quinta-feira, 4 de julho de 2024

JESUS CONFORTA OS DISCÍPULOS E PROMETE O CONSOLADOR

 


Introdução: Jesus estava se despedindo dos discípulos. Aquela era a quinta feira do Getsêmani, do suor de sangue, da traição de Judas , da negação de Pedro, da prisão  de Jesus. Nesse momento crucial Ele é quem conforta e instrui Seus discípulos

 I NÃO SE TURBE O CORAÇÃO

1-Creia em Deus e em JESUS (Jo. 14.1).

1.      Essa expressão foi uma forma de dizer aos discípulos que eles não precisariam se preocupar, pois eles não estariam sozinhos, mesmo depois da sua morte e ressurreição.

2.      Jesus está pedindo aos discípulos que confiem nele e que não se deixassem abalar pelas adversidades.
Não se turbe o vosso coração significa: não fique com o coração perturbado ou não fique com o coração inquieto.

3.      A expressão "não se turbe o vosso coração" era uma mensagem de conforto que Jesus deu aos seus discípulos num momento de incerteza: sua crucificação.

4.      Jesus continuou derramando uma palavra de esperança no versículo seguinte, em João 14:2 disse: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar".

5.      Cristo liberou a promessa de preparar o céu como nossa morada eterna.

 2- O céu é o Nosso Lar (Jo. 14.2).

1.      O que Jesus quis dizer com na casa de meu Pai a muitas moradas?

2.      Jesus expressa de forma clara no que consiste a real esperança da mensagem cristã. “Na casa de meu pai há muitas moradas”…

3.      O que nos faz ter convicção que a igreja é o povo que vai morar no céu”.

4.      O céu é uma casa, não uma tenda ou tabernáculo.

5.      Todos os verdadeiros cristãos são bem – vindo a essa felicidade como sua casa.

6.      Há mansões lá, moradas distintas, um apartamento para cada um.

7.      A própria casa é permannete; nossa permanência nela não é por pouco tempo, mas perpétua.

8.      Há muitas mansões, pois há muitos filhos para serem levados à glória: vou preparar-vos lugar.

9.      Acredite e considere que o plano de Cristo ir embora era preparar um lugar no céu para seus discípulos (filhos)

10.    Ele foi tomar posse por nós, como nosso advogado ou defensor, e assim proteger nossos direitos e prover por nós.

11.    O céu seria um lugar incompleto para um critão se Cristonão estivesse lá.     

 3-Como Jesus Descreve o Céu? (Jo. 14.3)

1.      Virei outra vez- À crença na segunda vinda de Cristo, da qual Ele nos deu a garantia, é um excelente conservante contra perturbações no coração (Fp. 4.5; Tg. 5.8).

2.      Ele voltará novamente para receber todos os Seus seguidores fiéis.

3.      Ele os envia privadamente à morte, e depois reúne-os um a um; no entanto, eles farão sua entrada pública numa ocasião solene, todos juntos no último dia, e então Cristo virá recebê-los, conduzi-los à abundância de Sua Graça e recebê-los na abundância de Sua Graça e recebê-los na abundância do Seu Amor.

4.      Onde Eu estiver: Onde eu estiver por pouco tempo, onde eu estiver eternamente; ali estareis por pouco tempo, ali estareis eternamente.

5.      Se Ele já preparou lugar para nós, Ele nos preparará para este, e nos dará posse no tempo devido.

 II O CAMINHO E A ORAÇÃO

1-Caminho Verdade e Vida (Jo. 14.4-6).

1.      1-E vocês conhecem o caminho para o lugar aonde eu vou.

2.    2--Então Tomé perguntou- Senhor, nos não sabe aonde é que o Senhor vai.

3.    3- Como podemos saber o caminho? Jesus respondeu- Eu Sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim.

4.   4-   Conhecereis o Caminho- Jesus Cristo está disposto a fazer o melhor pelo conhecimento de Seu povo, embora eles estejam fracos e impotentes.

5.      Por que Jesus disse “eu sou o caminho, a verdade e a vida”?

6.      Jesus disse “eu sou o caminho a verdade e a vida enquanto estava confortando seus discípulos acerca de sua partida iminente.

