terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

O DILÚVIO

 


Gên.7.1-24

Introdução: Neste capítulo nós temos descrição do dilúvio. Este foi sem dúvida, o julgamento mais terrível de Deus sobre o pecado do homem que o mundo já viu. Na próxima vez que Deus julgar o mundo, será com fogo [II Pedro 3:6-7].

 I  O ANUNCIO DO DILÚVIO

1-O Direito de Julgar (Gn.7.21)

1.      A enchente foi um acontecimento  local, ou cobriu toda a terra?

2.      Certamente eu uma inundação universal era possível.

3.      Há água suficiente na terra (ver Gn.1.9,10).

4.      Além disso, Deus prometeu nunca mais destruir a terra com uma inundação.

5.      Na verdade era necessário que o dilúvio cobrisse toda a terra ou destruísse  todos os seus habitantes.

6.      Lembre-se : o motivo pelo qual Deus enviou o dilúvio foi destruir todas as maldades  do mundo.

7.      Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em seus narizes, tudo o que havia no seco, morreu.

8.      Com exceção da família de Noé e dos animais que estavam na arca, todas as criaturas que viviam na terra morreram com o Dilúvio. 

  

2- Os Animais Também (Gn.6.7)

1.      Farei desaparecer o homem e o animal.

2.      Nossos atos não só afetam somente a nossa  vida, mas tudo à nossa volta.

3.      A carta ao Romanos no capitulo 8 vs.22 diz: Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.

4.      O pecado fez om que toda a criação perdesse o perfeito estado que tinha quando Deus a criou, isso inclui os animais.

5.      Além de morrer, a partir daqui o ser humano viveria menos tempo com qualidade.

6.      A corrupção e violência que encheu a Terra deixou Deus irritado e a Noé, Ele disse que destruiria toda carne através do dilúvio.

7.      Noé e sua família foram poupados porque andava com Deus (v. 9; 18).

8.      A instrução era a de que ele deveria construir uma Arca retangular de 450 metros de comprimento, 75 de largura e 45 de altura.

9.      Na Arca, Noé tinha de embarcar várias espécies de animais, fazendo sempre a distinção entre os puros (comestíveis) dos impuros (não comestíveis).

10.    Algo que veio a ser rigidamente observado nas leis cerimoniais de Israel (Levítico 11:2-23).

 

 

3- No Tempo de Deus (Gn.7.11)

1.      Gênesis 7:11 . Segundo mês – décimo sétimo dia, etc. – O historiador sagrado é exato ao apontar o período desse terrível evento.

2.      Que aconteceu no décimo sétimo dia do segundo mês daquele ano, que era o sexagésimo sexto da vida de Noé.

3.      Agora, antes da libertação dos israelitas do Egito, o segundo mês era Marcheshvan, que começa em meados de outubro e termina em meados de novembro.

4.      De modo que no décimo sétimo dia do segundo mês, de acordo com a generalidade dos expositores, é sobre o começo de novembro: o dia 6 de novembro.

5.      O dilúvio não dependeu somente da chuva, pois nenhuma chuva, por mais forte que fosse, poderia ter causado tão grande inundação em apenas 40 dias.

6.      As fontes do grande abismo, de acordo intérpretes, seriam depósitos de águas subterrâneas, os quais são realmente grandes.

7.      Mais provavelmente, todavia, o autor sacro referia-se às águas sobre as quais repousaria a terra, as águas de baixo, em distinção às águas de cima, que estão sob o globo terrestre.     

 

II A ARCA

1-Suas Dimensões ( Gn. 6.15)

1.      Embora a Bíblia nos forneça as dimensões exatas, existem varias sugestões de tamanho para a arca.

2.      Isso acontece porque existem diferentes interpretações sobre qual seria o tamanho do côvado descrito em Gênesis.

3.       O côvado é uma unidade de medida que era muito usada na antiguidade.

4.      Essa medida equivale ao comprimento do antebraço de um adulto, ou seja, do cotovelo até a ponta do dedo maior.

5.      Ao longo da história, principalmente devido à diferença de estatura entre os povos, essa medida já representou valores que variam entre 43 a 56 centímetros.

