Ez.14.1-29
Introdução: Cada pessoa
precisa arrepender-se e voltar -se para Deus, e permanecer em obediência moral
a Ele, senão seria objeto da ira do Senhor Deus. Não devemos viver na superficialidade
da vida cristã, cumprindo apenas alguns quesitos para cauterizar a nossa mente,
achando que já somos salvos, e não precisamos mais nos preocupar.
1- O Juízo da fome
(Ez.14.13)
Interpretação de Ezequiel
14:13
1. O
versículo 13 (em muitas traduções) é um dos que introduz a descrição dos
"quatro juízos severos" que Deus enviaria sobre a terra como punição:
fome, animais selvagens, espada e doença (peste).
2. A
passagem destaca a seriedade do pecado de Israel e a justiça inabalável de Deus
em seu julgamento.
3. Idolatria
como Raiz: O ponto principal é que a idolatria (colocar qualquer coisa
ou pessoa acima de Deus) é a raiz de todos os pecados e afasta o coração do
Senhor.
4. Consequências
Individuais e Nacionais: O julgamento viria sobre toda a nação, mas o
texto também enfatiza a responsabilidade e a salvação individuais (mencionando
Noé, Daniel e Jó como exemplos de justiça que salvariam apenas a si mesmos, não
a nação inteira).
5. Apelo
ao Arrependimento: Apesar da certeza do julgamento, o capítulo termina
com um apelo dramático ao arrependimento, mostrando que o propósito final de
Deus em permitir o sofrimento é levar o povo à conversão e a um relacionamento
restaurado com Ele.
6. Em
resumo, Ezequiel 14:13 sublinha a gravidade da desobediência e da
idolatria e a justiça dos castigos divinos, que visam, em última
instância, chamar o povo de volta para Deus.
1. Estudos
sobre Gênesis 6:9 Focam em Noé como um homem justo, íntegro e que
andava com Deus.
2. Contrastando
com a corrupção da sua geração, que levou ao Dilúvio por causa da violência e
maldade, e destacam o papel de Noé como um modelo de fé.
3. Obediência
e liderança espiritual para sua família, enfatizando a responsabilidade de
guiar os seus ao Senhor em tempos de apostasia, um paralelo com o chamado para
a Nova Aliança em Cristo.
Principais Pontos de
Estudo:
1.
A Justiça de Noé:
·
Noé é descrito como "justo" (tzaddik)
e "íntegro" (tamim) em hebraico, significando reto e sem defeito
moral, um em contraste com o mundo perverso.
·
Ele "andava com Deus", indicando um
relacionamento íntimo e uma vida de comunhão e obediência.
2.
Contexto do Pecado:
·
A geração de Noé estava corrompida pela
violência (ha'mas) e degeneração, com a terra cheia de maldade, segundo o texto bíblico.
·
Havia uma união ilícita entre "filhos de
Deus" e "filhas dos homens", um afastamento dos
caminhos divinos.
3.
Noé como Sacerdote e Pai:
·
Ele é visto como um sacerdote que mantinha o
culto e oferecia sacrifícios, preservando a fé.
·
Tinha o dever de liderar sua família (esposa,
filhos e noras) para a salvação na arca, um paralelo com o papel do pai de
família cristão.
4.
O Propósito de Deus:
·
O Dilúvio foi um julgamento pela extrema
corrupção e violência, mostrando a seriedade do pecado.
·
Deus iniciou um novo começo, começando com Noé e
sua família, que representam a continuidade da aliança e da humanidade.
5.
Aplicação Contemporânea:
·
Noé serve como um exemplo de fidelidade,
obediência e perseverança em um mundo caído, encorajando os crentes a buscar
uma vida de oração e a conduzir suas famílias ao Senhor.
1. Ezequiel
14:14 ensina a individualidade da salvação e justiça,
afirmando que mesmo figuras justas como Noé, Daniel e Jó só poderiam salvar a
si mesmos em meio a um julgamento divino severo.
2. Destacando que a retidão familiar ou nacional
não garante a salvação de outros, mas que cada um deve buscar sua própria
justiça perante Deus, mesmo diante de idolatria e desobediência generalizada.
Contexto do Capítulo
·
Idolatria: O capítulo aborda a
persistente idolatria de Israel e a falsa esperança de que sua religiosidade ou
laços familiares os salvariam do julgamento iminente de Deus.
·
Deus não se deixa enganar: Deus
alerta que não atenderá aqueles que têm ídolos (metafóricos ou literais) em
seus corações, mesmo que consultem o profeta.
·
Os Quatro Castigos: O capítulo
descreve os juízos de Deus: fome, feras, espada e peste, que viriam sobre
a nação.
1-Juízo
das ferras (Ez.14.15)
1.
Ezequiel 14:15 faz parte de uma
passagem crucial sobre o julgamento divino, onde Deus declara que mesmo figuras
justas como Noé, Jó e Daniel não poderiam salvar a nação de Israel de animais
selvagens devastadores.
2.
Se estes estivessem no meio do povo; a lição
central é que a justiça individual é pessoal e a desolação sobre Israel seria
severa, destacando a importância da justiça própria e a
impossibilidade de intercessão salvar os que persistem na idolatria, com o foco
mudando para a responsabilidade pessoal diante de Deus e a rejeição da
idolatria
3.
Ezequiel 14:15 faz parte de uma
passagem crucial sobre o julgamento divino, onde Deus declara que mesmo figuras
justas como Noé, Jó e Daniel não poderiam salvar a nação de Israel de animais
selvagens devastadores.
4.