7.      Os discípulos estavam tristes, preocupados e perplexos com a informação de que Jesus estava de partida para um lugar que, naquele momento, eles não poderiam acompanhá-lo.

8.      Jesus então lhes disse que deixassem de estar preocupados e turbados de coração.

9.      Ele estava indo para a casa do Pai, e aquela separação não seria definitiva.

10.    Na verdade era exatamente o contrário disso.

11.     Sua partida seria necessária para que em breve eles também pudessem estar na casa do Pai juntamente com Ele.

12.    Saiba mais sobre o significado de “na casa de meu Pai há muitas moradas”.

 2-Mostra-nos o Pai (Jo. 14.7-11).

1.      Felipe faz a segunda pergunta mais significativa para fazer cessar todos os nossos temores: “Senhor mostra-nos o pai e isto nos basta (v. 8)”.

2.      Até então, os discípulos não tinham compreendido que aquele que vê Jesus vê o Pai, pois Jesus e o Pai são um. Jesus é a exegese do Pai (14.7-9).

3.      A frase “quem vê a mim vê o Pai” significa que Jesus é a revelação final de Deus. 

4.      Esta frase foi dita pelo próprio Jesus quando um de seus discípulos lhe pediu que Ele mostra-se o Pai (João 14:8, 9).

5.      Em outra ocasião, no mesmo Evangelho de João, Jesus também já havia ensinado esta mesma verdade, ao dizer: “Quem vê a mim, vê Aquele que me enviou” (João 12:45).

6.      Diante da iminência de sua partida, Jesus também disse ser o caminho que conduz ao Pai, e afirmou que quem o conhece, conhece também o Pai. 

7.      Então o apóstolo Filipe, talvez falando em nome dos demais apóstolos, pediu que Jesus lhes mostra-se o Pai (João 14:4-8).

8.      Este pedido expressa a má compreensão comum aos discípulos em certas ocasiões do ministério do Senhor Jesus.

9.      Assim como o apóstolo Tomé havia afirmado desconhecer o caminho (João 14:5), Filipe também afirmou ainda não ter visto o Pai.

3-Conforto da Oração (Jo. 14.12-15).

1.      Agora, pode e como o crente FARÁ AS MESMAS OBRAS E MAIORES?
Jesus disse: "porque eu vou para meu Pai".

2.      Jesus deixou este mundo e retornou aos céus, mas agora não da posição de HOMEM, mas como DEUS, cheio de majestade e poder.

3.      Ele envia o Espírito Santo, o mesmo Espírito que atuou sobre Ele aqui na terra quando na forma de Homem.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece.

4.      “Mas vós o conheceis, porque HABITA CONVOSCO E ESTARÁ EM VÓS”. João 14:16-17.

5.      Quem vai fazer é Ele mesmo através de nós, a IGREJA que é o seu CORPO.

6.      Lembrando alguns milagres realizados por homens iguais a eu e você:

 III O ESPÍRITO SANTO E A PAZ

1- Temos o Espirito Santo (14.16,17)

1.      “E eu rogarei ao Pai, e Ele vós dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós”. João 14:16, 17.

2.      Deus prometeu e cumpriu: Rios de águas vivas para saciar a sede espiritual de todos nós. É uma questão de recebermos.

3.      a) Jesus orou que o Pai enviasse outro Consolador para estar sempre conosco. Ele derramou o Espírito Santo, que tem estado aqui desde então.

4.      Agora, já não é questão de o Pai DAR o Espírito Santo a alguém.

5.      É questão de RECEBERMOS o Espírito Santo.

6.      Quando recebemos o Espírito Santo, recebemos a “Ele”, a uma pessoa e não a alguma influencia impessoal.

7.      Receber o Espírito Santo é mais do que uma experiência; uma personalidade divina vem habitar em nós – morar em nos – fazer em nós o seu lar.

8.       Não devemos ficar tão ocupados com uma experiência exterior que deixamos de perceber a realidade da presença do Espírito Santo que habita em nós.

9.      Se recebemos a plenitude do Espírito Santo, devemos estar conscientes da Sua presença a todo o momento.

10.    Não deveremos ter necessidade de depender da lembrança de alguma experiência na igreja há vários anos.

11.    O Espírito Santo deve tornar-se mais real e precioso para nós, todos os dias.   

 2-Desfrutemos o Amor do Pai (Jo. 14.18-24).

