segunda-feira, 11 de setembro de 2017

A ORIGEM DE NOSSSOS PROBLEMAS



A ORIGEM DE NOSSOS PROBLEMAS
Jo 17.11-16
Introdução: Adão e Eva, desde o momento que foram criados por Deus, não tinham nenhum problema, porém foi criado com livre arbítrio, isto, é, o poder de fazer escolhas, podendo escolher obedecer e servir a Deus ou desobedecê-lo e não servi-lo, tornando-se rebeldes.

I RESULTADO DO PECADO
1-Perda do Éden ((Gn 3.22,23)
·        Todos os nossos problemas de certo modo tem origem no Éden, quando o homem, em desobediência a Deus, comeu do fruto proibido, sendo expulso do Paraíso, tendo que trabalhar para obter o seu sustendo diário.
·        A vida no Éden era como a vida no céu, tudo era perfeito, nada lhes faltava, eles desfrutam da presença física de Deus, conversavam com Deus, como os filhos conversam com seu Pai.
·        Mas, após desobedecerem a Deus, Adão e Eva não mais mereceram o Paraíso, e Deus os mandou partir (sair de lá).
·        Se eles continuassem a viver no Paraíso, sendo desobedientes, poderiam continuar na sua vida de desobediências e comer do fruto da árvore da Vida, e viveriam eternamente em pecado.
·        Assim como Adão e Eva, todos nós pecamos e fomos separados da comunhão com Deus, não precisamos ficar separado, Deus já providenciou um meio de reatarmos a nossa comunhão com Ele através do sacrifício de seu Filho Amado, Jesus Cristo.

2- Criação arruinada (Gn 3. 16-19).
·        A desobediência de Adão e Eva e o afastamento da gloriosa presença de Deus afetaram também toda a criação, incluindo o meio ambiente.
·        Há alguns anos, as pessoas não se preocupavam com a poluição causada pelo lixo e produtos químicos, isto parecia insignificante muito pequeno.
·        Agora que a consequência da poluição está ficando cada vez mais grave, as pessoas estão dando maia valor ao meio ambiente.
·        Também a natureza espiritual de muitas pessoas, está sendo poluídas pelo pecado que está cada vez mais é agravante em função da desobediência do homem.
·        As pessoas precisam se preocupar com suas vidas espirituais, procurarem um meio eficiente de se livrarem desse mal e buscarem a viver uma vida santa isenta do “lixo” do pecado e da “poluição” da imoralidade.

3-A natureza humana (Is 53.6)
·        Isaías compara o povo de Israel que se afastou de Deus, como a ovelha que vagueia sem rumo.
·        Deus enviou o Messias, para trazê-los de volta ao aprisco, temos a percepção necessária para enxergar e reconhecer a identidade do Messias prometido, que veio para morrer pelos nossos pecados.
·        Mas se reconhecermos a obra de Jesus e ainda assim o rejeitarmos, nosso pecado é muito maior do que a dos antigos israelitas, que não podiam ver tudo o que já vimos.
·        Já entregamos a nossa vida a Jesus, ou ainda nos comportamos como uma ovelha desgarrada, vivendo fora do aprisco do Pastor?
·        O pecado é uma parede que faz separação entre nós e Deus, interrompendo a comunhão coloquial que deveriam ter como Ele como era no Éden antes do pecado ter entrado e destruído a comunhão com Deus.

II INFLUÊNCIAS EXTERNAS
1-Alcança a todos (Ec 3.19)
·        Com o pecado nosso corpo também sofreu alteração, por isso não podemos viver para sempre tendo em vista a matéria de que fomos feito.
·        Neste sentido, o ser humano e os animais são semelhantes; todos passarão pela morte.
·        Salomão reconheceu que Deus deu ao homem a esperança de vida na eternidade, todas as pessoas serão julgadas após a morte (Ec 3.17; 12.7-14).
·        Neste sentido, somos diferentes dos animais, pelo fato de termos a eternidade em nosso coração, fazendo parte do plano de Deus.
·        Estamos vivendo de acordo com a vontade de Deus? Nós vemos a vida como uma dádiva de Deus?

