sábado, 15 de junho de 2019

JESUS CONFORTA SEUS DISCÍPULOS



Jo. 14.1-6

Introdução: Jesus estava prestes a deixar esta terra, após cumprir sua missão, estavam numa quinta feira no Jardim do Getsêmani, suor escorria mesclado com sangue, da traição de Judas, da negação de Pedro, antes da sua prisão, então Jesus reúne-se com seus discípulos e conforta os mesmo diante de um momento crucial.
Jesus sabia que estava prestes a perder sua vida por amor de nós, o Mestre amado, ainda assim tem forças e amor para confortar os seus discípulos que iam fica nesta vida, após sua partida para o seio do Pai.

I NÃO SE TURBE O CORAÇÃO
1- Creia em Deus e em Jesus (Jo. 14.1).
·        As palavras de Jesus indicam que o caminho para a vida eterna, ainda que não seja visível, é segura, tanto quanto a nossa confiança em Jesus.
·         Ele já preparou o caminho para a vida eterna.
·        A única coisa que ainda pode ser incerta é a nossa prontidão para crer.
·         “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar” (Jo. 14.1,2).
·        Os discípulos de Jesus ficaram extremamente preocupados com a revelação do Senhor Jesus.
·        Que eles O teriam por perto fisicamente por mais algum tempo, depois não mais O veriam.
·        Mas Jesus os consola dizendo que iria preparar lugar para todos eles, e que os levaria consigo quando chegasse o momento.

2- O céu é o nosso lar (Jo. 14.2,3).
·        Há poucos versículos nas Escrituras que descrevem a vida eterna, mas são ricos em promessas.
·        Aqui Jesus disse: “Vou preparar-vos lugar” e “Virei outra vez e vos levarei para mim mesmo”
·        Podemos aguardar a vida eterna com grande expectativa, porque Jesus Cristo a prometeu a todos aquele que Nele crer.
·        Apesar dos detalhes da eternidade nos serem desconhecidos, não precisamos temer, porque Jesus está preparando a eternidade para nós e a passaremos com Ele.
·        Este é um dos mais importantes textos das Escrituras.
·        Como podemos conhecer o caminho que leva a Deus?
·        Somente por intermédio de Jesus.
·        Jesus é o caminho porque Ele é Deus e Homem.
·        Ligando nossa vida à dEle, somos unidos a Deus.



3- Como Jesus Descreve o céu? (Jo. 14.2, 3)
·        Quando Jesus disse que iria preparar lugar, Ele comparou esta afirmação a um casamento, porque casamento naquela época era importantíssimo.
·        Era mui lindo, mui festejado.
·        O casamento era assim: As duas famílias se encontravam e os jovens assumiam perante as famílias um compromisso (que era igual ao casamento hoje no papel).
·        Após o compromisso os pais marcavam uma data, geralmente, de 06 a 08 meses para os jovens se ajuntarem e morarem juntos.
·        Casamento quer dizer: construir um cômodo ao lado da tenda do pai.
·         Quando pronto esse cômodo e mobiliado, o jovem ia buscar a noiva.
·        Então havia uma grande festa durante 07 dias.
·        Após a festa os amigos acompanhavam os noivos até a porta desse cômodo.

    
II O CAMINHO E A ORAÇÃO
1- Caminho, verdade e vida (Jo. 14.4-6).
·        Jesus disse que é o único caminho para Deus Pai.
·        Algumas pessoas podem argumentar que este caminho é muito estreito.
·        Porém, na realidade, é suficiente para o mundo todo, se o mundo decidisse aceitá-lo.
·        “Em vez de nos preocuparmos com o quão limitado pode parecer o fato de existir somente um caminho, devemos dizer: Obrigado, Senhor conceder-nos um caminho segura que leva a ti.”
·        Como o CAMINHO, Jesus é Aquele conduz ao Pai.
·        Como a VERDADE, Ele é realidade de todas as promessas de Deus.
·        Como a VIDA, Ele une sua existência divina à nossa, agora e eternamente.

2- Mostra-nos o Pai (Jo. 14.7-11).
·        Jesus é a imagem visível e tangível do Deus invisível.
·        Ele é a revelação completa de Deus.
·        Jesus explicou a Felipe, que queria ver o Pai, que conhecê-lo é conhecer a Deus.
·        A busca a Deus, a luz da verdade e da realidade, culmina em Cristo (ver Cl 1.15; Hb. 1.1-4).
·        Porque sua ignorância e cegueira não puderam entender que Deus estava presente no meio deles na forma do Seu Filho Jesus!
·        Filipe estava demonstrando seu desejo ardente de conhecer mais a Deus; estava desvelando todo seu coração! Para ele, Deus era tudo que queria tudo que possuía nada mais nessa terra importava a não ser conhecer o Pai:  “Mostra-nos o Pai, o que nos basta”.
·        Revelação máxima do Pai – o Senhor Deus – está presente na encarnação do Seu Filho Jesus.
·        Jesus é Deus! Todavia, tenhamos o mesmo sentimento e o mesmo desejo de Filipe: “Mostra-nos o Pai, o que nos basta”.
·        Que Deus nos seja suficiente, que não tenhamos maior anseio nesta vida do que conhecer a Cristo, amá-lo, obedecê-lo, honrá-lo.