Se estes estivessem no meio do povo; a lição
central é que a justiça individual é pessoal e a desolação sobre Israel seria
severa, destacando a importância da justiça própria e a
impossibilidade de intercessão salvar os que persistem na idolatria, com o foco
mudando para a responsabilidade pessoal diante de Deus e a rejeição da
idolatria. .
1.
O versículo de Daniel 6:16, que culmina
no lançamento do profeta na cova dos leões, destaca a fidelidade
inabalável de Daniel a Deus e a soberania de Deus em livrar Seus
servos.
2.
O ponto central do versículo é a declaração do
rei Dario: "O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que Ele te
livre".
3-A
limitações de Daniel (Ez.14.18)
1.
O versículo Ezequiel 14:18 aborda
a responsabilidade individual perante Deus e a profundidade do Seu
julgamento, destacando que mesmo a presença de pessoas justas não salvaria os
ímpios ao seu redor.
2.
Análise
do Versículo 14:18:O versículo em questão diz (em algumas traduções): "Ainda
que esses três homens estivessem no meio dela, como eu vivo, diz o Senhor Deus,
eles não livrariam nem filhos nem filhas; só a si mesmos livrariam pela sua
justiça".
3.
Os "três homens": Deus menciona Noé, Daniel e Jó como exemplos de
justiça excepcional. Eles eram reconhecidos por sua retidão em suas respectivas
gerações.
4.
Responsabilidade individual: A mensagem central é que a justiça de uma pessoa
não pode ser transferida para outra.
5. No momento do julgamento divino, cada
indivíduo é responsável por suas próprias ações e escolhas.
6. A salvação é
individual e não por procuração ou parentesco com pessoas de fé.
7. Severidade do
julgamento: O versículo enfatiza a seriedade da ira de Deus contra a idolatria e o
pecado.
8. O julgamento seria tão abrangente e merecido
que nem mesmo a intercessão dos homens mais justos da história poderia salvar a
nação coletivamente, ou mesmo os familiares não arrependidos desses justos.
1-O Juízo da peste e do sangue (Ez.14.19)
1. O versículo Ezequiel 14:19 faz parte de uma passagem (Ezequiel
14:12-23) que enfatiza a justiça de Deus em seus juízos e o princípio
da responsabilidade individual perante o pecado e a idolatria.
2. Juízo Divino: A peste é listada
como uma das punições justas de Deus, assim como a fome, as bestas feras e a
espada, aplicadas a uma nação que persistiu em sua infidelidade e abominações.
3. Irreversibilidade do
Castigo: O
versículo, junto aos que o seguem (até o 20), ilustra que, uma vez que a ira de
Deus foi acumulada pela contínua desobediência e rejeição ao arrependimento, o
juízo viria de forma decisiva.
4. Responsabilidade Individual
(Contexto Amplo): O ponto central da discussão maior (v. 14, 20) é que, mesmo que
homens justos como Noé, Daniel e Jó estivessem presentes, eles só poderiam
salvar a si mesmos por sua retidão pessoal e não à nação inteira.
5. O versículo 19, ao falar do extermínio de
homens e animais, mostra a extensão do castigo que viria sobre a terra
pecadora.
2-Jó é fiel na dor (Jó 1.21)
Estudos sobre Jó 1:21 focam na soberania de Deus,
a fé inabalável e a gratidão em meio ao sofrimento,
destacando que Jó reconheceu Deus como doador e retirador de todas as coisas,
louvando Seu nome mesmo na perda total, o que serve de exemplo de confiança na
providência divina, independentemente das circunstâncias, ensinando que a
verdadeira adoração transcende sentimentos e bens materiais.
Principais Temas e Interpretações:
·
Soberania de Deus: Jó reconhece que Deus está no controle absoluto de tudo, tendo dado e
tirado.
·
Nada
acontece sem o consentimento divino, e Deus tem um propósito maior, mesmo no
sofrimento.
·
Fé e Confiança:
A atitude de Jó é um testemunho de fé verdadeira, pois ele não culpou a Deus.
·
Ensina-se
a ter fé mesmo quando Deus parece ausente, confiando em Sua bondade e planos
maiores.
·
Gratidão e Adoração: A resposta de Jó ("Louvado seja
o nome do Senhor") é um ato de adoração e gratidão, não por causa das
perdas, mas por causa de quem Deus é.
·
É
um chamado para louvar a Deus em todas as circunstâncias, não apenas nas boas.
·
Deus no Controle (Mesmo no Sofrimento): Satanás só pôde agir dentro dos
limites permitidos por Deus, que nunca permitiu mais do que Jó podia suportar.
·
Deus
é visto como o "cachorro na coleira de Deus" (citação atribuída a
Lutero), que, embora cruel, está sob o controle divino.
·
Permanência e Propósito: O versículo mostra que, embora tenhamos vindo ao mundo sem
nada e para lá retornaremos, o testemunho de fé é o que permanece.
·
O
sofrimento de Jó, ao invés de afastá-lo, o aproximou de Deus, revelando Sua
restauração e grandeza.
1. O versículo Ezequiel 14:20-Enfatiza a justiça individual e a
responsabilidade pessoal diante de Deus, num contexto de condenação à
idolatria e iminente julgamento de Israel.
2. A mensagem principal é que a retidão
de uma pessoa não pode salvar outra do juízo divino.
3. Justiça Individual: A salvação é uma
questão pessoal entre o indivíduo e Deus.
4. Ninguém pode ser salvo pela
justiça de um parente, amigo ou líder espiritual, por mais justo que este seja.
Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)