6.      Muitos estudiosos acreditam que a medida mais provável para o côvado hebraico antigo talvez seja algo em torno de 48,1 cm.

7.       Considerando essa medida, então as dimensões aproximadas da arca de Noé são as seguintes: Comprimento da arca: 144,45 metros. Largura da arca: 24 metros.Altura da arca: 14,45 metros.

 

 2-Sua Capacidade (Gn.6.20)

1.      A partir da escolha de Noé, o Senhor ministrou a ele um plano, que seria o responsável pela sobrevivência da raça humana no juízo de Deus.

2.       Ele deveria construir uma arca de acordo com o projeto que o Senhor lhe mostrou.

3.      Termos sempre a oportunidade de viver coisas extraordinárias com Deus.

4.      Noé era agricultor, e não construtor de navegações, mas mesmo assim não pôs empecilhos ao projeto de Deus. O mesmo deve acontecer conosco. 

5.      A Arca não possuía leme, nem velas, pois sua finalidade era flutuar e não navegar.

6.      Deus seria o capital e navegante e não Noé.

7.      Ela possuía três (3) pavimentos, com uma área total de aproximadamente 10.345m2.

8.      Essa área resultaria num volume de 50.168m2, com capacidade para 13.960 toneladas.

9.      Essa capacidade elevaria a Arca de Noé ao porte de uma  navio de grande porte.

10.    E pensar que Noé um simples agricultor, conseguiu construir uma arca desse porte, apenas obedeceu a voz de Deus;

11.    Quando obedecemos a voz de Deus, podemos todas as coisas e construir coisas grandiosas.

  

3- O Dilúvio (Gn.7.10)

1.      A arca provavelmente levou cento e vinte anos para ficar pronta (cf. Gênesis 6:3).

2.      Mas todo o processo de acomodação na arca durou sete dias.

3.      Após esse período Deus fez chover sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites.

4.       Dessa forma todos os seres vivos da superfície da terra foram exterminados (Gênesis 7:4).

5.      Noé fez tudo conforme o Senhor lhe havia ordenado (Gênesis 7:5).

6.      Ele tinha seiscentos anos de idade quando as águas do dilúvio inundaram a terra (Gênesis 7:6).

7.      Tendo seguido toda a direção de Deus, Noé e sua família entraram na Arca e o Dilúvio chegou (Gênesis 7:6-20).

8.      Foram 40 dias e noites de chuva torrencial (v. 11,12), além de várias mudanças geográficas importantes, como deslocamentos de placas territoriais e da crosta terrestre, que fez com que as águas dos oceanos invadissem a terra.

9.      Obedecer é melhor do que sacrificar.

  

III ENSINAMENTOS

1-O Deus dos recomeços (Gn.8.16)

1.      No primeiro dia do primeiro mês do ano seiscentos e um da vida de Noé, secaram-se as águas na terra.

2.      Noé então removeu o teto da arca e viu que a superfície da terra estava seca.

3.      No vigésimo sétimo dia do segundo mês, a terra estava completamente seca.

4.      Então Deus disse a Noé:

5.      Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles.

6.      Faça que saiam também todos os animais que estão com você: as aves, os grandes animais e os pequenos que se movem rente ao chão.

7.       Faça-os sair para que se espalhem pela terra, sejam férteis e se multipliquem.

8.      Então Noé saiu da arca com sua mulher e seus filhos e as mulheres deles,

9.      E com todos os grandes animais e os pequenos que se movem rente ao chão e todas as aves.

10.     Tudo o que se move sobre a terra saiu da arca, uma espécie após outra.

11.    E a vida recomeçou, tanto para Noé como para os animais, cresceram.

12.     Multiplicaram-se e povoaram a terra, e a natureza, teve também o seu reinicio até o díade hoje.

  

2- Deus das Alianças (Gn.9.11)

1.      Os benefícios conferidos por essa forma de convênio de Deus são especificados aqui.

2.       Primeiro, toda a carne não será mais cortada por um dilúvio; segundo, a terra não será mais destruída por esse meio.

