AS CONSEQUENCIAS DO JUGO DESIGUAL
Texto Básico: Neemais 13:23-29
"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que
sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as
trevas?"(2Co 6:14)
INTRODUÇÃO
O casamento não é um contrato social. É a união
divinamente dirigida, de um homem com uma mulher, com o objetivo de constituir
família e servir e adorar a Deus. Essa união deve ser entendida no sentido
amplo e abrangente; trata-se de uma união, ao mesmo tempo, espiritual, física e
social.
O casamento é a única forma de união consagrada por Deus para a constituição da
família, objetivando o bem-estar do ser humano em todos os aspectos da vida.
Foi o próprio Deus quem instituiu o matrimônio. Na Bíblia, vemos o casamento
elevado a um nível bem alto, como observamos na Epístola aos Hebreus 13.4:
"Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos
que se dão à prostituição, e aos adúlteros Deus os julgará".
Nesta aula estudaremos acerca do casamento misto; veremos como o cristão deve
encarar o casamento, e compreender que as uniões mistas prejudicam o povo de
Deus. Deus nunca aprovou a união dos israelitas com os outros povos. Todas as
vezes que Israel desobedeceu à ordenança do Senhor sobre o casamento misto,
sofreu duras consequências. Da mesma forma também não é da vontade de Deus o
casamento entre o fiel e o infiel; a Bíblia chama isso de jugo desigual. Como
pode haver comunhão genuína entre o casal, que não concorda entre si sobre
questões espirituais? Diz a Bíblia: "Porventura andarão dois juntos, se
não estiverem de acordo?"(Am 3:3).
I. O CASAMENTO NO ANTIGO TESTAMENTO
Não é de hoje que o assunto "casamento misto" vem sendo
apresentado nas Escrituras como um dos grandes perigos ao Reino de Deus, desde
a fundação de Israel até os dias da Igreja. Há pessoas que pensam que Deus tem
em mente, proibindo os casamentos mistos, tirar a alegria de um casal que
pretende se unir pelos laços do matrimônio. O que o Senhor deseja é ver
preservada a comunhão com Ele. O Senhor mesmo instituiu o casamento como uma
regra, mas deixou claro uma exceção: a união entre quem pertence ao povo de
Deus com uma pessoa que não pertence ao povo de Deus. Deuteronômio 7:3,4 deixa
claro a forma com que os israelitas deveriam se portar quando entrassem na
terra prometida: não deveriam realizar pactos de paz com as nações que lá
existiam, e principalmente não aparentar-se com elas. O princípio ordenado por
Deus aos israelitas é que eles reconheçam o Senhor como único e verdadeiro Deus.
1. A natureza do casamento. O casamento tem por objetivo não
somente a necessidade do homem de procriação e de companhia, mas também de
satisfazer suas necessidades sexuais. Na cidade de Corinto a imoralidade sexual
era descomedida e sem limite. E os cristãos daquela igreja, principalmente os
incautos e os solteiros, corriam sério perigo em sua vida espiritual e no
padrão moral familiar. Tal como era naquela cidade, acontece hoje. Por isso a
recomendação de Paulo sobre a necessidade do casamento é bastante clínica:
"mas, por causa da prostituição, tenha cada homem sua própria mulher e
cada mulher seu próprio marido"(1Co 7:2). Este versículo mostra que o
casamento trata de uma aliança monogâmica e heterossexual, comprometendo um
homem e uma única mulher(Gn 1:26,27; 2:18; 3:16). Portanto, o ajuntamento
homossexual é uma excentricidade e uma abominação aos olhos de Deus(ler Lv
18:22).
Também, o texto de 1Corintios 7:2 estabelece o princípio de que a ordem de Deus
para seu povo permanece como sempre foi, a saber, que cada pessoa deve ter
apenas um cônjuge - é o princípio da monogamia; a afirmação de que cada homem
deve ter a sua própria mulher implica monogamia.
O escritor aos Hebreus diz que devemos respeitar o casamento e que este
deve ser constituído "sem mácula", ou seja, sem mancha (Hb
13:4). Qual seria a mancha deste casamento? O mesmo texto que nos manda
respeitar o casamento responde: a prostituição, ou seja, a impureza sexual (que
envolve toda e qualquer prática sexual antes do casamento) e o adultério (que é
a prática sexual de um casado com quem não é seu cônjuge).
O casamento entre o homem e uma mulher quando é realizado com amor recíproco
preserva e protege a pureza moral da sociedade a partir da família.
O casamento é uma aliança, um pacto, então não deve ser quebrado. Se o
nosso Deus é um Deus de aliança, e Ele não quebra nem permite quebra de
aliança, também não permite que o casamento seja quebrado. Como Deus não se
divorcia do seu povo, assim ele não permite que marido e mulher se divorciem.
