quarta-feira, 14 de agosto de 2013

ADORAÇÃO COM HUMILDADE



2CR. 7.14

Introdução : O povo de Israel teria que  cumprir 4 condições antes de receber  a restauração da benção divina

·          1º - Humilhar-se
·         2º-  Orar
·         3º - Buscar a Deus
·         4º - Converter-se de seus maus caminhos
No capitulo 6 vemos, que  Salomão pediu a Deus  que dissesse  o que deveria  fazer o povo quando  cometesse  algum pecado.

Deus respondeu, mostrando  4 condições  para o perdão:

1-      Humildade para admitir  os pecados cometidos.
2-      Oração e suplica de perdão
3-      Busca continua de sua presença
4-      Eliminar o comportamento pecaminoso.

O verdadeiro  arrependimento implica mais do que simples falar; exige   mudança de comportamento. Quer o pecado seja individual, de um grupo ou de uma nação, seguindo esses passos alcançaremos o perdão. Deus responde as nossas suplicas mais fervorosas
Os olhos, ouvidos, e o coração de Deus estão perpetuamente atentos à adoração do seu povo (2 Cr.7.15).
Haverá sempre uma benção à espera dos que se arrependem ( v.14).Nesses assunto  a responsabilidade  é tanto individual ( v.17) como também  coletiva (v.10-20).

                                                        Luc. 10.39-42

·         As nossas fadigas diárias, não nos deixa tempo para adorar o Senhor, como fez Maria
·         Estamos mais preocupados em agradar aos outros, mantendo a nossa imagem em alta
·         Muitas vezes, nós também  queremos impressionar a Deus com nossos serviços, como fez Marta, mas basta um simples gesto para agradar ao Senhor ( nossa adoração sincera)
·         Por que vamos a Igreja? Se é para adorar o Senhor, porque não o adoramos?, é que as vezes  quando chegamos a igreja nossa atenção tem outro foco, outra direção, e ficamos em falta com o Senhor.








Jo.11.20-32. ( na adoração se obtem)

· Nestes capítulos vemos duas atitudes diferentes, uma chega reclamando, nada obtêm, a outra  mais humilde, chega adorando, e obtêm sua petição.
· Um coração humilde , sensibiliza o coração de Deus, que tudo sabe, tudo vê, inclusive nosso coração.
· A boca fala do que o coração está cheio( Lc 6.45), Jesus nos lembra que o nosso falar e nossas ações revelam as verdadeiras  convicções e motivações de nossa vida.
· Quem tem um coração amargurado suas palavras são amargas, um coração cheio de ódio, as palavras são ferinas.
· Um coração cheio do amor de Deus, as palavras são brandas como a brisa do mar.


Maria  ao se encontrar com Jesus, primeiro o adorou, depois com humildade disse as mesmas palavras de sua irmão Marta.  Senhor se tu estivesses aqui meu irmão não teria morrido. Maria obteve de Jesus sua petição, foi atendida por Jesus, e teve a vida do seu irmão Lazaro de volta.

Em contra partida Marta não obteve resposta, não foi humilde o suficiente, para obter a benção.
Ela deixou Jesus e voltou para sua casa. Deixar Jesus , torna-se mais difícil  obter alguma benção.

Só um coração humilde  e quebrantado  consegue obter alguma coisa de Deus.

Ele é o Deus dos humildes  e quebrantados.

Ev. Carlos Borges(CABB)

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ESPÍRITO SANTO UMA PESSOA COMPLETA



ESPÍRITO SANTO, UMA PESSOA COMPLETA
Jo 16.7-12
Introdução: O que é uma pessoa?Uma pessoa é um ser humano que tem a capacidade de pensar, conhecer, sentir e decidir. Isto faz parte da racionalidade(característica humana), os animais não pensam,pois não tem racionalidade,por isso eles são considerados irracionais, em vez da racionalidade eles tem instinto.