3- Conforto da Oração (Jo. 14.12-15).
·        O Mestre os estimula a oração e aprofunda o ensino sobre a Pessoa do Espírito Santo, sobre como Ele estará conosco e nos guiará.
·        Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai.
·        E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho.
·        O que vocês pedirem em meu nome, eu farei.
·        Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos.
·        E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre,
·         Espírito da verdade.
·        O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece.
·        Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês.
·        Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.
·        Dentro de pouco tempo o mundo não me verá mais; vocês, porém, me verão.
·        Porque eu vivo, vocês também viverão.
·         Naquele dia compreenderão que estou em meu Pai, vocês em mim, e eu em vocês.
·        Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama.
·        Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele.

III O ESPÍRITO SANTO E A PAZ
1- Temos o Espírito Santo (Jo. 14.16,17).
·        Esta é uma considerável prova de uma Trindade de pessoas na Divindade; aqui uma oração é feita ao Pai.
·        O Filho na natureza humana está orando, e ele pede pelo Espírito Santo que é o Consolador.
·        É o presente do Pai, pela mediação prevalecente do Filho, e que é outro "Consolador"; distinto do Messias, a quem a referência é tida aqui!
·        Um dos nomes do Messias, com os judeus, é "Consolador"; tal Jesus tinha sido aos seus discípulos; e agora ele estava a ponto de deixá-los, e para apoiá-lo debaixo das suas tristezas.
·        Ele promete usar o seu interesse com o seu Pai, que ele lhes daria outro Consolador, significando o Espírito que executaria este seu trabalho e ofício, levando as coisas de Cristo, e as mostrando ao seu povo.
·        Por derramar o amor do Pai, e do Filho, nos seus corações; abrindo e aplicando as promessas preciosas do Evangelho a eles; sendo um Espírito de adoção.
·        E habitando neles como um selo, e penhor da sua glória futura; e com esta visão o Cristo promete orar por ele...



2- Desfrutamos o amor do Pai (Jo. 14.18-24).
·        Deus se torna Pai daqueles que creem e aceitam a Jesus. Jesus em seu ministério deixou isso claro em seus ensinos e ações.
·         Ele deixou claro que o que Ele fazia, Ele via e recebia do Pai. Jesus nos convida a não ficarmos correndo atrás de necessidades porque Deus nos saciaria em cada uma delas.
·        Deus não tem dificuldades em liberar bênçãos, Ele sabe recompensar cada filho, seja qual for a que eles precisem.
·         Jesus disse que aquele que deixasse casa, família, ele daria ainda na terra muitas bênçãos, além do que perderam.
·        Deus é um Pai que nos surpreende com bênçãos além do que merecemos.
·        O livro “A Presença” diz: Quando pensamos que desistimos de tudo para seguir a Deus, Ele nos dá mais para ofertarmos.”.
3- Deixo-vos a Paz (Jo. 14.25-31).
·        "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou, não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." João 14.27.
·        A paz que Cristo nos deu está firmada em "Não se turbe o vosso coração", ou seja, não se preocupar com as coisas que estão ao nosso redor; não encha seu coração com preocupações, aprenda e desenvolva a confiança em Deus.
·         E, "nem se atemorize", em outras palavras; não tenha medo.
·        Nenhuma pessoa que deixa o medo fazer morada em sua vida consegue receber e viver a paz de Cristo; pois onde há medo não há paz.
·         Uma coisa importante para saber sobre confiar em Deus é que tal confiança ou é total ou não é confiança.
·         Ou a pessoa confia totalmente em Deus ou não confia nada; não existe meia confiança no Senhor; quem confia em Deus pela metade ou com ressalvas, na verdade não confia.
·        Salomão sabia disso e por este motivo escreveu: "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes (apoies) no teu próprio entendimento" Provérbios 3.5
·        O verdadeiro cristão é como aquele salmista cuja confiança diz: "O Senhor é meu pastor; nada me faltará". Salmos 23.1.