2-Influência de terceiros (2 Co 11.25-27)
·        Vivemos num mundo globalizado, recebendo várias influências, tanto boas quanto más, cabe a nós pelo nosso livre arbítrio fazer as ponderações e reter o que é bom e desprezar o que não nos edifica.
·        A vida espiritual também sofre as influências, esta podendo vir de um líder religioso considerado ou de pessoas do nosso convívio cotidiano, as trevas também trabalham no sentido de exercerem influência em nossa vida fins nos desviar dos caminhos do Senhor.
·        Paulo foi muito influenciado em sua formação intelectual por Gamaliel, porém depois que ele teve um encontro com Cristo, sua vida mudou muito, pois ele passou a ser influenciado e dirigido pelo Espírito Santo de Deus.
·        Quem é que está nos influenciando em nossa vida espiritual e material? De quem estamos tirando modelo para nossa maneira de viver?
·        Seja de quem for o modelo que estamos copiando, nosso modo de vida, seja material ou espiritual, devemos nos lembrar de que Jesus é o padrão para todos os cristãos.

III NOSSAS ESCOLHAS
1-Nossa atitudes (Mt 26.41)
·        As nossas atitudes tem grande influência e resultado em nossa vida, elas podem nos trazer alegria ou sofrimento.
·        Uma palavra mal empregada, um olhar diferente, um semblante carregado, pode afastar pessoas de nosso convívio.
·        Nosso pensamento traduzindo em palavras também pode afastar ou agregar pessoas, precisamos ter um pouco de sabedoria em cada atitude de nossa vida, seja dentro ou fora da igreja.
·        Uma pessoa iracunda, murmuradora, insatisfeita com tudo, pode criar um ambiente bastante carregado, deixando as pessoas em sua volta constrangidas ou insatisfeitas.
·        Precisamos ser diferente das pessoas que nos cercam, pois o crente (cristão), não pode ser um cidadão do mundo, como disse Jesus, estou no mundo, mas, não sou deste mundo.

2-Nossas Decisões (Gl 6.7)
·        Existe a lei da semeadura, tudo o que o homem plantar, mais tarde irá colher, por isso devemos ter a decisão certa de escolher o que vamos plantar.
·        Quando nós plantamos no mundo espiritual, colher no mundo material, quando plantamos no mundo material colhemos no mundo espiritual.
·        Toda ação tem uma consequência, se plantarmos para satisfazer o nosso próprio desejo, teremos uma colheita de tristezas e pecados.
·        Porém se plantarmos para agradar a Deus, colheremos alegria e vida eterna, além de uma sensação do dever cumprido.
·        Nada mais dá mais prazer ao cristão do que fazer a vontade de seu Senhor, com isso ele se alegra e essa alegria é contagiante, pois ele leva a mensagem do amor de Deus por onde passa.

IV PROPÓSITOS DIVINOS
1-Gerar maturidade (Tg 1.1-4)
·        Não podemos conhecer a profundidade de nosso caráter até que vejamos como reagimos sob pressão.
·        É fácil sermos bondoso com os outros quando nos tratam bem, e tudo está bem, mas será que ainda podemos continuar ser bondoso quando os outros nos tratam de forma injusta?
·        Ao reclamar de nossas lutas, devemos vê-las como uma oportunidade para o crescimento e amadurecimento em Cristo Jesus.
·        Agradeçamos a Deus pelas oportunidades que Ele nos tem concedido para nosso crescimento espiritual e oportunidade de ser útil aos nossos irmãos em Cristo e outras pessoas.
·        Deus não nos deixará sozinho, Ele sempre estará por perto para nos ajudar na caminhada desta vida até adentrarmos nas moradas Celestiais.

