sábado, 3 de outubro de 2026

JESUS, O RESPLENDOR DA GLÓRIA DE DEUS

 


Hb.1.1-14

Introdução: O livro de Hebreus é iniciado de modo eloquente, com uma sentença elaborada e cuidadosamente construída, que começa com uma frase par participal (1.1), uma oração principal (1.2 a), e duas orações subordinadas (1.2b) com Deus como o sujeito seguido por duas orações subordinadas e frases participais adicionais que tem o filho como o sujeito (1.3,4).

 I -AUTORIA E DESTINATÁRIOS

1-Quem é o autor da epistola? (Hb.13.23)

1.       O versículo de Hebreus 13:23 diz: "Sabei que o irmão Timóteo já está solto. Se ele vier depressa, com ele eu vos verei".

2.        Embora pareça apenas uma nota informativa de rodapé, este texto traz ricas lições sobre a igreja primitiva, fidelidade no sofrimento e o valor das parcerias ministeriais.

3.       O Contexto Histórico e Geográfico- A epístola aos Hebreus caminha para o seu encerramento com saudações práticas.

4.       O versículo revela que o autor (cuja autoria divide opiniões, mas a menção a Timóteo fortalece historicamente a tese de uma forte ligação paulina) estava na Itália, provavelmente em Roma, de onde enviava saudações.

5.       A Realidade da Prisão: Timóteo havia sido detido pelas autoridades — algo muito comum na era apostólica sob o Império Romano, em especial nos períodos de perseguição de Nero ou Cláudio.

6.       A Notícia da Soltura: O texto traz um tom de alívio e comemoração. Timóteo foi liberto da prisão e o autor desejava que ele se apressasse para que ambos pudessem fazer uma viagem missionária juntos para visitar aquela comunidade

7.       Principais Lições Teológicas do Versículo- A Força do Companheirismo Cristão - O autor refere-se a Timóteo como "o irmão". Mesmo com posições de liderança de destaque na igreja nascente, a relação central era de fraternidade.

8.        Há um senso profundo de pertencimento mútuo.

9.        Ninguém faz a obra de Deus sozinho; o evangelho avança por meio de redes de amizade, apoio e colaboração em tempos difíceis.

10.      Sofrimento por Amor ao Evangelho- O versículo nos lembra que o preço de pregar a Verdade no primeiro século era alto.

11.     Timóteo, um jovem pastor treinado por Paulo, não recuou diante da ameaça de encarceramento. A fé cristã primitiva não era baseada em conforto material, mas em fidelidade até às últimas consequências.

 2-Em qual data foi escrita? (Hb.10.32,33)

1.       A Epístola aos Hebreus (onde se encontra o trecho de Hb.10:32-33) foi escrita, muito provavelmente, entre os anos 60 d.C. e 70 d.C., com grande parte dos estudiosos apontando para meados da década de 60 d.C. (por volta do ano 64 a 68 d.C.).

2.       Não existe um consenso sobre o dia ou o ano exato, mas os teólogos e historiadores chegam a esse período histórico devido a evidências internas e externas do próprio texto bíblico.

3.       Antes do ano 70 d.C.: O texto de Hebreus descreve os rituais e sacrifícios do Templo de Jerusalém como algo que ainda acontecia rotineiramente (Hebreus 10:1-3).

4.       Como o Templo foi completamente destruído pelos romanos no ano 70 d.C., a carta necessariamente foi escrita antes disso.

5.       Perseguição sob o Império Roman: O trecho que você mencionou (Hebreus 10:32-33) pede para os leitores se lembrarem dos "dias anteriores" em que sustentaram "grande luta e sofrimentos" e foram "expostos como em espetáculo".

6.       Esse cenário reflete o aumento da hostilidade e o início da perseguição oficial aos cristãos pelo imperador Nero, que começou por volta do ano 64 d.C.

7.       Evidência externa histórica: Uma carta escrita por Clemente de Roma no ano 95 d.C. já fazia citações diretas ao livro de Hebreus, o que prova que ele já circulava muito antes do final do primeiro século.

 3-Para quem ela foi destinada ? (Hb.13.24)

1.       A carta aos Hebreus foi escrita primordialmente para cristãos de origem judaica (judeus convertidos ao cristianismo) que viviam no primeiro século.

2.       Embora o texto bíblico não nomeie uma cidade específica no versículo final (Hebreus 13:24), fortes evidências internas e históricas ajudam a identificar o público e a localização dos destinatários.

3.       Quem eram os destinatários? Judeus cristãos em crise espiritual: O público-alvo era composto por pessoas que conheciam profundamente os rituais do Templo, a Lei de Moisés e o Antigo Testamento

4.       Pessoas sob o risco de apostasia: Devido a severas perseguições e pressões sociais, esses cristãos hebreus estavam desanimados e tentados a abandonar a fé em Jesus para retornar ao judaísmo tradicional.

