam: "Assim diz o Senhor DEUS", quando, na verdade, o Senhor não os havia enviado.

5.      O Engano ao Povo: Esses falsos profetas enganavam o povo com mensagens de falsa esperança e paz, prometendo que a nação não seria punida, contradizendo a verdadeira palavra de Deus sobre o juízo iminente devido aos pecados do povo.

6.      Consequências: A mão do Senhor era contra esses falsos profetas por causa de suas mentiras e visões falsas. Eles seriam julgados e não fariam parte da congregação do povo de Deus. 

7.      Em essência: o versículo destaca a importância vital do discernimento espiritual e da fidelidade à verdadeira fonte da mensagem profética (Deus), alertando contra líderes religiosos que usam a sua posição para promover as suas próprias agendas ou o que o povo quer ouvir, em vez da verdade de Deus. 

 2-Enganam com falsas promessas (Ez.13.10)

1.      Análise e Contexto de Ezequiel 13:10:Falsos Profetas: O versículo, junto com o capítulo, critica profetas (homens e mulheres) que falam por si mesmos ou por sua própria imaginação, não por Deus, prometendo prosperidade e paz quando o povo estava em pecado e sob julgamento.

2.      "Paz, Paz" e o Muro Frágil: A imagem central é a de um muro sendo "rebocado" com cal (impermeabilizado e reforçado falsamente) para parecer seguro, quando na verdade está prestes a desabar.

3.      Eles enganam o povo com mensagens de falsa segurança, em vez de apontar as brechas espirituais.

4.      O Pecado: Eles não consertaram as brechas da nação, não fortaleceram o povo contra o julgamento, e sim o iludiram com visões vãs e adivinhações, entristecendo o justo e fortalecendo o ímpio.

5.      Consequência Divina: Deus declara que a mão Dele será contra esses profetas, que não entrarão no conselho do povo, não serão registrados em Israel, e serão destruídos junto com o muro que eles tentaram sustentar. 

6.      Implicações e Aplicações: Engano Espiritual: O texto serve como um alerta contra líderes religiosos que distorcem a Palavra de Deus para agradar as massas ou para benefício próprio, oferecendo conforto em vez de verdade.

7.      Busca pela Verdade: A mensagem destaca a necessidade de buscar a verdade em Deus e nas Escrituras, resistindo a mensagens sedutoras que prometem facilidade sem arrependimento ou transformação.

8.      Juízo: A "chuva torrencial" e os "ventos violentos" (v. 11) representam o juízo de Deus que virá sobre aqueles que se recusam a ver e a obedecer à Sua palavra, conforme o Instituto Humanitas Unisinos. 

 3-Devem ser rejeitadas (Ez.13.15)

1.      A "parede" e a "argamassa não temperada": A imagem central do capítulo é a de falsos profetas que constroem um muro frágil (falsas profecias e promessas de paz) e o cobrem com cal ou argamassa fraca ("argamassa não temperada" ou "reboque frouxo"), que não é durável.

2.       Isso simboliza mensagens superficiais que ofereciam uma falsa segurança ao povo, fazendo-os acreditar que o julgamento de Deus não viria.

3.      O "furor" de Deus: Deus expressa sua indignação contra essa obra enganosa. Ele promete enviar um "vento violento", "chuva de pedra" e "aguaceiro torrencial" (versículos 11-13) para derrubar esse muro frágil.

4.      "Já não há parede, nem existem os que a cobriram": Este é o cerne do versículo 15. Significa que o julgamento de Deus será completo.

5.      A falsa segurança prometida pelos profetas será exposta e destruída, e os próprios profetas (aqueles que "cobriram" a parede) também sofrerão o juízo divino, perdendo sua influência e credibilidade. 

6.      Contexto e Significado Espiritual: O capítulo 13 de Ezequiel é um alerta atemporal sobre a importância do discernimento espiritual. 

7.      Falsas Esperanças: Os falsos profetas profetizavam o que o povo queria ouvir, e não a verdade que exigia arrependimento. Eles diziam "Paz, paz", quando não havia paz (Ezequiel 13:16).