1.      A partida de Cristo era por demais dolorosa para seus discípulos.

2.      Mas o Senhor os consola.

3.      Que terno é Nosso Senhor, e estas palavras o provam.

4.      Ele cuida de seus amados dando-lhes alento em expressões que mostram que não há o que temer.

5.      Cristo os tranquiliza deixando claro que não é como um pai que morre e jamais volta, deixando seus filhos na completa orfandade.

6.      Não e não! Cristo não os deixaria sozinhos, mas logo voltaria.

7.      Oh amados irmãos em Cristo, oh amados discípulos do misericordioso Salvador, nunca estamos sozinhos.

8.      Há momentos em que você se sente perplexo ante as lutas da vida e abandonado por seus amigos?

9.      Oh não tema. Cristo não te deixa jamais.

10.    Ele está com você e não te deixou órfão.

11.    É sua revelação clara neste trecho.

12.    A hora que entendermos isto sairemos do desânimo e prosseguiremos, pois o Senhor está conosco.  .

 3-Deixo-vos a Paz (Jo. 14.25-31).

1.      O Senhor Jesus ainda faz três outras promessas aos Seus:

2.      (1) a nova vida que flui da Sua (v. 19).

3.       (2) um lugar especial no amor do Filho — e do Pai — para todo aquele que comprovar seu amor por Ele ao guardar os Seu mandamentos (vs. 21, 23).

4.       (3) e, finalmente, paz, a Sua própria paz (v. 27).

5.      Quão verdadeiro é que Ele não a dá “como a dá o mundo”.

6.       O Mundo oferece pouco e tira muito; distrai e retarda a consciência, agindo como uma droga tranquilizadora, a qual por um momento parece acalmar a ansiedade e os tormentos da alma, mas que é apenas uma ilusão de paz.

7.      A paz que o Senhor Jesus dá satisfaz completamente o coração, e, ademais, é eterna.

8.      Por fim, o Senhor diz aos Seus discípulos que o verdadeiro amor por Ele não deve buscar retê-lo egoisticamente aqui embaixo, senão que deve regozijar-se com Ele nesse Seu gozo (v. 28).

        Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)             


quinta-feira, 27 de junho de 2024

LIÇÃO DE HUMILDADE E O NOVO MANDAMENTO DO AMOR

 


João 13.117,31-35

Introdução: Sua humildade não procedeu da sua pobreza, mas da sua riqueza. Sendo rico, se se fez pobre. Sendo rei, fez-se servo. Sendo Deus, fez-se homem. Sendo soberano do universo, cingiu-se  com uma toalha e lavou os pés dos discípulos.

 I AMOR A TODA PROVA

1-Sua hora havia chegado (Jo. 13.1).  

1.      O amor é a ênfase maior desse capítulo (João 13). 

2.      O amor é renúncia da sua vida própria, e assim sendo, amor significa amar até o fim (João 3:16).

3.      Este foi o amor que Jesus mostrou através de seu ministério e o praticou até o final.

4.      A natureza de seu amor incondicional pelos seus discípulos e pelo o mundo.

5.      O amor é a ênfase maior desse capítulo (João 13).

6.      O amor é renúncia da sua vida própria, e assim sendo, amor significa amar até o fim (João 3:16).

7.      Este foi o amor que Jesus mostrou através de seu ministério e o praticou até o final.

8.      Ele nunca retirou a sua amorosa bondade, apesar de existirem pessoas que não acreditavam em seu ministério.

9.      Ele não deixou de lado os seus amigos antigos, mas permaneceu com eles; ele nunca deixou de amá-los e cuidar deles.

 2-Jesus Sabia que seria traído (Jo. 13.2).

1.      Quando você ama alguém verdadeiramente, você tem o desejo de dar-se livre e incondicionalmente a ponto de sacrificar-se.

2.      Deus pagou muito caro pela vida de seu filho, o preço mais alto que ele poderia pagar.

3.      Jesus aceitou o nosso castigo, pagou o preço pelos nossos pecados, e então nos ofereceu a vida nova que ele comprou para nós.