5.       O objetivo do autor foi demonstrar que Cristo é superior aos anjos, a Moisés e aos antigos sacrifícios.

6.        Onde eles estavam? (A pista de Hb.13:24) -O versículo diz: "Saudai a todos os vossos chefes e a todos os santos. Os da Itália vos saúdam." Esta menção à Itália gera duas principais linhas de interpretação entre os historiadores bíblicos: [1]

7.       Comunidades na Itália (Provavelmente em Roma): Muitos estudiosos defendem que a carta foi enviada para cristãos judeus que moravam na Itália.

8.       Nesse cenário, a frase "os da Itália vos saúdam" significaria que o autor estava fora da Itália, acompanhado por cristãos italianos imigrantes, e estes decidiram mandar saudações de volta para os seus irmãos que ficaram na pátria.

9.       Escrita a partir da Itália para a Palestina: Outra corrente sugere que a carta foi escrita de dentro da Itália (possivelmente enquanto o autor ou Timóteo estavam em Roma) e enviada para os cristãos hebreus que habitavam em Jerusalém ou na Judeia.

10.     Neste caso, os cristãos locais da Itália estariam enviando saudações para a igreja do Oriente.

11.     Em resumo, de forma direta, a carta foi escrita para comunidades de cristãos judeus, e o versículo 24 conecta fortemente o texto à geografia da Itália (seja como o ponto de origem ou o destino final da mensagem

 II- A SUFICIÊNCIA DE CRISTO

1-Havendo Deus Falado (Hb.1.1-2)

1.       O significado central de Hebreus 1:1-2 é a revelação progressiva de Deus e a supremacia de Jesus Cristo como a Palavra final e definitiva de Deus para a humanidade.

2.       O texto estabelece um contraste direto entre como Deus se comunicava no passado e como Ele escolheu falar no presente.

3.       Abaixo está o desdobramento do significado desses versículos: "Havendo Deus, outrora, falado..." (A Iniciativa é de Deus)

4.       O texto começa mostrando que o cristianismo e o judaísmo não nasceram do esforço humano para encontrar o divino, mas sim da iniciativa do próprio Deus de romper o silêncio e se revelar de forma voluntária, clara e amorosa ao ser humano.

5.       O Método Antigo: "...muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas"-Antes da vinda de Jesus, a comunicação de Deus com a humanidade tinha características específicas.

6.       Muitas vezes (fragmentada): Deus falava aos poucos, em porções. Uma verdade era entregue a Isaías, outra a Daniel, outra a Moisés, ao longo de várias gerações.

7.        De muitas maneiras (multiforme): Ele usava sonhos, visões, a lei escrita, símbolos no tabernáculo e a própria voz audível

8.       Por intermediários: A mensagem chegava ao povo por meio dos patriarcas ("aos pais") e dos profetas. Essa revelação era verdadeira e santa, mas era incompleta e apontava para algo maior que ainda haveria de vir.

9.       O Método Novo e Definitivo: "...nestes últimos dias, nos falou pelo Filho" Com a chegada de Jesus (indicada pela expressão messiânica "nestes últimos dias"), ocorre uma mudança definitiva no modelo de comunicação de Deus Revelação Perfeita: Jesus não é apenas mais um profeta que traz uma mensagem de Deus; Ele é o próprio Deus em carne, a mensagem viva.

10.     A Palavra Final: Em Jesus, a revelação de Deus foi concluída e completada. Não há necessidade de novas revelações ou de novos acréscimos espirituais, porque o Filho expressa perfeitamente quem o Pai é.

11.      A Identidade Superior do Filho (Versículo 2b) -Para provar por que a voz de Jesus é superior à dos antigos profetas, o autor de Hebreus lista as credenciais divinas de Cristo já no final do versículo "...a quem constituiu herdeiro de todas as coisas": Jesus tem a posse, o direito e a autoridade total sobre toda a criação."...pelo qual também fez o universo": Jesus não é um ser criado; Ele é o Agente da Criação, o próprio Criador que trouxe o mundo à existência ao lado do Pai.

 2-Cristo, o resplendor da glória (Hb.1.3-5)

1.       Cristo o responsável da glória Hb.1.3-5-Em Hebreus 1:3-5, a Bíblia apresenta Jesus Cristo não penas como um reflexo, mas como o próprio resplendor da glória de Deus e a pressão exata do Seu ser.

2.       O texto bíblico revela a identidade divina, a obra e a superioridade absoluta de Jesus.

3.       Abaixo está o detalhamento de como Cristo é apresentado nessa passagem:1. O Resplendor da Glória e Sustentador do Universo (v. 3).

4.       A Essência Divina: Ele é a "expressa imagem" ou "expressão exata" da natureza de Deus.

5.       Olhar para Jesus é ver o próprio Deus manifesto em carne.

6.       O Poder Soberano: Ele sustenta o universo inteiro pela palavra do seu poder. A criação não apenas foi feita por Ele, mas se mantém coesa sob a Sua autoridade.

