domingo, 23 de agosto de 2026

UM POUCO DA HISTÓRIA DE ADÃO, QUE POUCOS CONHECEM

 ADÃO-É difícil imaginar os sentimentos de Adão como primeira e única pessoa na terra. Hoje em dia, experimentamos solidão. Adão, contudo, não sabia o que era conviver com outro ser humano. Não tinha muito daquilo que faz parte de nossa essência: infância, pais, família e amigos. Teve de aprendera ser humano. Felizmente Deus não deixou que ele sofresse por muito tempo antes de lhe dar uma companheira ideal, Eva. Sua unidade era completa, inocente e aberta, sem nenhum elemento de vergonha.

Uma das primeiras conversas de Adão com sua nova e encantadora companheira deve ter sido a respeito das regras do jardim. Ants de Deus criar Eva, tinha dado a Adão total liberdade no jardim, bem como a responsabilidade de cuidar dele. Além disso, ele o havia proibido de comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Adão deve ter tratado desse assunto com Eva. Quando Satanás abordou Eva, ela sabia que não devia comer do fruto da árvore. Ainda assim, decidiu comer do fruto proibido. Em seguida, ofereceu-o a Adão, que não parou para considerar as consequências. Foi em rente e comeu.

Naquele momento de rebelião, algo belo e livre se despedaçou: a Criação perfeita de Deus. Adão foi separado de Deus por seu desejo de agir por própria conta. O efeito de atirar uma pedra em uma vidraça é o mesmo, não importa o tamanho da pedra. Não há como juntar os incontáveis fragmentos do vidro estilhaçado.

No entanto, quando Adão pecou, Deus já havia colocado um plano em ação para superar os efeitos da rebeldia. A Bíblia toda é a história de como se desenrola esse plano que, no final, leva à visita do próprio Deus à terra por intermédio de Seu Filho, Jesus. A vida sem pecado de Jesus e a sua morte tornam possível que Deus ofereça perdão a todos. Nossos atos de rebeldia – sejam eles grandes ou pequenos-provam que somos descendentes de Adão. Somente ao pedirmos perdão a Jesus Cristo podemos nos tornar filhos de Deus.

·        Virtudes e realizações-Deu nomes aos animais, cuidou do jardim do Éden, Pai da raça humana, primeira pessoa criada à imagem de Deus, e o primeiro humano a ter um relacionamento pessoal chegado com Deus.

·        Fraquezas e erros- Evitou responsabilidades e culpou outros, preferiu se esconder em vez de confrontar, apresentou desculpas em vez de reconhecer a verdade. Maior erro: junto com Eva, trouxe o pecado ao mundo.

·        Lições de sua vida- Como descendente de Adão, todos refletimos a imagem de Deus, e Deus quer ter conosco um relacionamento próximo. Embora as pessoas tenham liberdade de agir de forma incorreta, Deus quer que escolham obedecer-lhe. Não devemos culpar os outros por nossos erros. Não podemos nos esconder de Deus.

·        Dados vitais-Onde: Jardim do Éden, provavelmente localizado na região onde é hoje o IRAQUE ou o IRÃ. Ocupações: intendente; jardineiro; agricultor. Parente: esposa: Eva. Filhos: Caim e Abel, Sete e vários outros filhos. O único homem que nunca teve mãe e pai terreno.

·        Versículos importantes- “Foi a mulher que me deste! Ele me ofereceu do fruto, e eu comi” (Gn.3.12). Assim como todos morremos em Adão, todos que são de Cristo receberão nova vida (1 Co.15.22).

·        A história de Adão é relatada em Gn.1.26-55. Ele também é mencionado em 1 Cr.11.; Lucas 3.38; Rom.5.14; 1 Co.15.22,45; 1 Tm.2.13-14.