Divorciar-se é quebrar o matrimônio da Aliança. Lemos em Malaquias 2:16: "Porque
o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio...".
Precisamos compreender o texto de Mateus 19:1-7 em que Jesus diz que o divórcio
é proibido, mas que foi permitido por causa da dureza do coração. Deus nunca
intencionou o divórcio, pois este contraria a essência do casamento como uma
aliança que nunca deverá ser quebrada, anulada. Você então pergunta: Por que
foi dada a permissão para o divórcio conforme Mateus 19:7? Jesus responde em
Mateus 19:9: "Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações
sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério...". Note bem que
a única razão para o divórcio conforme Jesus é o adultério, e isto para
proteger a parte inocente, e não para dar às pessoas uma maneira fácil de cair
fora de um relacionamento desagradável. Fora do adultério, o casamento só pode
ser dissolvido pela morte. Divórcio é o atestado do pecado humano.
2. Casamentos proibidos. O povo de Israel recebeu advertências
enérgicas de não se misturar com as nações pagãs e idólatras que habitavam em
Canaã (Dt 7:1-5). Deus havia escolhido Israel para ser o seu povo próprio,
separado para Ele(ler Dt 7:6-11). Não desejava que fosse como as outras nações.
Não o escolheu por ser mais numeroso (era o menor de todos os povos).
Escolheu-o simplesmente porque o amava e desejava que lhe obedecesse em todas
as coisas, inclusive não promovendo matrimônios com pessoas fora da sua
linhagem.
Neemias usou como exemplo os erros de Salomão para ensinar o seu povo
(Ne 13:26). Se um dos maiores reis de Israel caiu por causa da influência dos
incrédulos, outras pessoas também poderiam cair. Neemias enxergou este
principio no exemplo de Salomão. Seus dons e pontos fortes não terão beneficio
algum se você falhar em lidar com suas fraquezas. Embora Salomão tenha sido um
grande rei, seus casamentos com mulheres estrangeiras trouxeram uma grande
tragédia para todo o seu reino (ler 1Reis cap. 11). Sob a influência de suas
mulheres estrangeiras, Salomão construiu altares aos deuses estranhos, caindo
assim no pecado da idolatria (ler 1Rs 11:6-8). Uma propensão ao pecado deve ser
rapidamente reconhecida e tratada; caso contrario, ela pode nos dominar e
derrubar. Portanto, devemos ter cuidado com as uniões que vão de encontro aos
princípios estabelecidos por Deus ao seu povo, exarados na Bíblia Sagrada.
II. O CASAMENTO MISTO NO TEMPO DE NEEMIAS
1. A constatação do erro. Não sabemos o motivo dos casamentos mistos
entre os israelitas, mas sabemos que Deus se desagradara deles, e que exigia
uma mudança urgente daquela situação. Neemias relata que houve consenso entre
os filhos de Israel, de não entregarem suas filhas para os povos da terra, nem
desses povos tomarem esposas para seus filhos (Ne 10:30). Mas quando do seu
retorno à Jerusalém, constatou que havia irregularidades em muitos casamentos,
até mesmo na linhagem sacerdotal (Ne 13:28); o mesmo erro que levou Salomão à
queda espiritual(Ne 13:26; veja 1Rs 11:5). Ele disse: "Vi também,
naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdonitas, amonitas e
moabitas"(Ne 13:23). Agora, deveriam se separar dos seus cônjuges
estrangeiros (Ne 13:30). Deve ter sido uma situação muito difícil para aqueles
homens. Não é fácil cortar laços familiares antigos, mas Deus o exigiu, a fim
de que o povo pudesse ser abençoado e cumprisse os mandamentos do Senhor. É
claro que para a Igreja isso não seria aplicável (ler 1Co 7:12,13). O compêndio
doutrinário da Igreja é o Novo Testamento; não estamos mais debaixo da lei, mas
da Graça de Deus (cf Rm 6:14). Todavia, a admoestação do apóstolo Paulo é que
os crentes devem casar "no Senhor" (cf 1Co 7:39). Isso
significa, em primeiro lugar, que a pessoa cristã deve casar-se com uma pessoa,
também, cristã, desde que seja "no Senhor", ou seja, "segundo
a vontade do Senhor". Em outras palavras, a pessoa cristã pode
casar-se com uma pessoa, também, cristã e, ainda assim, estar fora da vontade
do Senhor. A pessoa deve buscar a orientação de Deus nessa importante questão e
casar-se com a pessoa que Deus preparou para ela.