7.       A Obra da Redenção: Depois de realizar por Si mesmo a purificação dos pecados, Ele assumiu o lugar de maior honra, assentando-se à direita da Majestade nas alturas.

8.       Superioridade Absoluta sobre os Anjos (v. 4) -Nome Mais Excelente: Cristo tornou-se tão superior aos anjos quanto o nome que herdou (Filho) é mais excelente do que o deles. Na cultura bíblica, o nome representa a autoridade, a herança e o caráter de quem o carrega.

9.       . A Confirmação do Pai (v. 5) -O autor de Hebreus utiliza duas profecias do Antigo Testamento para provar que nenhum anjo jamais recebeu o status de Jesus "Tu és meu Filho, eu hoje te gerei" (citando o Salmo 2:7) -"Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho" (citando 2 Samuel 7:14).

 3-Os anjos de Deus o adoram (Hb.1.6-7)

1.       Significado Teológico do Texto A Adoração ao Filho: No versículo 6, o autor bíblico cita o Antigo Testamento (uma referência encontrada na Septuaginta em Deuteronômio 32:43 ou Salmo 97:7) para mostrar que os anjos receberam a ordem direta de adorar a Jesus.

2.        Na teologia bíblica, a adoração (proskuneo) é um direito exclusivo de Deus. Portanto, ao determinar que os anjos adorem o Filho, as Escrituras afirmam categoricamente que Jesus é Deus. Criaturas vs. Criador: O versículo 7 faz um contraste claro usando o Salmo 104:4.

3.       Enquanto o Filho é eterno, imutável e soberano, os anjos são descritos como seres criados e mutáveis, comparados a "ventos" e "labaredas de fogo".

4.        Eles mudam de forma ou função conforme a vontade do Criador. Servos Ministradores: Mais adiante, no mesmo capítulo (Hb.1:14), o autor conclui que os anjos são "espíritos ministradores", ou seja, servidores enviados por Deus para apoiar aqueles que hão de herdar a salvação.

5.       Eles não devem ser o centro da nossa devoção, pois a função principal deles no céu é a obediência e o louvor a Deus na pessoa de Seu Filho. Para se aprofundar nessa análise, você pode ler o estudo detalhado sobre a soberania de Cristo no artigo da Pecador   Confesso.

6.      Você gostaria de analisar as outras citações do Antigo Testamento que aparecem em Hebreus 1 para defender a divindade de Jesus, ou prefere focar no papel e na natureza dos anjos segundo o restante da Bíblia?

 III- O REINO ETERNO DE JUSTIÇA

1-O teu trono,ó Deus, é para todo o sempre (Hb.1.8-9)

1.      Essa é uma das passagens mais profundas do Novo Testamento, localizada em Hebreus 1:8-9, onde o texto bíblico exalta a divindade, a soberania e a eternidade de Jesus Cristo

2.      O trecho completo diz: “Contudo, a respeito do Filho, diz: 'O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de justiça é o cetro do teu reino. Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, acima dos teus companheiros'". — Hebreus 1:8-9 (NVI).

3.      Significado e Contexto Principal-Divindade do Filho: Neste capítulo, o autor de Hebreus está demonstrando a superioridade de Jesus em relação aos anjos. O ponto alto do argumento ocorre aqui, quando o próprio Deus Pai se dirige ao Filho chamando-O explicitamente de "Deus" ("O teu trono, ó Deus...").]

4.      Um Reino Eterno e Justo: Diferente dos impérios humanos e terrenos que sobem e caem, o reinado de Cristo é descrito como eterno e fundamentado na equidade e na justiça. O "cetro de justiça" representa a pureza e a retidão do Seu governo.

5.      Cumprimento Profético: Esses versículos são uma citação direta do Salmo 45:6-7, um salmo messiânico que celebrava o casamento real e o trono do rei idealizado, que encontra seu cumprimento pleno e perfeito na pessoa de Jesus.

6.      Gostaria de analisar o contexto teológico de Hebreus 1 ou prefere comparar como diferentes traduções da Bíblia vertem esses versículos específicos?

 2-Os céus são obras das tuas mãos (Hb.1.10-12)

1.       Essa é uma das passagens mais profundas do Novo Testamento sobre a eternidade, imutabilidade e soberania de Jesus Cristo. O texto completo de Hebreus 1:10-12 (citando o Salmo 102:25-27) diz: "No princípio, Senhor, firmaste os fundamentos da terra, e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles envelhecerão como vestimentas. O Senhor os enrolará como um manto; como roupas eles serão trocados. Tu, porém, permaneces o mesmo, e os teus anos jamais terão fim".