Extraído de Estudo APLICAÇÃO PESSOAL-Versão: Nova Versão Transformadora
Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

OS ATRIBUTOS DE DEUS

 O QUE SÃO ATRIBUTOS

1-Atributos são as particularidades, qualidades e características  que são próprias de alguém  ou algo.
2-Por norma, os atributos  estão relacionados com aspectos positivos.
3-Os atributos costumam ser características  exclusivas de determinada pessoa, grupo ou coisa.
ATRIBUTOS DE CRISTO
1-Fé, se você tem fé em Cristo, você acredita  que Ele é o Filho de Deus, o Unigênito do Pai na carne.
2-ESPERANÇA- Esperança é a firme confiança de que o Senhor cumprirá as promessas que nos fez, Caridade e Amor.
3-A caridade é o puro amor de Cristo.
4-Viturde.
5-Paciência.
6-Humildade.
7-Por meio do poder  de Sua graça,você pode se tornar uma pessoa melhor e mais semelhante a Cristo. 
8-Fé se você tem fé em Cristo, você acredita que Ele sendo o legitimo  Filho de Deus e está outorgado por Deus para fazer prodigios e maravihas aqui na terra atraves do Espirito Santo, o nosso consolador, que está conosco até a volta de Jesus quando vier buscar a sua Noiva, a Sua  IGREJA LEGÍTIMA,  QUE ESTÁ LAVADA E REMIDA NO SANGUE  DO CORDEIRO, que tira todo o pecado do mundo.
9- Alguns exemplos, que são:
ONIPOTÊNCIA
ONISCIÊNCIA
ONIPRESENÇA
IMUTABILIDADE
ETERNIDADE
10-Quanto aos atribitos comunicáveis são assim chamados porque, de alguma forma, são comunicados, compartilhados com os seres  humanos e também porque são reflexos do caráter de Deus  e que podem ser experimentados  e vivenciados por nós.
QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS DE DEUS
1-Geralmente os estudiosos entendem que a infinidade de Deus também aparece revelada atrvés de outros atributos. ONIPRESENÇA, ONISCIÊNCIA,E A ETERNIDADE.
2-ONIPRESENÇA-significa que Deus não é limitado de nenhuma forma pelo espaço.
QUANTOS E QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS DE DEUS
1-De modo apenas  didático, os atributos naturis de Deus envolvem Sua essências( ex.eternidade, imutabilidade) e os atributos morais, Sua vontade (Ex. santidade, justiça).
2-Os atributos incomunicáveis são aqueles exclusivos de Deus, como a ETERNIDADE E A   ONIPOTÊNCIA
QUAL É O MAIOR ATRIBUTO DE DEUS?
1-Eterno, nunca muda, sem limites,  espírito, únio,três  em um, Deus não foi criado por outro ser...
2-Ele sempre existiu, por toda a eternidade, sem princípio nem fim.
3-A Biblía diz que Deus é espiríto
4-Isso significa que Ele não está limitado pelas regrasda física nem do tempo.
QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS NATURAIS E MORAES DE DEUS?
1-A base dos atributos morais de Deus é a Sua Santidade
2-Conhecidos também como atributos comunicáveis, estes são assim alinhados:SANTIDADE, JUSTICA, BONDADE,MISERICÒRDIA, AMOR, VERDADE E SABEDORIA.
QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS CRISTÃOS?
1-Compaixão,perdãoe e gratidão são atributos cristãos que têm a caridade em sua essência.
2-COMO SABER OS ATRIBUTOS INVISÍVEIS DE DEUS?
3-Os atributos  invisíveis  de Deus, isto,é, o Seu eterno poder  e a Sua divindade, claramente  se reconhecem, desde a criação do mundo.
4-Sendo percebido por meio das coisas que Deus fez.
5-Por isso,os seres humanos são indisculpáveis.    
Pr. Capl. CArlos Borges (CABB)

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

A Blasfêmia contra o Espírito Santo ( Universalidade da Bíblia)

 


 

 

 

“Portanto, eu vos digo: Toda forma de pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens
E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro.”
(Mateus 12.31-32)

Do grego (blasphemia) blasphemía, pelo latim blasphemia:

1- palavras que ultrajam divindade ou a religião.