3.      O Senhor cumpriu sua promessa de salvar Noé e sua família do dilúvio das águas.

4.      Ele agora perpetua sua promessa, assegurando-lhe que a terra não seria novamente inundada com água.

5.       Esta é a nova e presente bênção da aliança.

6.      Suas bênçãos anteriores não são revogadas, mas apenas confirmadas e aumentadas pelo presente.

7.      Outros e maiores benefícios fluirão disso para aqueles que o receberem corretamente, mesmo através dos séculos da eternidade.

8.       O presente benefício é compartilhado por toda a raça descendente de Noé.  

9.      2 Pedro 3:7 – Pela mesma palavra os céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo e para a destruição dos ímpios.

  

3-Um tipo de Cristo (Gn.7.23)

1.      O dilúvio foi o juízo de Deus sobre o mundo iníquo.

2.       Isso significa que as águas serviram como um instrumento pelo qual Deus puniu o mundo antigo e purificou a humanidade.

3.      Uma nova terra surgiria quando as águas do dilúvio baixassem.

4.      O dilúvio foi o juízo de Deus sobre o mundo iníquo.

5.      Isso significa que as águas serviram como um instrumento pelo qual Deus puniu o mundo antigo e purificou a humanidade.

6.      Uma nova terra surgiria quando as águas do dilúvio baixassem.

7.      Hoje é tempo da salvação.

8.      Precisamos  anunciar isso ao mundo(perdido).

9.      A porta da Arca (que é Jesus) esta aberta até pouco  antes da dilúvio ter inicio ( começo dos sinais da volta de Jesus).

10.    Quando a porta da Arca se fechar ( porta da graça), terá inicio o Juízo final ( dilúvio espiritual para acabar com a maldado em todo o planeta).

        Pt. Capl. Carlos Borges (CABB)


domingo, 30 de janeiro de 2022

OS DIAS DE NOÉ

 

Gn.6.1-22

Introdução: Gênesis 6 fala da corrupção do gênero humano. Um estudo bíblico de Gênesis 6 revela a escalada do pecado na humanidade. Após a Queda de Adão, o homem se tornou totalmente depravado. Esse capítulo também registra o anúncio do dilúvio sobre a terra.

 A GERAÇÃO DO DILUVIO

1-Eram Duas Linhagem (Gn.6.2)

1.      Os quatro primeiros versículos de Gênesis 6 mostra a degradação da humanidade por completo.

2.      Ao mesmo tempo em que a humanidade crescia o pecado também se multiplicava.

3.      Esses versículos também são considerados por muitos como os mais difíceis de interpretar em todo o livro de Gênesis.

4.       Isso porque eles fazem referência à união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens e falam também de gigantes e valentes que habitavam a terra.

5.      Sobre isso, existem basicamente três possibilidades de interpretação.

6.      A interpretação cristã tradicional identifica os filhos de Deus como sendo os descendentes da linhagem piedosa de Sete.

7.      Esses homens acabaram se misturando com os descendentes da linhagem de Caim.

8.      As antigas interpretações judaicas identificam os filhos de Deus como sendo anjos.

9.       Nesse caso então alguns anjos supostamente tiveram relações com mulheres fazendo aumentar ainda mais o pecado.

10.    Portanto, bons intérpretes tem sugerido que a melhor possibilidade seria uma combinação entre as outras duas interpretações.

11.    De acordo com essa perspectiva, Gênesis 6 oferece um desfecho da história das linhagens. 

12.    Gênesis 4 mostra a linhagem ímpia de Caim.

13.     Gênesis 5 mostra a linhagem piedosa de Sete em contraste com a linhagem de Caim. 

 2-Um Sinal da Vinda de Cristo (Gn.6.5)

1.      Diante do cenário caótico da humanidade dominada pelo pecado, Gênesis 6 diz que Deus se arrependeu de ter criado o homem (Gênesis 6:6).