2.      Jesus como Criador: O texto atribui a criação do universo ("a terra e os céus") diretamente ao Filho, mostrando que Ele não é um ser criado (como os anjos), mas o próprio Criador.

3.      A transitoriedade do mundo físico: Mesmo a criação mais grandiosa e aparentemente durável, como o céu e a terra, vai envelhecer e passar como uma roupa velha

4.      A imutabilidade de Deus: Enquanto tudo ao nosso redor muda e se desgasta, Cristo permanece exatamente o mesmo, eterno e inabalável

 3-Assenta-te à minha direita (Hb.11.13-14)

1.       O trecho bíblico de Hebreus 1:13-14 destaca a superioridade absoluta de Jesus Cristo em relação aos anjos, demonstrando que Ele possui uma posição de honra e autoridade divina que nenhuma criatura celestial jamais recebeu.

2.       O texto diz o seguinte:"13 Ora, a qual dos anjos jamais disse: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés? 14 Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?" (Versão Almeida Revista e Atualizada).

3.        Posição de Honra (v. 13): O autor de Hebreus faz uma pergunta retórica citando o Salmo 110:1.

4.        Deus Pai nunca convidou nenhum anjo a se sentar ao Seu lado em um trono.

5.       Estar à "direita" significa compartilhar da mesma autoridade, soberania e poder supremo de Deus. A Vitória sobre os Inimigos: A expressão "até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés" retrata a vitória final e completa de Jesus sobre todo o mal, o pecado e a morte.

6.        Na Antiguidade, os reis vencedores colocavam literalmente os pés sobre o pescoço dos reis derrotados para simbolizar o triunfo absoluto.

7.       O Papel dos Anjos (v. 14): Enquanto o Filho governa no trono, os anjos são descritos como "espíritos ministradores" (servos).

8.        Eles não foram criados para serem adorados ou para governar, mas sim para servir a Deus e auxiliar aqueles que recebem a salvação (os cristãos).

 Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

ESTUDO SOBRE O LIVRO DE RUTE

 


Rute

O Livro de Rute, situado na época dos Juízes, narra a história de lealdade, fé e redenção, destacando a conversão e coragem de Rute, uma moabita que se converte ao Deus de Israel, a compaixão de Boaz e a fidelidade divina em proteger a linhagem de Davi e, consequentemente, do Messias. O livro ensina sobre a importância de confiar em Deus, a beleza do amor e da obediência, mesmo em tempos de adversidade, e como Ele usa circunstâncias para cumprir Seus planos e abençoar Seus seguidores. 

Principais Lições e Temas

·        Lealdade e Amor: 

A história de Rute e Noemi exemplifica a lealdade inabalável, onde Rute se agarra à sua sogra, afirmando "o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus". 

·        A Fidelidade de Deus: 

O livro mostra como Deus cuida e abençoa aqueles que O seguem, mesmo quando as circunstâncias parecem sombrias, e como Ele cumpre Seus planos, preservando a linhagem de Davi e do Messias. 

·        A Providência Divina: 

Através de eventos como o encontro entre Rute e Boaz, o livro revela o modo como Deus intervém e providencia para o Seu povo, garantindo que Seus propósitos sejam realizados. 

·        Conversão e Inclusão: 

A inclusão de Rute, uma estrangeira, na linhagem de Jesus enfatiza que o plano de Deus é para todos os povos, unindo-os através da Sua graça. 

·        Recomeço: 

O retorno de Rute e Noemi a Belém, na época da colheita, simboliza a possibilidade de um novo começo e de restauração, mesmo após períodos de perda e devastação. 

Contexto Histórico e Geográfico

·        Período dos Juízes: 

O livro se passa durante a época dos Juízes, um período de instabilidade em Israel, quando o povo era governado por juízes. 

·        Moabe: 

Rute, a protagonista, é de Moabe, terra que os israelitas foram instruídos a evitar, mas que se tornou um palco de encontros que revelam a universalidade do amor de Deus. 

·        Belém: 

A história se desenrola principalmente em Belém, a terra da família de Noemi, e é nesse contexto que Rute conhece Boaz, um parente próximo de Noemi. 

Personagens Chave

·        Rute: 

Uma jovem moabita que, após a morte do marido, demonstra um amor e lealdade extraordinários a sua sogra Noemi, convertendo-se ao Deus de Israel e ao povo escolhido. 

·        Noemi: 

A sogra de Rute, que sofre perdas familiares e volta para Belém amargurada, mas se torna um exemplo de como Deus pode renovar e consolar aqueles que se voltam a Ele. 

·        Boaz: 

Um parente rico e piedoso de Noemi que se casa com Rute e, como um redentor, cumpre seu papel na família e na linha genealógica de Davi. 

·        Resumo de Rute: Vale a Pena Ser Fiel? | Veja Como a Lealdade de ...

26 de ago. de 2024 — leis para eles vimos algumas histórias dessa peregrinação e também o último discurso de Moisés aqui também vimos...

Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)


domingo, 23 de agosto de 2026

UM POUCO DA HISTÓRIA DE ADÃO, QUE POUCOS CONHECEM

 ADÃO-É difícil imaginar os sentimentos de Adão como primeira e única pessoa na terra. Hoje em dia, experimentamos solidão. Adão, contudo, não sabia o que era conviver com outro ser humano. Não tinha muito daquilo que faz parte de nossa essência: infância, pais, família e amigos. Teve de aprendera ser humano. Felizmente Deus não deixou que ele sofresse por muito tempo antes de lhe dar uma companheira ideal, Eva. Sua unidade era completa, inocente e aberta, sem nenhum elemento de vergonha.

Uma das primeiras conversas de Adão com sua nova e encantadora companheira deve ter sido a respeito das regras do jardim. Ants de Deus criar Eva, tinha dado a Adão total liberdade no jardim, bem como a responsabilidade de cuidar dele. Além disso, ele o havia proibido de comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Adão deve ter tratado desse assunto com Eva. Quando Satanás abordou Eva, ela sabia que não devia comer do fruto da árvore. Ainda assim, decidiu comer do fruto proibido. Em seguida, ofereceu-o a Adão, que não parou para considerar as consequências. Foi em rente e comeu.

Naquele momento de rebelião, algo belo e livre se despedaçou: a Criação perfeita de Deus. Adão foi separado de Deus por seu desejo de agir por própria conta. O efeito de atirar uma pedra em uma vidraça é o mesmo, não importa o tamanho da pedra. Não há como juntar os incontáveis fragmentos do vidro estilhaçado.

No entanto, quando Adão pecou, Deus já havia colocado um plano em ação para superar os efeitos da rebeldia. A Bíblia toda é a história de como se desenrola esse plano que, no final, leva à visita do próprio Deus à terra por intermédio de Seu Filho, Jesus. A vida sem pecado de Jesus e a sua morte tornam possível que Deus ofereça perdão a todos. Nossos atos de rebeldia – sejam eles grandes ou pequenos-provam que somos descendentes de Adão. Somente ao pedirmos perdão a Jesus Cristo podemos nos tornar filhos de Deus.

·        Virtudes e realizações-Deu nomes aos animais, cuidou do jardim do Éden, Pai da raça humana, primeira pessoa criada à imagem de Deus, e o primeiro humano a ter um relacionamento pessoal chegado com Deus.

·        Fraquezas e erros- Evitou responsabilidades e culpou outros, preferiu se esconder em vez de confrontar, apresentou desculpas em vez de reconhecer a verdade. Maior erro: junto com Eva, trouxe o pecado ao mundo.

·        Lições de sua vida- Como descendente de Adão, todos refletimos a imagem de Deus, e Deus quer ter conosco um relacionamento próximo. Embora as pessoas tenham liberdade de agir de forma incorreta, Deus quer que escolham obedecer-lhe. Não devemos culpar os outros por nossos erros. Não podemos nos esconder de Deus.

·        Dados vitais-Onde: Jardim do Éden, provavelmente localizado na região onde é hoje o IRAQUE ou o IRÃ. Ocupações: intendente; jardineiro; agricultor. Parente: esposa: Eva. Filhos: Caim e Abel, Sete e vários outros filhos. O único homem que nunca teve mãe e pai terreno.

·        Versículos importantes- “Foi a mulher que me deste! Ele me ofereceu do fruto, e eu comi” (Gn.3.12). Assim como todos morremos em Adão, todos que são de Cristo receberão nova vida (1 Co.15.22).

·        A história de Adão é relatada em Gn.1.26-55. Ele também é mencionado em 1 Cr.11.; Lucas 3.38; Rom.5.14; 1 Co.15.22,45; 1 Tm.2.13-14.

Extraído de Estudo APLICAÇÃO PESSOAL-Versão: Nova Versão Transformadora
Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