2- Ultraje dirigido contra pessoa ou coisa respeitável[1].

A declaração apresentada por Jesus neste episódio distingue a blasfêmia contra o Espírito Santo de todos os outros tipos de pecados que um ser humano pode cometer.


É preciso, no entanto, apresentar ao leitor um dado a muito conhecido pelos teóricos do Novo Testamento com relação as expressão usadas neste período. A tradução Versão Autorizada Inglesa (King James) acertadamente traduz a expressão passa hamartia por“toda forma de pecado”. É evidente, no entanto, que o sentido da expressão é “toda outra espécie de pecado”. Portanto, a blasfêmia contra o Espírito Santo não está inclusa nesta expressão. As traduções de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Atualizada no Brasil (sociedade Bíblica do Brasil) e revista e corrigida, traduzindo literalmente do grego, todo pecado, obscurecem o sentido mais amplo.

Existem, portanto, várias interpretações sobre o que realmente é blasfemar contra o Espírito Santo. Todos parecem saber que esse delito é imperdoável, porém as opiniões se divergem amplamente quanto ao que ele realmente pode ser. Alguns afirmam ser o suicídio, outros o adultério. Também há quem diga ser a rejeição do evangelho depois da vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Poucos se detêm a examinar o contexto das referências à blasfêmia contra o Espírito Santo, como acontece na maioria dos casos dos assuntos aparentemente divergentes na Bíblia. A análise cuidadosa do texto elucida alguns pontos aos quais devemos atentar. Os textos relevantes são encontrados nos três primeiros evangelhos chamados evangelhos sinóticos (que devem ser vistos em conjunto). Em Mateus 12, as afirmações de Jesus sobre blasfemar contra o Espírito Santo ocorreram quando ele curou um homem cuja possessão demoníaca o havia feito cego e mudo. Em Marcos 3, a cura não é mencionada, Lucas registra a cura no capítulo 11 e menciona a blasfêmia contra o Espírito Santo em 12.10.

Afirmar que o mal é o bem e que luz é trevas, era pratica comum entre os fariseus. Esta prática traz em si mesma um alerta anunciado pelo profeta Isaias (Is 5.20) e agora reinterpretado por Jesus como Blasfêmia contra o Espírito Santo.

Na história da Igreja, muitos estudiosos emitiram sua opinião sobre o assunto:

Para Irineu, Blasfêmia contra o Espírito Santo seria a rejeição do evangelho;

Atanásio – a negação da divindade de Cristo, a qual teve sua evidencia ao homem pela concepção do Espírito Santo;

Orígenes – toda a quebra da lei após o batismo, Agostinho – a dureza do coração humano rejeitando a obra de Cristo[2].

Vemos que a acusação feita contra Jesus em Mateus 12.24 “Este não expulsa os demônios senão por Belzebu, príncipe dos demônios”[3] de que ele não passa de um curandeiro, cujos exorcismos são feitos pelo poder maligno, acusação que se repete nos evangelhos. Contesta-se, o verdadeiro significado do poder e das obras do Messias. Não vemos no texto a negação da realidade do milagre, mas a acusação de que são diabólicos, nega-os como sinais do poder soberano de Deus. A reação de Jesus acontece em meio a uma série de parábolas rápidas que demonstram ser ilógico pensar que Satanás daria poderes a Jesus a fim de destruir a si próprio. A última parábola (Mat.12:29), acerca de apoderar-se dos bens do valente, pode ser uma alusão a Isaías 49:24-25, em que Deus descreve a salvação futura com o mesmo tipo de figura de linguagem.