8.      Consequências do Engano: A mensagem de Ezequiel mostra que o engano tem consequências graves, levando o povo a um falso senso de segurança que, no fim, resulta em desapontamento e destruição quando o juízo real chega.

9.      Discernimento: O estudo de Ezequiel 13:15 incentiva os crentes a examinarem a fonte de qualquer mensagem espiritual, comparando-a com a Palavra de Deus para discernir se ela vem de Deus ou da imaginação humana. 

10.    Em resumo, Ezequiel 13:15 é uma declaração do julgamento inevitável de Deus sobre a hipocrisia e as mentiras dos falsos líderes religiosos, cujas promessas vazias ruiriam diante da verdade e da justiça divina. 

 III AS FALSAS PROFETIZAS

1-Encantamentoe superstições (Ez.13.18)

1.      Falsas Profecias: Essas mulheres não recebiam mensagens de Deus, mas profetizavam a partir de suas próprias imaginações e visões mentirosas, dizendo "Assim diz o Senhor" quando Deus não havia falado.

2.      Práticas Mágicas/Enganosas: O versículo 18 menciona especificamente o uso de "almofadas para todas as axilas" e "véus para as cabeças de pessoas de toda a estatura".

3.      Almofadas/Pulseiras: Eram usadas como amuletos ou para a prática de feitiços e benzeduras, simbolizando a tentativa de obter controle ou poder sobre a vida de outras pessoas, "caçando almas".

4.      Véus: Podiam ser usados em rituais de adivinhação ou para criar um ar de mistério e autoridade espiritual, enganando o povo e fazendo-o acreditar em suas mentiras.

5.      Motivação Financeira: As profetisas profanavam o nome de Deus em troca de coisas materiais ("por punhados de cevada e por pedaços de pão"), mentindo para o povo que, por sua vez, estava disposto a ouvir mentiras.

6.      Elas prometiam paz e vida àqueles que deveriam ser julgados, e desanimavam os justos, enfraquecendo a verdadeira mensagem de Deus. 

 2-Profecia como fonte de lucro (Ez.13.19)

1.      Profanação do nome de Deus: As falsas profetisas usavam o nome do Senhor para validar suas próprias invenções e práticas pagãs, manchando assim a santidade de Deus entre o Seu povo.

2.      Motivação materialista: Elas realizavam seus "encantamentos mágicos" e adivinhações por "punhados de cevada e pedaços de pão", ou seja, em troca de bens materiais e sustento. Isso demonstrava que não estavam interessadas na saúde espiritual do povo, mas sim no seu próprio estilo de vida luxuoso.

3.      Manipulação e engano: Elas "matavam as almas que não haviam de morrer" e "guardavam em vida as almas que não haviam de viver" com suas mentiras.

4.      Isso significa que elas desanimavam e condenavam injustamente os justos que seguiam a verdade de Deus e, ao mesmo tempo, davam falsas esperanças de paz e prosperidade aos perversos que continuavam em seus pecados.

5.      Falta de discernimento do povo: O versículo termina destacando a cumplicidade do povo, que "escutava mentiras".

6.      A população preferia as mensagens sedutoras de conforto e prosperidade, em vez de dar ouvidos às advertências dos verdadeiros profetas, como Ezequiel. 

 3-As falsas profecias são desmascaradas (Ez.13.21)

1.      Significado de Ezequiel 13:21:"Rasgar os véus/lenços": Simboliza a remoção das ilusões, das enganações e das práticas místicas dos falsos profetas, que escravizavam o povo com suas mentiras.

2.      "Livrar o meu povo das vossas mãos": É um ato de libertação divina. Deus intervém para resgatar Seu povo da manipulação e exploração desses enganadores.

3.      "Nunca mais estará ao vosso alcance para ser caçado": Indica o fim da influência destrutiva dos falsos profetas sobre os fiéis.

4.      "E sabereis que eu sou o Senhor": A libertação do povo e o julgamento dos falsos profetas servem para revelar a verdadeira identidade, poder e santidade de Deus. 

Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)