OS ATRIBUTOS DE DEUS

 O QUE SÃO ATRIBUTOS

1-Atributos são as particularidades, qualidades e características  que são próprias de alguém  ou algo.
2-Por norma, os atributos  estão relacionados com aspectos positivos.
3-Os atributos costumam ser características  exclusivas de determinada pessoa, grupo ou coisa.
ATRIBUTOS DE CRISTO
1-Fé, se você tem fé em Cristo, você acredita  que Ele é o Filho de Deus, o Unigênito do Pai na carne.
2-ESPERANÇA- Esperança é a firme confiança de que o Senhor cumprirá as promessas que nos fez, Caridade e Amor.
3-A caridade é o puro amor de Cristo.
4-Viturde.
5-Paciência.
6-Humildade.
7-Por meio do poder  de Sua graça,você pode se tornar uma pessoa melhor e mais semelhante a Cristo. 
8-Fé se você tem fé em Cristo, você acredita que Ele sendo o legitimo  Filho de Deus e está outorgado por Deus para fazer prodigios e maravihas aqui na terra atraves do Espirito Santo, o nosso consolador, que está conosco até a volta de Jesus quando vier buscar a sua Noiva, a Sua  IGREJA LEGÍTIMA,  QUE ESTÁ LAVADA E REMIDA NO SANGUE  DO CORDEIRO, que tira todo o pecado do mundo.
9- Alguns exemplos, que são:
ONIPOTÊNCIA
ONISCIÊNCIA
ONIPRESENÇA
IMUTABILIDADE
ETERNIDADE
10-Quanto aos atribitos comunicáveis são assim chamados porque, de alguma forma, são comunicados, compartilhados com os seres  humanos e também porque são reflexos do caráter de Deus  e que podem ser experimentados  e vivenciados por nós.
QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS DE DEUS
1-Geralmente os estudiosos entendem que a infinidade de Deus também aparece revelada atrvés de outros atributos. ONIPRESENÇA, ONISCIÊNCIA,E A ETERNIDADE.
2-ONIPRESENÇA-significa que Deus não é limitado de nenhuma forma pelo espaço.
QUANTOS E QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS DE DEUS
1-De modo apenas  didático, os atributos naturis de Deus envolvem Sua essências( ex.eternidade, imutabilidade) e os atributos morais, Sua vontade (Ex. santidade, justiça).
2-Os atributos incomunicáveis são aqueles exclusivos de Deus, como a ETERNIDADE E A   ONIPOTÊNCIA
QUAL É O MAIOR ATRIBUTO DE DEUS?
1-Eterno, nunca muda, sem limites,  espírito, únio,três  em um, Deus não foi criado por outro ser...
2-Ele sempre existiu, por toda a eternidade, sem princípio nem fim.
3-A Biblía diz que Deus é espiríto
4-Isso significa que Ele não está limitado pelas regrasda física nem do tempo.
QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS NATURAIS E MORAES DE DEUS?
1-A base dos atributos morais de Deus é a Sua Santidade
2-Conhecidos também como atributos comunicáveis, estes são assim alinhados:SANTIDADE, JUSTICA, BONDADE,MISERICÒRDIA, AMOR, VERDADE E SABEDORIA.
QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS CRISTÃOS?
1-Compaixão,perdãoe e gratidão são atributos cristãos que têm a caridade em sua essência.
2-COMO SABER OS ATRIBUTOS INVISÍVEIS DE DEUS?
3-Os atributos  invisíveis  de Deus, isto,é, o Seu eterno poder  e a Sua divindade, claramente  se reconhecem, desde a criação do mundo.
4-Sendo percebido por meio das coisas que Deus fez.
5-Por isso,os seres humanos são indisculpáveis.    
Pr. Capl. CArlos Borges (CABB)

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

A Blasfêmia contra o Espírito Santo ( Universalidade da Bíblia)

 


 

 

 

“Portanto, eu vos digo: Toda forma de pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens
E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro.”
(Mateus 12.31-32)

Do grego (blasphemia) blasphemía, pelo latim blasphemia:

1- palavras que ultrajam divindade ou a religião.

2- Ultraje dirigido contra pessoa ou coisa respeitável[1].

A declaração apresentada por Jesus neste episódio distingue a blasfêmia contra o Espírito Santo de todos os outros tipos de pecados que um ser humano pode cometer.


É preciso, no entanto, apresentar ao leitor um dado a muito conhecido pelos teóricos do Novo Testamento com relação as expressão usadas neste período. A tradução Versão Autorizada Inglesa (King James) acertadamente traduz a expressão passa hamartia por“toda forma de pecado”. É evidente, no entanto, que o sentido da expressão é “toda outra espécie de pecado”. Portanto, a blasfêmia contra o Espírito Santo não está inclusa nesta expressão. As traduções de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Atualizada no Brasil (sociedade Bíblica do Brasil) e revista e corrigida, traduzindo literalmente do grego, todo pecado, obscurecem o sentido mais amplo.

Existem, portanto, várias interpretações sobre o que realmente é blasfemar contra o Espírito Santo. Todos parecem saber que esse delito é imperdoável, porém as opiniões se divergem amplamente quanto ao que ele realmente pode ser. Alguns afirmam ser o suicídio, outros o adultério. Também há quem diga ser a rejeição do evangelho depois da vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Poucos se detêm a examinar o contexto das referências à blasfêmia contra o Espírito Santo, como acontece na maioria dos casos dos assuntos aparentemente divergentes na Bíblia. A análise cuidadosa do texto elucida alguns pontos aos quais devemos atentar. Os textos relevantes são encontrados nos três primeiros evangelhos chamados evangelhos sinóticos (que devem ser vistos em conjunto). Em Mateus 12, as afirmações de Jesus sobre blasfemar contra o Espírito Santo ocorreram quando ele curou um homem cuja possessão demoníaca o havia feito cego e mudo. Em Marcos 3, a cura não é mencionada, Lucas registra a cura no capítulo 11 e menciona a blasfêmia contra o Espírito Santo em 12.10.