A existência de um pecado imperdoável tem mexido com a mente dos cristãos em todo mundo em todos os séculos do cristianismo. Podemos observar no contexto apresentado pelo evangelista, que a advertência de Jesus dirige-se contra os que rejeitam sua mensagem ao chamá-la de satânica. No entanto, vemos que, se há preocupação, pelo fato de que algo possa eliminar o ato do perdão de Cristo é, ironicamente, evidência de que o homem crê em Cristo e que o mesmo foi enviado por Deus, e constitui, assim, prova de que tal pessoa não cometeu o pecado contra o qual o Senhor adverte.

Para compreendermos melhor esse assunto é preciso termos em mente o que de fato é a graça dispensada por Deus aos homens.

Dietrich Bonhoeffer, em sua obra intitulada Nachfolge, traduzida em português com título “Discipulado”, traz uma das melhores definições para este tópico, ao dizer que a graça barata é a maior inimiga de nossas igrejas, quando na verdade deveríamos defender a graça preciosa.

Graça barata é graça como refugo, perdão malbaratado, consolo malbaratado, sacramento malbaratado – é graça como inesgotável tesouro da Igreja, distribuído diariamente com mãos prontas, sem pensar e sem limites; a graça sem preço, sem custo. A essência da graça seria, ao que pensamos, a conta ter sido liquidada antecipadamente e para todos os tempos. Estando a conta paga, pode-se obter tudo gratuitamente. Por ser infinitamente grande o preço pago, são também infinitamente grandes as possibilidades de uso e dissipação. Que seria graça se não fosse barata? […]

A graça preciosa é o tesouro oculto no campo, por amor do qual o homem sai e vende com alegria tudo quanto tem; a pérola preciosa, para adquirir a qual o comerciante se desfaz de todos os seus bens; o governo régio de Cristo, por amor do qual o homem arranca o olho que o escandaliza; o chamado de Jesus Cristo, ao ouvir do qual o discípulo larga as suas redes e o segue. A graça preciosa é o Evangelho que há que se procurar sempre de novo, o dom pelo qual se tem que orar, a porta à qual se tem que bater. Essa graça é preciosa porque chama ao discipulado, e é graça por chamar ao discipulado de Jesus Cristo; é preciosa por custar a vida ao homem, e é graça por, assim, lhe dar a vida,- é preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador. Essa graça é sobretudo preciosa por tê-lo sido para Deus, por ter custado a Deus a vida de seu Filho fostes comprados por preço” – e porque não pode ser barato para nós aquilo que para Deus custou caro. A graça é graça sobretudo por Deus não ter achado que seu Filho fosse preço demasiado caro a pagar pela nossa vida, antes o deu por nós. […]

A maneira como Bonhoeffer descreve o significado de “graça”, nos tranqüiliza no sentido de que, uma vez participantes dessa graça preciosa, temos instintivamente maior zelo em relação ao Sagrado. Logo somos guardados de blasfemar contra o Espírito Santo, no entanto continuamos sujeitos, como não poderia ser diferente, ao cometimento dos demais pecados.

Atribuir as obras de Deus ao Diabo foi, no período patrístico e na idade média, o pressuposto usado para condenar à inquisição aqueles que de alguma forma não concordavam com o pensamento teológico da igreja vigente em sua totalidade nos assuntos doutrinários, como a Trindade e a divindade de Cristo. Desta maneira, declarava-se maldito, partindo do pressuposto que blasfemaram e, por conseguinte, não haveria perdão para os tais, nem de Deus nem da Igreja.

Na sociedade pós-moderna este fato poderia se repetir, atribuindo o mesmo adjetivo ao mesmo tipo de comportamento, como por exemplo, os adeptos da confissão positiva, que acreditam que podem “determinar” que Deus cumpra isso ou aquilo, excluem deliberadamente os que não aderem esse tipo de comportamento como prática litúrgica, esquecem, no entanto que, o próprio Deus, criador dos céus e da terra, não se submete aos nossos anseios. Outro tipo comum em nossos tempos poderíamos assim dizer, são aqueles que impedem que as mulheres tenham seu papel no ofício religioso, tolhendo-as no meio eclesiástico de realizar algo além do que o ideal machista permite.