4.      Quando nós compartilhamos o Evangelho com os outros, nosso amor deve ser como o de Jesus.

5.      Um amor que abdica do próprio conforto e segurança a fim de que outros possam receber o amor de Deus.

6.      E na crucificação nós vemos a última revelação desse amor em sua extensão total.

7.      De fato, todo o Evangelho de João põe em evidência o amor incondicional.

8.      O amor de Deus não é estático ou centrado em si, ele atinge outros e os traz para si.

9.      É Deus que estabelece o modelo do amor verdadeiro, e a base para todos os relacionamentos de amor.

 3-Jesus Sabia da Confiança do Pai (Jo. 13.3).

1.      Seu amor incondicional como exemplificado através de sua própria humilhação voluntária.

2.      Jesus levantou-se, tirou a sua capa, e amarrou uma toalha em sua cintura.

3.      Jesus foi o servo modelo, e ele mostrou sua atitude de servo aos seus discípulos.

4.      Lavar os pés dos convidados era um trabalho para um servo doméstico fazer quando o convidado chegava.

5.      Mas Jesus amarrou a toalha em sua cintura como o escravo mais humilde fazia, lavou e enxugou os pés de seus discípulos.

6.      Você está disposto a seguir o exemplo de servir como Jesus?

7.      Por outro lado, o lavar os pés era algo que as esposas faziam pelos seus maridos, filhos pelos seus pais, e discípulos pelos seus mestres.

8.      Pode-se dizer que havia certo grau de intimidade nestes casos, diferente de quando escravos gentios lavavam os pés.

9.      No caso de Jesus o papel foi invertido com os discípulos.

 II LAVA OS PÉS DOS DISCIPULOS

1-Amor perseverante (Jo. 13.1).

1.      Jesus sabia que seria traído por um dos seus discípulos, negado por outro e abandonado por todos eles por um tempo.

2.      Todavia, “Como havia amado os seus que estavam  no mundo, amou-os até o fim”.

3.      Deus nos conhece  completamente, assim como Jesus conhecia seus discípulos.

4.      Ele sabe dos pecados que cometemos e aqueles que ainda cometeremos.

5.      Entretanto, mesmo assim Ele nos ama.

6.      Como nós respondemos a este tipo de amor?

7.      No Evangelho de João Cap. 13 e 17, somos informados sobre o que Jesus disse aos seus discípulos  na noite anterior à Sua morte.

8.      Todas as palavras do Mestre  foram ditas  em uma noite quando, tendo somente  os discípulos como seus ouvintes, o Senhor lhes deu instruções finais com o proposito de prepará-los para a Sua morte e ressurreição, acontecimentos que mudariam a vida, daqueles homens para sempre.  

 2-Lavou os pés dos Discípulos (Jo. 13.4,5).

1.      O lavar de Jesus dos pés de seus discípulos é um símbolo de grande humildade.

2.      Se nós desejamos o amor de Deus e do homem, nós precisamos ser humildes, pois um coração orgulhoso não ama senão a si mesmo.

3.      “A voz da humildade é a música de Deus, e o silêncio da humildade é a retórica”.

4.      “A humildade prevalece onde nem a virtude nem a força podem subsistir, nem mesmo a razão”.

5.      Nós estamos dispostos a seguir o exemplo de Cristo sobre servir?

6.      A quem nós podemos servir hoje?

7.      Há uma benção especial para aqueles que não apenas concordam que o serviço humilde faz parte dos ensinamentos de Cristo, mas que também seguem Jesus e praticam as mesmas obras que Ele (Jo. 13.17).

 3-Pedro e Judas (Jo.13.18-30,36-38).

1.      Mas que as escrituras… – Essas coisas ocorreram para que as profecias pudessem ser completadas.

2.      Isso não significa que Judas foi compelido a esse curso, a fim de que as Escrituras pudessem ser cumpridas, mas que isso foi predito, e que, com isso, a profecia recebeu uma conclusão. “As escrituras.”

3.      Isto está escrito no Salmo 41: 9. É comum o entendimento de Aitofel, e dos inimigos de Davi que haviam sido admitidos em sua amizade e que agora haviam se mostrado ingratos com ele.