Afirmar que o mal é o bem e que luz é trevas, era pratica comum entre os fariseus. Esta prática traz em si mesma um alerta anunciado pelo profeta Isaias (Is 5.20) e agora reinterpretado por Jesus como Blasfêmia contra o Espírito Santo.

Na história da Igreja, muitos estudiosos emitiram sua opinião sobre o assunto:

Para Irineu, Blasfêmia contra o Espírito Santo seria a rejeição do evangelho;

Atanásio – a negação da divindade de Cristo, a qual teve sua evidencia ao homem pela concepção do Espírito Santo;

Orígenes – toda a quebra da lei após o batismo, Agostinho – a dureza do coração humano rejeitando a obra de Cristo[2].

Vemos que a acusação feita contra Jesus em Mateus 12.24 “Este não expulsa os demônios senão por Belzebu, príncipe dos demônios”[3] de que ele não passa de um curandeiro, cujos exorcismos são feitos pelo poder maligno, acusação que se repete nos evangelhos. Contesta-se, o verdadeiro significado do poder e das obras do Messias. Não vemos no texto a negação da realidade do milagre, mas a acusação de que são diabólicos, nega-os como sinais do poder soberano de Deus. A reação de Jesus acontece em meio a uma série de parábolas rápidas que demonstram ser ilógico pensar que Satanás daria poderes a Jesus a fim de destruir a si próprio. A última parábola (Mat.12:29), acerca de apoderar-se dos bens do valente, pode ser uma alusão a Isaías 49:24-25, em que Deus descreve a salvação futura com o mesmo tipo de figura de linguagem.

A existência de um pecado imperdoável tem mexido com a mente dos cristãos em todo mundo em todos os séculos do cristianismo. Podemos observar no contexto apresentado pelo evangelista, que a advertência de Jesus dirige-se contra os que rejeitam sua mensagem ao chamá-la de satânica. No entanto, vemos que, se há preocupação, pelo fato de que algo possa eliminar o ato do perdão de Cristo é, ironicamente, evidência de que o homem crê em Cristo e que o mesmo foi enviado por Deus, e constitui, assim, prova de que tal pessoa não cometeu o pecado contra o qual o Senhor adverte.

Para compreendermos melhor esse assunto é preciso termos em mente o que de fato é a graça dispensada por Deus aos homens.

Dietrich Bonhoeffer, em sua obra intitulada Nachfolge, traduzida em português com título “Discipulado”, traz uma das melhores definições para este tópico, ao dizer que a graça barata é a maior inimiga de nossas igrejas, quando na verdade deveríamos defender a graça preciosa.

Graça barata é graça como refugo, perdão malbaratado, consolo malbaratado, sacramento malbaratado – é graça como inesgotável tesouro da Igreja, distribuído diariamente com mãos prontas, sem pensar e sem limites; a graça sem preço, sem custo. A essência da graça seria, ao que pensamos, a conta ter sido liquidada antecipadamente e para todos os tempos. Estando a conta paga, pode-se obter tudo gratuitamente. Por ser infinitamente grande o preço pago, são também infinitamente grandes as possibilidades de uso e dissipação. Que seria graça se não fosse barata? […]

A graça preciosa é o tesouro oculto no campo, por amor do qual o homem sai e vende com alegria tudo quanto tem; a pérola preciosa, para adquirir a qual o comerciante se desfaz de todos os seus bens; o governo régio de Cristo, por amor do qual o homem arranca o olho que o escandaliza; o chamado de Jesus Cristo, ao ouvir do qual o discípulo larga as suas redes e o segue. A graça preciosa é o Evangelho que há que se procurar sempre de novo, o dom pelo qual se tem que orar, a porta à qual se tem que bater. Essa graça é preciosa porque chama ao discipulado, e é graça por chamar ao discipulado de Jesus Cristo; é preciosa por custar a vida ao homem, e é graça por, assim, lhe dar a vida,- é preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador. Essa graça é sobretudo preciosa por tê-lo sido para Deus, por ter custado a Deus a vida de seu Filho fostes comprados por preço” – e porque não pode ser barato para nós aquilo que para Deus custou caro. A graça é graça sobretudo por Deus não ter achado que seu Filho fosse preço demasiado caro a pagar pela nossa vida, antes o deu por nós. […]

A maneira como Bonhoeffer descreve o significado de “graça”, nos tranqüiliza no sentido de que, uma vez participantes dessa graça preciosa, temos instintivamente maior zelo em relação ao Sagrado. Logo somos guardados de blasfemar contra o Espírito Santo, no entanto continuamos sujeitos, como não poderia ser diferente, ao cometimento dos demais pecados.