Pr. Carlos Borges (CABB)


sábado, 8 de junho de 2019

JESUS E O NOVO MANDAMENTO DO AMOR


Jo. 13.33-35
Introdução: Jesus disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13:34). Será que Jesus substituiu a definição clara do amor nos Dez Mandamentos por um novo princípio religioso, que diz que basta o amor para guiar nossas vidas?

I AMOR A TODA PROVA
1-Sua hora havia chegado (Jo. 13.1).
·        Jesus sabia que seria traído por um dos seus discípulos, negado por outro e abandonado por todos eles por um tempo.
·        Todavia, “Como havia amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”.
·        Deus nos conhece completamente, assim como Jesus conhecia os seus discípulos.
·        Ele sabe dos pecados que cometemos e aqueles que ainda vamos cometeremos.
·        Entretanto, mesmo assim ele nos ama.
·        Isto porque a partir de João 13.1, até o capítulo 17.26, temos a descrição da última noite e das últimas instruções de Jesus aos seus discípulos antes de se entregar para o sacrifício voluntário na cruz em nosso lugar.


2-Jesus sabia que seria traído (Jo. 13.2).
·        Entre os numerosos discípulos que o seguiam, Jesus designou doze para serem os mais próximos, para partilharem e continuarem a sua missão.
·        Não foi com ligeireza que instituiu este grupo de doze apóstolos, foi depois de ter orado toda uma noite.
·        Mas, a dado momento, Jesus apercebeu-se de uma mudança de atitude em Judas, um dos doze.
·        Jesus compreendeu que ele se afastava interiormente, e até que o ia «entregar», como dizem os evangelhos.
·        Segundo o evangelho de João, já na Galileia, muito antes dos acontecimentos em Jerusalém que deviam levá-lo à cruz, Jesus compreendeu o que se passava (João 6,70-71).
·        Por que razão não afastou Judas nessa altura e o conservou perto de si até ao fim?
·        Uma das palavras que Jesus utiliza para falar da criação do grupo dos doze apóstolos dá-nos uma pista: Não vos escolhi eu a vós, os Doze? (João 6,70; ver também João 13,18).


3-Jesus sabia da confiança do Pai (13.3)
·        Você já se perguntou por que algumas pessoas tem mais intimidade com Deus do que as outras?
·        Você já pode ter pensado que, como muitos pais humanos, Deus tem seus filhos favoritos.
·         Enquanto alguns parecem ser tão íntimos e próximos, outros parecem distantes e indiferentes com o Pai.
·        Mas a realidade é que Deus não tem favorito e nem ama um filho menos do que o outro, pois Ele ama cada ser humano com amor infinito e incondicional.
·        Ele trouxe a todos, liberdade de aproximar do Seu trono da graça com confiança, e assim, somos nós, e não Ele, quem escolhe o quão perto ou longe estaremos do Seu trono onde Deus se encontra.
·        “Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.”
 (Hebreus 4:16, NVI).
·        Portanto, a intimidade com Deus depende apenas da nossa vontade e comprometimento de se aproximar Dele, pois o convite de Jesus está sempre aberto.
·        Ele fala em nossos corações.
·        Eis que estou à porta e bato. “Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo.” (Apocalipse 3:26, NVI).

II LAVA OS PÉS DOS DISCÍPULOS
11- Amor Perseverante (Jo. 13.1).
·        A perseverança é a chave para uma vida firme com Jesus.
·        Ter perseverança significa persistir em seguir Jesus, mesmo enfrentando muitas dificuldades,Perseverar é não desistir.
·        Seguir Jesus nem sempre é fácil, mas se perseveramos receberemos a recompensa de Deus.
·        Perseverar também é persistir em fazer o bem.
·        Há muita tentação para se desviar, mas com a ajuda de Deus você pode resistir.
·        Perseverar é continuar fazendo o bem, independentemente das circunstâncias, por amor a Deus.
·        E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Gálatas 6:9.
·        Meus irmãos considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.
·        E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem que falte a vocês coisa alguma. Tiago 1:2-4.

2-Lavou os pés dos Discípulos com humildade (Jo. 13 4,5).
·        Jesus lavou os pés dos discípulos para lhes ensinar a servir uns aos outros.
·        Ele estava dando o exemplo para todos seguirem.
·         Quem ama Jesus serve seus irmãos.
·        No tempo de Jesus, quando as pessoas chegavam a casa lavavam os pés, porque muitos andavam descalços ou de sandálias.
·         Na casa com convidados, a pessoa de posição mais baixa na casa lavava os pés dos convidados.
·         Normalmente, lavar os pés era o trabalho dos escravos ou das mulheres.
·        Ninguém queria lavar os pés dos outros, porque o pé era a parte mais suja do corpo.
·        Jesus era o líder.
·        Ele não tinha a obrigação de lavar os pés de ninguém. Pelo contrário, outras pessoas deveriam lavar os seus pés!
·        Mas Jesus não se preocupava com sua posição social (João 13:3-5).
·         Ele fez o trabalho que precisava ser feito, para o bem de seus discípulos.
·         Jesus não agia como se fosse superior aos outros.