Entre as diversas formas com que Deus pode ser esquecido como único e
verdadeiro Deus é justamente quando um de seus filhos ou filhas resolve se unir
com quem não é filho dEle. Esse tipo de convivência tende a suprimir a fé de um
dos cônjuges, e afastá-lo de suas crenças e culto. Essa é uma forma de se negar
a Deus, e começa justamente pelos sentimentos que um(a) crente nutre por um(a)
não-crente. Isto pode parecer radical para algumas pessoas hoje, mas Deus deixa
claro o motivo: "pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que
servissem a outros deuses"(Dt 7:4). Portanto, Deus, em sua sabedoria,
determinou que o povo fosse preservado em sua fé também a partir do matrimonio.
2. As consequências do casamento misto. O casamento misto sempre
foi um problema na história do povo de Deus. O dilúvio foi provocado quando os
filhos de Deus se casaram com as filhas dos homens, ou seja, quando houve
casamentos entre aqueles que serviam a Deus com aqueles que não O serviam (Gn
6:1-3). Mais tarde, quando o povo de Israel entrou na Terra Prometida, o
casamento misto foi uma das causas da apostasia espiritual da nação, desaguando
no cativeiro babilônico (Êx 34:16). Ao tirar Israel do Egito, Deus ordenou-lhe,
de modo claro e veemente, que não se misturasse com outros povos (cf Ex
34:12,16).
O casamento misto pode provocar: conflitos conjugais, desmoronamento do
lar, perda das referencias culturais e espirituais (Ne 13:23-29). Veja o que
Neemias diz: "E seus filhos falavam meio asdonita e não podiam falar
judaico, senão segundo a língua do povo"(Ne 13:24). O que Neemais quis
dizer aqui? Perda de referencias culturais e, também, espirituais. Os filhos
desses casamentos mistos não conseguiam falar a língua de Israel de forma
correta, mas falavam a língua dos países dos quais um de seus pais era oriundo;
isto significava que elas não estava sendo educadas no caminho de Deus(Lv
20:7), mas educadas na cultura pagã e, sem dúvida, nos seus ritos pagãos. Isso
deixou Neemias bastante irritado, a ponto de agir de forma violenta contra
alguns deles (Ne 13:25).
Não é muito diferente na igreja hoje. Há jovens em nossas congregações
que se enamoram não crentes, imaginando que no relacionamento poderão ganhá-los
para Jesus, como se o namoro fosse uma forma adequada de evangelismo. Essa
"estratégia" não tem o apoio do Senhor, até porque o nosso testemunho
fala mais alto quando obedecemos a Deus, e não quando o desobedecemos em
assuntos tão importantes como esse.
Portanto, o motivo para proibirem o casamento misto não era racial, mas
espiritual. A questão não era preconceito racial, mas pureza doutrinária. A
mistura de credos levaria ao afrouxamento das relações com Deus. Esdras (Ed
9:1-3), Neemias (13:23- 29) e Malaquias (Ml 2:10-16) confrontaram esse problema
de forma firme depois do cativeiro babilônico.
Os casamentos mistos foram tão sérios em Israel que até filhos de sacerdotes se
casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10:18; cf Ne 13:28). Isto quase atingiu
fatalmente o coração da religião judaica. Um dos filhos de Joiada, filho do
sumo sacerdote Eliasibe, casou-se com uma filha de Sambalate, o grande inimigo
dos judeus (cf Ne 13:28).
Portanto, o princípio espiritual de se evitar o casamento misto é lealdade a
Deus. Essas uniões mistas com estrangeiros pagãos eram condenadas pela lei
(Ex 34:12-16; Dt 7:3; Ed 9:12,14), mas era permitida quando o estrangeiro era
convertido a Deus. Rute, por exemplo, sendo moabita, casou-se com Boaz e
tornou-se membro da família genealógica do Messias.
III. RESPONSABILIDADE MINISTERIAL ACERCA DO CASAMENTO
1. O jugo desigual. O povo de Israel havia prometido não permitir
que seus filhos se casassem com pagãos (Ne 10:30). Mas na ausência de Neemias o
povo havia se casado com pagãos, desobedecendo, ostensivamente, a aliança que
havia previamente firmada com Deus. Neemias ficou indignado com a desobediência
do povo. A reação de Neemias foi bastante enérgica e contundente (Ne 13:25).
Ele adotou várias medidas saneadoras tanto na administração da cidade quanto no
exercício do santo ministério. Ele sabia que o povo jamais teria a benção de
Deus se continuasse a misturar-se com os idólatras. O severo tratamento
aplicado por Neemias aos israelitas que quebraram o pacto com Deus contrasta
sua profunda fidelidade a Deus e a negligencia, desobediência e infidelidade do
povo (ver também Esdras 10:3). O jugo desigual não era e nem é permitido.