Atribuir as obras de Deus ao Diabo foi, no período patrístico e na idade média, o pressuposto usado para condenar à inquisição aqueles que de alguma forma não concordavam com o pensamento teológico da igreja vigente em sua totalidade nos assuntos doutrinários, como a Trindade e a divindade de Cristo. Desta maneira, declarava-se maldito, partindo do pressuposto que blasfemaram e, por conseguinte, não haveria perdão para os tais, nem de Deus nem da Igreja.

Na sociedade pós-moderna este fato poderia se repetir, atribuindo o mesmo adjetivo ao mesmo tipo de comportamento, como por exemplo, os adeptos da confissão positiva, que acreditam que podem “determinar” que Deus cumpra isso ou aquilo, excluem deliberadamente os que não aderem esse tipo de comportamento como prática litúrgica, esquecem, no entanto que, o próprio Deus, criador dos céus e da terra, não se submete aos nossos anseios. Outro tipo comum em nossos tempos poderíamos assim dizer, são aqueles que impedem que as mulheres tenham seu papel no ofício religioso, tolhendo-as no meio eclesiástico de realizar algo além do que o ideal machista permite.

Semelhante a estes, podemos ressaltar, são aqueles ensoberbecidos que ousam descrever o Ser de Deus e os seus atributos, como se O Criador eterno fosse um objeto, passível de análise, excluindo séculos de pesquisas e teorias daqueles que buscaram entender, não o inimaginável do Eterno, mas os aspectos tangíveis manifestos na vida e no comportamento do ser humano.

Esse tipo de ultraje ao Sagrado, embora não seja uma blasfêmia contra o Espírito Santo no sentido mais estrito do termo, certamente se constitui em um outro pecado; a idolatria, tão condenável quanto, porém perdoável, uma vez que Deus deu o seu único filho para que todo aquele que nele crê não se perca mas tenha a vida eterna -(Jo 3.16).

A blasfêmia contra o Espírito Santo é rejeitar a graça preciosa para a salvação em Jesus Cristo. Desta forma podemos concluir que apenas aqueles que se declaram apáticos as boas novas do Cristo, poderiam blasfemar contra o Espírito Santo, e não os cristãos, conforme recomendação do apóstolo Paulo em Efésios 4:17-22ss “E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente. Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração; os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza. Mas vós não aprendestes assim a Cristo, se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus; que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano” […]


] Aurélio, Dicionário da língua portuguesa, versão 2000

[2] Irineu, Atanásio, Orígenes e Agostinho, são pais da igreja nos séculos II a IV.

[3] Belzebu: (grego, Beelzebou.l (Beelzeboul) é nome de Satanás nos evangelhos, talvez derivado de um substantivo antigo designativo de uma divindade cananita (Baal-zebul), que significava “senhor do lugar alto”. 2 Reis 1-16 faz referência a este deus, que nesta passagem é chamado de bWbz> l[;b; (Baal-Zebube), que significa “deus das moscas”, talvez um trocadilho com o verdadeiro nome. O nome “ Belzebu ” aparece, assim, grafado nos evangelhos, em traduções para o português, derivado de antigos manuscritos redigidos em siríaco e latim.

No Amor de Cristo, Jesus

 

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 2026 Universalidade da Bíblia

Pr.Capl. Carlos Borges(CABB)

 

 

 

terça-feira, 11 de agosto de 2026

AS SEIS FASES DA SEMEADURA

 

AS 6 FASES DA SEMEADURA

1-Semeadura

2-Germinação

3-Crescimento

4-Floração

5-Frutificação

6-Colheita

 

A principal passagem sobre a lei da semadura está em Gálatas 6:7-8 , onde está escrito:

" Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna."

Outras passagens bíblicas sobre semadura:

Livro e

Conteúdo principal

2 Coríntios 9:6-10

"Quem semeia pouco, pouco também ceifará; e quem semeia, colher com fartura, com abundância colherá"

João 4:8

"Quem cultiva o mal e semeia maldade, isso também colherá"

Provérbios 22:8

"Quem semeia a injustiça colhe a maldade"

Provérbios 11:18

“O que semeia justiça recebe galardão seguro”

Mateus 13

Parábola do semeador (Jesus explica sobre diferentes tipos de terra que recebem a semente)

O princípio é simples: cada pessoa colhe aquilo que semeia — nossas ações têm consequências.

Acompanhamentos

Qual o significado da Parábola do Semeador em Mateus 13

Como aplicar o princípio de gálatas 6:7 no dia a dia

Diferença entre semear para a carne e semear para o Espírito

Na vida publica existe a LEI DA SEMEADURA, ela em 6 fases, hoje muitos estão colhendo do que plantaram, normalmente se colhe do que plantamos, seja bom ou mal.

Pr. Capl. Carlos Borges

cborgescabb@gmail.com

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