3- Pedro e Judas (Jo13.).
·        Você já parou para pensar com qual, ou quais dos apóstolos se parece mais? Cada pessoa irá se identificar mais com um e menos com outros.
·        As personalidades dos doze são bastante diferentes.
·        Observando o trabalho de Jesus com cada um, podemos compreender as mudanças, o amadurecimento ao qual Deus nos conduz.
·        Vejamos a diferença entre Pedro e Judas, em relação à culpa.
·        Os dois traíram Jesus.
·        Judas, por algumas moedas de prata.
·        Pedro, devido ao medo da cruz. Claro que as motivações foram diferentes, mas o que mais chama a atenção neste caso é o desfecho da história: Judas enforcou-se! Pedro tornou-se o primeiro Papa pedra sobre a qual Jesus edificou sua Igreja! Por quê?
·        A Palavra diz: “Então Judas, que o entregara, vendo que Jesus fora condenado, sentiu remorso… retirou-se e foi enforcar-se”.
·Judas percebeu seu erro e sentiu remorso, aquela dor profunda de quem errou e acredita que seu erro não tem concerto.
·        O problema do remorso é que ele congela a pessoa no momento do erro, fazendo-a acreditar que tudo acabou.
·        Quando olhamos apenas para o erro e cremos que falhamos de uma forma irreparável, dificilmente nos damos uma nova chance.
·        Parar no erro e condenar-se é ser como Judas.
·        Ele acreditou que sua vida havia chegado ao fim, que não haveria mais motivos para continuar a viver, pois o erro que havia cometido não merecia perdão; acreditou que não merecia uma nova chance, foi cruel consigo e enforcou-se.
·        Judas aprendeu com Jesus o que é o amor, a misericórdia, o perdão?

III O Novo Mandamento
1-Tema Chave de Jesus (Jo. 13.33).
·        Nosso Salvador terminou os seus discursos públicos.
·         Ele agora se concentra em uma conversa particular com seus amigos.
·        Assim nós temos um relato do que aconteceu entre ele e seus discípulos.
 (1) Ele lavou os pés de seus discípulos: Jesus e seus discípulos estavam jantando.
·        Jesus levantou-se, tirou a sua capa, e amarrou uma toalha na sua cintura.
·        (2) Jesus sabia que ele seria traído por um de seus discípulos, negado por outro e abandonado por todos.
·         Ainda assim, ele agora mostra a eles a extensão total do seu amor.
·        Deus nos conhece completamente assim como Jesus conhecia os seus discípulos (João 2:24-25, 6: 64).
·        João 13: 1-17 - Estes versículos nos contam o que Jesus disse aos seus discípulos na noite anterior à sua morte.
·        Tendo apenas os discípulos como sua audiência, Jesus deu as instruções finais para prepará-los para a sua morte e ressurreição.
2- Novo Mandamento (Jo. 13.34,35).
·        João 13:34-35  Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.
·        Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.
·        “Novo mandamento vos dou”. Um mandamento recém-chegado, mas que se baseia no 2º grande mandamento da antiga lei, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39).
·        É uma ordenança inquestionável de Jesus para que o homem se aproxime mais do caráter santo e perfeito de Deus.
·        Jesus viveu intensamente este amor e mostrou na prática como devemos andar também, ou seja, amando uns aos outros como Ele nos amou. “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos”

3-Testemunho do amor (Jo. 13,35).
·        Esta situação era bem solene. Ele escolheu lavar os pés dos discípulos e desse modo estabelecer um exemplo. Isso mudaria a vida deles para sempre. Quatro razões podem ser estipuladas como e porque Cristo fez isso:
·        (1) Para mostrar a natureza de seu amor incondicional pelos seus discípulos – versículos 1
·        (2) Para expressar o seu amor incondicional através de sua humildade voluntária – versículos 3-5
·        (3) Para exemplificar seu amor incondicional através do trabalho servil de lavar os pés.
·        Isto é uma mudança de paradigma importante significando não apenas uma troca de ação entre senhor e servo, mas também uma transformação espiritual.
·        (4) Para estabelecer um exemplo de amor incondicional para todo o cristão para que cada um possa ser “o servo dos servos” – versículos 12-17
·        Portanto amemos uns aos outros como Jesus nos amou, pois “se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1 João 4:20).
Pr. Carlos Borges (CABB)