2-Refletir Jesus (2Co 4.7-10)
·        A preciosa mensagem da salvação em Jesus Cristo tem um valor supremo, foi confiada por Deus a seres humanos frágeis e falíveis.
·        Mesmo sendo fracos, Deus nos usa para transmitir suas Boas Novas e nos dá poder para fazer a sua obra.
·        Saber que o poder é de Deus e não nosso, devemos nos afastar do orgulho e nos motivar a manter nosso contato diário com Ele, nossa fonte de poder.
·        Nossa responsabilidade é deixar que as pessoas vissem Deus (Jesus) por nosso modo de viver (intermédio).
·        Espiritualmente falando, somo uma espécie de LUA, um satélite em torno de Cristo (Sol da Justiça), para poder fletir para as pessoas sua Eterna luz, assim como a lua nos transmite a sua luz que dissipa a escuridão, deixando sua luz brilhar, que nos agrada e encanta. Alguém já reclamou da luz da lua?

3-Ajudar os outros (2Co 1.3,4)
·        Só podemos ajudar o nosso semelhante quando temos as condições necessárias para tal, Deus muitas vezes nos permite um pouco de sofrimento para nos amadurecer, após sermos consolados por Ele, termos uma experiência com Ele para podermos ajudar o próximo em suas aflições.
·        Nós precisamos aprender com Jesus como ser solidário ao nosso semelhante, e depois repartir com o próximo as nossas experiências.
·      Se nós não estendermos a mãos ao nosso semelhante em suas necessidades, não podemos dizer que somos “servos” do Senhor, porque o servo dever ser uma semelhança ao seu Senhor. 

Pr. Carlos Borges(CABB)


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A VINDA DE JESUS




1 Ts 4.14-18
Introdução: A Bíblia ensina que Jesus voltará. Esta volta deveria interessar a todas as pessoas. Quando Jesus voltará? E como? E o que acontecerá, quando Cristo voltar? Estas perguntas têm respostas simples na Bíblia, mas tornaram-se complicadas e confusas por causa do acréscimo de especulações e doutrinas humanas. "Mas a respeito daquele dia e hora, ninguém sabe nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e dava-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem" (Mateus 24:36-39).

I O ARREBATAMENTO
1-A Esperança
·        Sempre temos que permanecer preparados para a volta do Senhor. "Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá" (Mateus 24:42-44).
·         Desde que nunca sabemos quando o ladrão pode chegar, temos que manter nossas casas sempre fechadas.
·         Desde que não sabemos quando o Senhor voltará, temos que sempre viver fielmente.
·         A natureza imprevista da volta do Senhor significa que é impossível olhar em volta buscando sinais, numa tentativa de calcular uma data aproximada.
·         Ninguém tem qualquer ideia de quando o Senhor pode voltar.
·         Ele pode voltar antes que você termine de ler isto; ou poderiam se passar outros 2000 anos a partir de hoje. Que possamos estar sempre prontos!
·        É bom não sabermos exatamente quando Cristo retornará, se soubéssemos a data precisa, poderíamos ser tentado a negligenciar a obra de Cristo.
·        Pior ainda, poderíamos planejar continuar pecando e correr para Deus no último momento.
·        O céu é nosso maior objetivo, porém temos muito trabalho a fazer aqui, devemos continuar trabalhando até a morte ou até vermos o inconfundível retorno de nosso Salvador.