4.      É difícil dizer se essa profecia tinha uma referência primária a Judas, ou se significa que recebeu um cumprimento mais completo no caso dele do que na época de Davi.

5.      Os casos foram semelhantes.

As mesmas palavras descreveriam os dois eventos, pois houve uma exibição de ingratidão e baixeza semelhantes em ambos os casos, de modo que as mesmas palavras descrevessem adequadamente os dois eventos.

 III  O NOVO MANDAMENTO

1-Tema  chave de Jesus (Jo. 13.33).

1.      Filhinhos – Uma expressão de grande ternura, denotando seu profundo interesse pelo bem-estar deles.

2.      Quando ele estava prestes a deixá-los, ele se esforça para atenuar sua dor com as mais ternas expressões de apego, mostrando que sentia por eles o profundo interesse pelo bem-estar que os pais sentem por seus filhos.

3.       A palavra “filhos” é frequentemente dada aos cristãos como implicando:

1.      que Deus é o Pai deles, e que eles sustentam para com ele essa relação agradável, Romanos 8: 14-15 .

2.      como denotando sua necessidade de ensino e orientação, pois os filhos precisam da ajuda e do conselho de um pai. Veja o termo correspondente “bebês” usado em 1 Coríntios 3: 1 ; 1 Pedro 2: 2 .

3.      É usado, como aqui, como expressão de ternura e carinho.

4.      Ainda um pouco de tempo estou com você – ele não escondeu o fato de que logo os abandonaria.

5.      Há algo extremamente sensível neste endereço.

6.       Isso mostra que ele os amou até o fim; que como amigo e guia, como homem, ele sentiu profundamente os pensamentos de se separar deles e deixá-los em um mundo frio e insensível.

7.      Uma cena de despedida na morte é sempre de ternura; e é bom quando, assim, existe a presença do Salvador para quebrar a agonia da pontada de despedida e nos consolar com as palavras de sua graça.

 2-Novo Mandamento (Jo. 13.34).

1.      Um novo mandamento – Esse comando ele lhes deu quando estava prestes a deixá-los, para ser um emblema do discipulado, pelo qual eles poderiam ser conhecidos como amigos e seguidores e pelo qual eles poderiam ser distinguidos de todos os outros.

2.      É chamado de novo, não porque não houvesse um comando anterior que exigisse que as pessoas amassem seus semelhantes, pois um grande preceito da lei era que eles deveriam amar seu próximo como eles mesmos.

3.      Mas era novo porque nunca fora feito aquilo pelo qual qualquer classe ou corpo de pessoas fora conhecido e distinguido.

4.      O judeu era conhecido por seus ritos externos, por sua singularidade de vestuário, etc..; o filósofo por alguma outra marca de distinção; o militar por outro, etc.

5.      Em nenhum desses casos se amavam o distintivo especial e distinto pelo qual eram conhecidos.

6.      Mas, no caso dos cristãos, eles não deveriam ser conhecidos por distinções de riqueza, aprendizado ou fama; eles não deveriam aspirar a honras terrenas.

7.      Eles não deveriam adotar nenhum estilo especial de vestimenta ou distintivo, mas deveriam ser distinguidos por um terno e constante apego um ao outro.

 3-Testemunho do Amor (Jo.13.35).

1.      João 13:35 é uma passagem curta, mas repleta de significado.

2.      Nela, Jesus diz: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”.

3.      Esta frase é carregada de ensinamentos e desafia todos os seguidores de Jesus a refletirem sobre o amor como um distintivo de sua fé.

4.      “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” (João 13, 34-35). Meus irmãos e irmãs, no mundo em que vivemos, necessitamos de identificação, hora usamos um crachá, um uniforme, algo que vai identificar o que somos. Às vezes, sem aquela identidade não sabemos o que a pessoa é.

5.      Jesus disse que nosso amor cristão mostrará que somos seus discípulos.

6.      As pessoas veem dissenções, ciúmes e divisão nas igrejas (denominações- templos) ou reconhece-nos como seguidores de Jesus pelo amor que demonstramos uns pelos outros.

Pr. Capl. Carlos  Borges (CABB)