Semelhante a estes, podemos ressaltar, são aqueles ensoberbecidos que ousam descrever o Ser de Deus e os seus atributos, como se O Criador eterno fosse um objeto, passível de análise, excluindo séculos de pesquisas e teorias daqueles que buscaram entender, não o inimaginável do Eterno, mas os aspectos tangíveis manifestos na vida e no comportamento do ser humano.

Esse tipo de ultraje ao Sagrado, embora não seja uma blasfêmia contra o Espírito Santo no sentido mais estrito do termo, certamente se constitui em um outro pecado; a idolatria, tão condenável quanto, porém perdoável, uma vez que Deus deu o seu único filho para que todo aquele que nele crê não se perca mas tenha a vida eterna -(Jo 3.16).

A blasfêmia contra o Espírito Santo é rejeitar a graça preciosa para a salvação em Jesus Cristo. Desta forma podemos concluir que apenas aqueles que se declaram apáticos as boas novas do Cristo, poderiam blasfemar contra o Espírito Santo, e não os cristãos, conforme recomendação do apóstolo Paulo em Efésios 4:17-22ss “E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente. Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração; os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza. Mas vós não aprendestes assim a Cristo, se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus; que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano” […]


] Aurélio, Dicionário da língua portuguesa, versão 2000

[2] Irineu, Atanásio, Orígenes e Agostinho, são pais da igreja nos séculos II a IV.

[3] Belzebu: (grego, Beelzebou.l (Beelzeboul) é nome de Satanás nos evangelhos, talvez derivado de um substantivo antigo designativo de uma divindade cananita (Baal-zebul), que significava “senhor do lugar alto”. 2 Reis 1-16 faz referência a este deus, que nesta passagem é chamado de bWbz> l[;b; (Baal-Zebube), que significa “deus das moscas”, talvez um trocadilho com o verdadeiro nome. O nome “ Belzebu ” aparece, assim, grafado nos evangelhos, em traduções para o português, derivado de antigos manuscritos redigidos em siríaco e latim.

No Amor de Cristo, Jesus

 

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 2026 Universalidade da Bíblia

Pr.Capl. Carlos Borges(CABB)

 

 

 

terça-feira, 11 de agosto de 2026

AS SEIS FASES DA SEMEADURA

 

AS 6 FASES DA SEMEADURA

1-Semeadura

2-Germinação

3-Crescimento

4-Floração

5-Frutificação

6-Colheita

 

A principal passagem sobre a lei da semadura está em Gálatas 6:7-8 , onde está escrito:

" Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna."

Outras passagens bíblicas sobre semadura:

Livro e

Conteúdo principal

2 Coríntios 9:6-10

"Quem semeia pouco, pouco também ceifará; e quem semeia, colher com fartura, com abundância colherá"

João 4:8

"Quem cultiva o mal e semeia maldade, isso também colherá"

Provérbios 22:8

"Quem semeia a injustiça colhe a maldade"

Provérbios 11:18

“O que semeia justiça recebe galardão seguro”

Mateus 13

Parábola do semeador (Jesus explica sobre diferentes tipos de terra que recebem a semente)

O princípio é simples: cada pessoa colhe aquilo que semeia — nossas ações têm consequências.

Acompanhamentos

Qual o significado da Parábola do Semeador em Mateus 13

Como aplicar o princípio de gálatas 6:7 no dia a dia

Diferença entre semear para a carne e semear para o Espírito

Na vida publica existe a LEI DA SEMEADURA, ela em 6 fases, hoje muitos estão colhendo do que plantaram, normalmente se colhe do que plantamos, seja bom ou mal.

Pr. Capl. Carlos Borges

cborgescabb@gmail.com

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