2-Galardão
·        Não podemos desenvolver a nossa salvação desvinculada de uma atitude cristã autêntica.
·        Um dia todos nós (os salvos) prestaremos contas de nossas obras ao nosso Senhor e receberemos os nossos galardões de acordo com as nossas motivações mais íntimas
·        A palavra galardão de uma maneira geral significa recompensa.
·        Mas é interessante notar que algumas das aplicações dela na Bíblia sugerem recompensas aqui na terra e também recompensas no céu, dependendo das obras que praticamos.
·        Também temos menção de galardão a justos e injustos segundo suas obras.
·        Observamos claramente que a Bíblia menciona galardões que recebemos ainda em vida pela obediência a vontade de Deus.
·        Porém, aos caçadores de “recompensas de Deus”, já aviso que nem sempre essas recompensas estão relacionadas a coisas materiais: “Depois destes acontecimentos, veio à palavra do SENHOR a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande” (Gênesis 15.1).
·        Abraão foi um grande exemplo de homem que recebeu grandes recompensas de Deus, tanto materiais quanto espirituais.
·         Mas ele é mencionado na Bíblia mais por sua espiritualidade abençoada do que pelo que possuía em bens materiais.

 3-Celebração
·        Em sua visão em Apocalipse 19:7-10, João viu e ouviu as multidões celestiais louvando a Deus porque a festa das bodas do Cordeiro - literalmente a "ceia das bodas" - estava prestes a começar.
·         O conceito da ceia das bodas é mais bem compreendido à luz dos costumes de casamento no tempo de Cristo.
·        Esses costumes de casamento tinham três partes principais: Primeiro, um contrato de casamento era assinado pelos pais da noiva e do noivo, e os pais da noiva pagavam um dote ao noivo ou seus pais.
·        Esse passo dava início ao período de noivado.
·        José e Maria estavam nesse período quando ela engravidou do Espírito Santo (Mateus 1:18, Lucas 2:5).
·        O segundo passo no processo geralmente ocorria um ano depois, quando o noivo, acompanhado por seus amigos, ia à casa da noiva à meia-noite, criando um desfile com tochas pelas ruas.
·        A noiva sabia de antemão que isso ia acontecer, assim se preparando com suas servas, e todos participariam do desfile e iam à casa do noivo.
·         Este costume é à base da parábola das dez virgens em Mateus 25:1-13.
·         A terceira fase era a ceia das bodas em si, a qual podia durar dias, assim como ilustrada pelo casamento em Caná em João 2:1-2.

II A GRANDE TRIBULAÇÃO
1-Sofrimento e dor
·        O evento mais terrível que a humanidade enfrentará é sem duvida a Grande Tribulação, após a igreja ser arrebatada a terra passará por ‘três anos e meio’ de “alegria”, após o termino deste ‘três anos e meio’, começará a grande tribulação.
·        Dos 22 capítulos de Apocalipse 13 são dedicados a esse evento – A Grande Tribulação.
·        Durante esse evento – A grande tribulação, acontecerá muitas coisas aqui na terra, nessa lição iremos conhecer esses ‘eventos – acontecimentos’.
·        Então a Grande Tribulação é um evento da tribulação, o período da tribulação é de 7 anos e dentro desse período de 7 anos os últimos 3 anos e meio é conhecido como – A Grande Tribulação.
·        É um período de grande aflição e angústias incomuns. Deus, o justo Juiz estará enviando sobre o mundo o seu Juízo – Is 13.11. Nesse período terá uma aflição “como nunca houve” na terra – Mt 24.21; Ap 7.13,14.

2-Governo Satânico
·        Quando o Senhor Jesus veio a este mundo, há cerca de dois mil anos, o cenário político, social e religioso estava preparado.
·         Deus havia guiado a história até àquele sublime momento em que o Verbo se fez carne (Jo 1.14).
·         O apóstolo Paulo chamou este momento de “plenitude dos tempos” (Gl 4.4).
·        Com o advento do anticristo não será diferente, pois, como o mundo jaz no maligno (I Jo 5.19), este está preparando a plataforma do governo do príncipe que há de vir (Dn 9.27).
·        Trata-se de atividades secretas desempenhadas pelos poderes malignos, e que estão em grande evidência nos dias de hoje.
·        Tais atividades estão conduzindo a sociedade ao escárnio e à zombaria até que se chegue ao extremo da rejeição aos princípios bíblicos.
·        Por causa dessa iniquidade crescente, Jesus afirmou que o amor de muitos esfriaria (Mt 24.10-12).
·         A maldade já chegou a tal ponto que os seres humanos estão, em muitos aspectos, comportando-se como animais irracionais (II Pe 2.12; Jd 10).
·        Essa maldade caracterizará o governo do pior ditador de todos os tempos.