2.      Esse arrependimento de Deus deve ser interpretado corretamente.

3.      A Bíblia claramente diz que Deus é imutável e jamais muda seu pensamento e propósito (cf. Números 23:19; 1 Samuel 15:29; Salmos 33:11; Isaías 46:10; Malaquias 3:6; Tiago 1:17).

4.      Na verdade no que acontece em Gênesis 6 é o uso de uma linguagem antropopatia (atribuição de qualidades humanas aos deuses, aos seres vivos e aos objetos).

5.       Isso significa que o autor de Gênesis descreve Deus em termos da experiência humana de conhecimento e emoção.

6.       Então esse “arrependimento” não pode ser entendido como idêntico ao arrependimento humano.

7.      O que Gênesis 6 faz é mostrar que o pecado do homem desagradou profundamente a Deus, e que a humanidade foi totalmente culpada pelo juízo sobreviria sobre ela (Gênesis 6:7).

 3-Tempo Final (Gn.6.3)

1.      Ainda assim, sabemos que há anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação (Jd 1.6).

2.      Deus não os perdoou.

3.       Ele os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o Juízo (2 Pe 2.4).

4.       Sendo seres espirituais (com capacidade de transfigurar-se e de possuir corpos), pode ser que os anjos caídos tenham assumido a forma humana e casado com as filhas dos homens.

5.      O que significou uma ruptura tão grande na ordem estabelecida pelo Senhor que provocou o julgamento do mundo por Ele por meio do Dilúvio. 

6.      O motivo dessa decisão ( o homem está) incorrigivelmente corrompido, carnal, e sensual.

7.      Essa é a natureza corrompida  e a inclinação da alma à carne, que se opõe às aspirações  do Espírito e tornam-nas ineficazes.

8.      Ninguém perde as aspirações  do Espírito, senão aqueles  que as rejeitaram.

9.      O tempo da paciência e da abstenção (recusar em agir) de Deus em relação aos pecadores  maliciosos, às vezes, é longo, mas sempre se limita: esse período de interrupção da sentença não significa perdão.      

 II NOÉ

1-Alvo da Graça (Gn.6.8)

1.      Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor. 

2.      Noé era distinto do resto do mundo, e havia uma peculiar marca  de honra  sobre ele.

3.      Quando Deus se desagradou  do restante do mundo, Ele favoreceu a Noé.

4.      Por se um bom homem, o Senhor o descobriu e sorriu sobre ele.

5.      Noé se tornou um vaso de misericórdia de Deus.

6.      Ele o fez maior e mais honrável do que todos os gigantes daquela época, que se tornaram homens poderosos e homens renomados.

7.      Em Noé ter achado favor ante Deus residiu a esperança de toda a história humana subsequente.

8.       Afinal, a esperança de recomeço não foi apenas para um homem e sua família que não participaram da maldade de seus dias, mas também para Deus com relação à humanidade.

9.      A palavra graça em hebraico [chen] vem de um radical [chanan] que significa desviar ou parar (daí a ideia de desviar a ira, ser misericordioso, mostrar favor, benevolência).

10.    Graça é o condescendente e imerecido favor de uma pessoa superior para com uma inferior.

2- Justo e Integro (Gn.6.9) 

1.      Noé era varão justo e reto em suas gerações e, como Enoque, Noé andava com Deus.

2.       O termo justo  ser justificado] diz respeito a um bom relacionamento de Noé com Deus.

3.       E o termo reto assinala que Noé também era íntegro — o que conduz à ideia de maturidade e completude.

4.       Já a expressão em suas gerações assinala que Noé viveu desta maneira entre seus contemporâneos, que eram tão perversos que Deus teve de destruí-los. 

5.      Tivemos as gerações do homem; agora estamos limitados a Noé, porque ele está em paz com Deus.

6.      E agora é a cabeça e o representante daqueles que estão na mesma relação abençoada.

7.      A narrativa, portanto, pela primeira vez, se limita formalmente à parte da família humana em comunhão com Deus.

8.       Noé é aqui caracterizada por dois novos e importantes epítetos – “justo” e “perfeito”. 

 3-Andou com Deus (Gn.6.9)

1.      É preciso lembrar que ele já havia encontrado graça aos olhos do Senhor.