Não podemos ignorar os perigos do jugo desigual. O apostolo Paulo,
escrevendo sob a influência e inspiração do Espírito Santo, diz que precisamos
nos separar dos incrédulos e não nos envolvermos em alianças ou sociedades com
eles. Ele admoesta: "Não vos prendais a um jugo desigual com os
infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que
comunhão tem a luz com as trevas?"(2Co 6:14).
A palavra "jugo" refere-se à canga, um
implemento de madeira, utilizado para prender uma junta de bois pelo pescoço e
ligá-los à carroça ou ao arado. Se alguém tentasse prender um boi com uma mula
por meio do jugo, o resultado seria desastroso, pois eles não trabalhariam bem
em conjunto (ler Dt 22:10). Dois bois ou duas mulas seriam bons, mas as
diferenças de temperamento e de tamanho entre bois e mulas não permite combinar
os dois. O ponto aqui é que os crentes precisam evitar qualquer situação em que
fiquem em jugo desigual com um incrédulo. Isso inclui exemplos como namoro,
casamento, sociedades nos negócios, associações voluntárias (clubes, etc.) por
meio das quais aqueles que não têm os mesmos valores espirituais possam exercer
pressão sobre você. As amizades íntimas com as pessoas erradas também devem ser
evitadas.
2. As consequências do jugo desigual. O casamento é considerado
um pacto entre duas pessoas e Deus (Pv 2:17; Ml 2:14). Assim, o casamento
misto(jugo desigual) corrói a própria base do casamento. O lar deve ser a base
da sociedade, a estrutura sobre a qual uma nação se constrói. O Novo Testamento
testemunha contra o casamento de cristãos com incrédulos. Como já frisei acima,
Paulo pede aos cristãos que se casem "somente no Senhor"(1Co
7:39). Hoje, porém, como em outras épocas, alguns cristãos tentam apresentar
boas justificativas, imaginando que conseguirão levar o cônjuge incrédulo a
Cristo. Todavia, isso raramente acontece, e os filhos tendem a seguir o caminho
do cônjuge não regenerado, à semelhança das crianças israelitas do tempo de
Neemias, que não possuíam quaisquer referencias espirituais. E muitos, que no
inicio era cristão, com o decorrer do tempo se tornam apóstatas por influencia
do outro cônjuge descrente.
Querido irmão, tudo aquilo que não contribui em coisa alguma para nossa
aproximação com Deus deve ser evitado. Portanto, quando formos meditar sobre
esta ou aquela conduta, lembremo-nos que o que está em jogo é o nosso
relacionamento com Deus e que Deus quer que nós nos santifiquemos.
3. Uma recomendação sempre atual. Com relação ao casamento misto,
o rev. Hernandes Dias Lopes aponta três possibilidades: (1) o cônjuge incrédulo
não se converter; (2) o cônjuge incrédulo converter-se; (3) o cônjuge crente
afastar-se da igreja. Setenta e cinco por cento dos casamentos mistos tornam-se
experiências amargas para o cônjuge crente. Você teria coragem de pegar um vôo
para determinado destino sabendo que naquela rota 75% dos vôos estão caindo?
Você se aventuraria num casamento misto, sabendo que 75% por cento deles estão
naufragando ou enfrentando sérios problemas?
Os jovens precisam se acautelar nessa área vital da vida. Creio que todo
jovem crente precisa observar alguns aspectos antes de dizer sim no altar. A
pessoa com quem vai se casar já nasceu de novo? É uma pessoa que tem caráter
aprovado? Ela possui valores familiares sólidos? É uma pessoa que respeita os
pais? Ela respeita você? Essa pessoa ama você e demonstra isso em palavras e
atitudes? Seus pais apóiam esse relacionamento? As pessoas que acompanham você
testificam positivamente acerca desse relacionamento? Pense nisso!
Sejamos cautelosos e prudentes ao tomarmos decisões que influenciarão as
nossas vidas para sempre. A exemplo de Neemias, oremos ao Senhor, pedindo-lhe
que venha abençoar e purificar o seu povo(Ne 13:29)!
CONCLUSÃO
Água e óleo não se misturam, porque são substancias heterogêneas. Com os
casamentos mistos acontece a mesma coisa, ou seja, humanamente pode haver uma
ligeira impressão de unidade, mas Deus não vê assim. Isto significa que casamentos,
cujos cônjuges professam fé diferente e que não tem a Bíblia como regra de fé e
pratica é como água e óleo num mesmo recipiente, não há unidade. Como andarão
juntos se não professam a mesma fé? Qual educação religiosa prevalecerá em
relação aos filhos? Em que tipo de fé serão ensinados? Sigamos,a ordem do
Senhor de não contrair matrimonio com os infiéis, para que tenhamos uma família
abençoada por Ele. Amém?
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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus –
Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com
Retransmitido por:Ev. Carlos Borges(CABB)