3-Armagedom
·        Só há um lugar onde se podem encontrar informações precisas sobre Armagedom – a Bíblia.
·        Nas suas páginas proféticas lemos não só sobre Armagedom, mas também sobre os eventos que antecedem e seguem essa guerra final da história humana.
·         Apesar de não termos todos os detalhes de Armagedom, recebemos um panorama geral dos planos de Deus para o futuro.
·        Lemos sobre Armagedom em Daniel 11.40-45; Joel 3.9-17; Zacarias 14.1-3; Apocalipse 16.14-16.
·         Essa grande batalha acontecerá nos últimos dias da Tribulação. João nos fala que os reis do mundo se reunirão ”... para a peleja do grande dia do Deus Todo-Poderoso.... no lugar que em hebraico se chama Armagedom" (Apocalipse 16.14,16).
·         O local da reunião dos exércitos é a planície de Esdraelom, ao redor da colina chamada Megido, que fica no norte de Israel, a cerca de 32 quilômetros a sudeste de Haifa.

III A REVELAÇÃO DE JESUS
1-As Condições
·        Cristo irá separar os fieis dos infiéis, assim como um camponês colhe os seus frutos.
·        Esse será um momento de alegria para os cristãos que perseguidos e martirizados – receberão a recompensa que aguardam há muito tempo.
·        Os cristãos não devem temer o Juízo final, Jesus disse: “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha Palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida (Jo. 5.24)”.
·        O lagar era um grande tonel ou barril onde as uvas eram colhidas e depois esmagadas.
·        O lagar foi usado muitas vezes na Bíblia como símbolo da ira de Deus e de seu julgamento contra o pecado (Is 63.3-6).

2- O Evento
·        Ap.1:1 Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo; as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou e as notificou a João, seu servo.
·        Revelação segundo o dicionário no sentido teológico é o ato pelo qual Deus fez saber aos homens os seus mistérios, sua vontade, a princípio no momento da criação, depois por Moisés e os profetas, e finalmente por Jesus Cristo.
·        Sendo assim podemos entender que este livro é extremamente importante, pois ele revela a avaliação que Jesus Cristo faz da igreja após a sua ressurreição e ascensão ao céu, que ocorreu entre os anos de 60 ou 65 após a ascensão de Cristo, mas que também é totalmente aplicável aos dias de hoje.


3-Julgamento
·        O que é o Juízo Final?  – É o juízo de Deus sobre os ímpios e suas impiedades, de todos os tempos e lugares. Segundo a Bíblia, o Juízo Final (do Trono Branco) ocorrerá logo após a segunda prisão de Satanás, nos eventos finais após o Milênio – Ap 20.7,10. 
·        Depois de este ter enganado mais uma vez as nações – Ap 20.11.
·        O Juízo final, segundo a palavra de Deus é o dia de prestação de contas, onde os ímpios estarão perante Deus e terão de responder por seus atos.
·        O julgamento se dará diante do “trono branco” de Deus – Ap 20.11.
·        Deus ama a humanidade e deseja que todos sejam salvos, porem, aqueles que não aceitam o amor Dele, incrédulos, estes tem uma sentença que já foi declarada por seu Filho – “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus...” – Jo 3.18.
·        A Bíblia ensina que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito para todo aquele que Nele crê, não pereça, mas, tenha a VIDA ETERNA, porem, muitos não querem crer nesse Unigênito, mesmo Ele amando tanto a humanidade.
 Pr. Carlos Borges(CABB)