2.      Adão foi criado bom; mas por desobediência, ele se tornou culpado, e toda a sua raça, Noé entre os demais, se envolveu nessa culpa.

3.      Ser justo é ter razão no direito e, assim, ter direito a todas as bênçãos dos absolvidos e justificados.

4.      Quando aplicado ao culpado, esse epíteto implica perdão do pecado, entre outros benefícios da graça.

5.      Noé não é apenas justo, mas perfeito.

6.       Esse atributo do caráter importa não apenas a mudança das trevas para a luz, do erro para a verdade, do errado para o certo, mas a estabilidade da determinação moral que surge da luta, do julgamento, da vitória do bem sobre o mal, neles envolvidos.

7.      O justo é o direito na lei; o perfeito é o que é testado em santidade.

8.      Observe neste caráter de Noé: Ele andou com Deus quando todos ao lado estavam caminhando à sua maneira.

9.      É uma prova abençoada de um coração correto para Deus, quando em dias maus um homem ousa abertamente se declarar do lado do Senhor.

10.    Ele era um pregador desprezado em um mundo descuidado.

11.    Mas o favor de Deus o recompensou amplamente, e o tornou mais altamente honroso do que os gigantes de renome.

12.    Preferia encontrar favor aos olhos do Senhor do que ser considerado por um mundo admirador.

13.    E tendo seu nome escrito no livro da vida do Cordeiro, que estampado nos anais da fama entre os heróis mais poderosos.

 III ENSINAMENTOS

1- As Advertências de Deus (Gn.6.7)

1.      As advertências de Deus.

2.       Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito. 

3.      A ruína da humanidade se estendeu a todas as criaturas vivas que Deus pôs na terra. 

4.      Quando Jesus falou dos dias de Noé, relacionou-os com os dias fu­turos e imediatos à Sua vinda: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem”.

5.      Porquanto, assim como nos dias an­teriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e dava-se em casamento.

6.      “Até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.37-39).

7.      Em outras palavras, o que Jesus está dizendo é que, de alguma maneira, os dias de Noé seriam repetidos quando a Sua vinda se aproximasse.

8.      Há duas advertências aqui.

9.      a) Primeiro, equivoca-se quem acha que o mundo vai melhorar e me­lhorar à medida que se aproxima a volta de Cristo;
b) O mundo que an­tecederá a volta de Cristo será sur­preendido pelo seu retorno como a geração de Noé o foi com o 
Dilúvio.

 2-Santo em um mundo ímpio (Gn.6.11)

1.      As palavras era continuamente mau todo o desígnio do seu coração (6:5) mostram os crescentes avanços do mal entre os seres humanos.

2.      O autor também diz que a humanidade estava corrompida e cheia de violência (6:11-12). 

3.      Infelizmente, essas palavras se aplicam muito bem as nossas sociedades do século XXI.

4.       Assim, devemos atentar para a atitude do Senhor diante dessas condições: resolvi dar cabo de toda carne [...] eis que os farei perecer juntamente com a terra (6:13). 

5.      Deus não fez isso com alegria ou ira insensível.

6.       Pelo contrário, este e um dos versículos mais comoventes das Escrituras, pois nos diz que Deus tomou essa atitude com tristeza: e isso lhe pesou no coração (6:6). 

7.      Os filhos que causam esse tipo de dissabor ao pai são amaldiçoados, quer a maldição seja pronunciada, quer não.

8.      O Deus entristecido aborrece o mal e age de modo a tratar dele.

 3-Qual é o nosso Legado (Gn.6.22)

1.      A obediência de Noé

2.      Tal como o Senhor ia lhe dizendo, Noé fazia.

3.      Devemos demonstrar o mesmo empenho.

4.      Há muitos questionadores em nossos dias. As pessoas querem saber as razões e os motivos para tudo.

5.      Não vemos um Noé questionador, mas obediente a direção de Deus.

6.       Um coração devoto, agrada ao Senhor.

Pr. Capl. Carlos Borges (CABB)