I QUALIDADES PESSOAS
1-Conhecer
·         (a) Ele examina os corações dos homens (Rm 8.27).
·         Como cristãos, nós não dependemos de nossos próprios recursos, para lidar com os problemas.
·         Mesmo quando não soubermos as palavras certas para orar, o Espírito Santo ora com e por nós, e Deus responde.
·         Com o Espírito Santo nos ajudando a orar, nós não precisamos ter receio de nos aproximar de Deus.
·         Peçamos ao Espírito Santo para interceder por nós segundo a vontade de Deus.
·         Quando levarmos os nossos pedidos a Deus (Pai), confiemos que Ele sempre faz o melhor.
·         (b) Ele conhece as profundezas de Deus (I Co. 2.10-11)
·         “As profundezas de Deus” – Se refere à natureza incomensurável de Deus e ao seu plano maravilhoso – a morte e a ressurreição de Jesus, a promessa da salvação revelada somente para aqueles que crêem que a Palavra Divina é verdadeira.
·         Aqueles que crêem na morte e ressurreição de Cristo, e depositam Nele sua fé, saberão tudo o que precisam para ser salvo.
·         Esse conhecimento, porém, não pode ser alcançado mesmo pelas pessoas mais sabias, a menos que elas aceitem a mensagem de Deus (Cristo).
·         Todos os que a rejeitam são tolos, não importa o quão sabias o mundo os considere.
2-Sentir   
·         (a) Capacidade de Amar (Rm 5.5)– Tanto o amor como o conhecimento é expresso numa base interpessoal (entre duas pessoas).
·         Somente as pessoas são facultadas o dom de amar (ter amor)
·         O amor é um intercambio, nós amamos e somos amados, e um investimento sentimental, quando mais se investe mais se lucra (isto, é, mais recebe).
·         O Espírito Santo é o promotor desse amor, e derrama essa essência em nossos corações, quando isso acontece, temos o cheiro de Cristo. (Rm 5.5).
·         O Pai nos amou tanto que enviou seu Filho para morrer por nós, e preencher a lacuna que havia entre nós e Deus.
·         Pai e o Filho enviaram o Espírito Santo para encher nossa vida de amor e capacitar-nos para viver pelo seu poder (At 1.8).
·         O amor, também deve engajar os cristãos a orar uns pelos outros, em intercessão continua contra as ciladas de Satanás, isto também é uma demonstração de amor (amamos ao Pai e aos nossos irmãos).
·         (b) Capacidade de Sentir Tristeza (Gn 6.3)– O Espírito Santo sendo uma pessoa completa sente também tristeza pelos pecados que são cometidos e continuam a ser cometido pela humanidade.
·         Como aconteceu nos dias de Noé, o Espírito Santo hoje se entristece com a pratica pecaminosa da humanidade em todos os quadrantes do Universo.
·         Deus por misericórdia deu uma oportunidade aquela geração perversa de se arrepender, deu-lhes 120 anos, porém o povo não se arrependeu, mas, zombava de Noé, é veio o dilúvio matando aquela geração.
·         Ainda hoje pela graça, Deus está dando também uma oportunidade a esta geração, para se arrepender, porém eles zombam e escarnecem do povo de Deus, um dia a porta da Graça ira se fechar, não haverá mais tempo para arrependimento (vira a grande tribulação).
·         Por não sabermos quando termina a tolerância de Deus, devemos o mais rápido possível, procurar nos arrepender de nossas faltas (pecados), e pedir perdão a Deus, nos deixando envolver pelo Espírito Santo, e desfrutar de suas benesses.
3-Decidir 
·         (a) A vontade soberana do Espírito Santo (At. 13.1-4) – Ela foi fundamental na escolha dos discípulos de Jesus Paulo e Barnabé para uma missão especifica.
·         Paulo e Barnabé foram separados para a obra, por indicação do Espírito Santo.
·         Corremos grandes riscos, quando a Igreja separa  pessoas para o ministério,sem o aval do Espírito Santo.
·         Na igreja verdadeira, é o Espírito Santo quem determina (decide), pois Ele conhece as pessoas, Ele é onisciente, conhece o passado, presente e o futuro de quaisquer pessoas.
·         (b) As decisões do Espírito Santo na distribuição e operação dos dons espirituais (I Co. 12.7-11) – Os dons espirituais dados a cada pessoa pelo Espirito Santo são habilidades especiais que devem ser usadas para ministrar sobre as necessidades do corpo de crentes.
·         Essa capacidade não é uma lista exaustiva de dons espirituais (Rm12; Ef 4; 1Pe4. 10,11).
·         Em vez de edificar e unir a igreja de Corinto, a questão dos dons espirituais a estava dividindo.
·         Os dons espirituais tornaram-se símbolos de poder espirituais, causando rivalidades.
·         Algumas pessoas pensavam que eram mais “espirituais” do que outras por causa de seus dons.
I CARGOS PESSOAIS
1-Mestres
·         Jesus Prometeu aos seus discípulos que o Espírito Santo os ajudaria a lembrar-se do que ele havia ensinado.
·         Mestre é diferente de professor – Professor ensina conhecimento teórico, porém o Mestre ensina pratica e teoria junto, completando o ensino, e cobra aplicação do aprendizado.
·         O Espírito Santo nos ensina a ter paciência, discernir o certo do errado (espírito de discernimento).
·         O Espírito Santo nos ilumina com a Palavra de Deus trazendo esclarecimento.
·         Jesus disse: que o Espírito Santo é o Consolador e Espírito da Verdade.
·         O Espírito Santo testifica de Jesus, nos ensinando que Ele é, e nos ensina a resistir o ódio (com amor no coração).
·         Ele nos leva a maturidade espiritual através da pratica da verdade.
2-Administrador
·         Ele e administrador, porque desde o Pentecoste, Ele administra a Igreja e supervisiona seus atos guiando o povo de Deus em suas jornadas para o céu.
·         Ordenou a Felipe com relação ao Eunuco (At.8.26-40).
·         Enviou Pedro para ministrar a um centurião romano, mesmo contra a vontade de Pedro (At. 10.19-48).
·         Proibiu Paulo de ir pregar o Evangelho na Ásia (At.16.6,7).
É ele que constitui os líderes da Igreja (At.20.28).

3-Consolador
·         Ele foi deixado por Jesus, para consolar os seus discípulos quando da sua partida desta terra.
·         O Consolador o Espírito do próprio Deus, viria para ficar no lugar de Jesus, cuidando dos discípulos e dirigindo-os.
·         O poder regenerador do Espírito veio sobre os discípulos bem antes da ascensão de Jesus (Jo. 20.22).
III DESIGNAÇÕES PESSOAIS
1-Citado por Jesus (Jo 14.16; 15.26; 16.13)
·         O Espírito Santo é a própria presença de Deus conosco e com todos os cristãos.
·         Ele nos ajuda a viver conforme a vontade de Deus e edificar a igreja de Cristo na terra.
·         A palavra Consolador transmite o sentido de ajuda, encorajamento e força.
·         Ele ministra a mente e ao coração dos cristãos.
·         Então o Espírito Santo revelou aos discípulos as verdades que foram escritas nos livros que agora formam o Novo Testamento.
2-Citado por Pedro (2 Pe. 1.20,21)
·         Deus usou os talentos, a educação e a formação cultural de cada escritor.
·         Ele cooperou com os escritores de forma a assegurar que sua mensagem fosse fielmente comunicada das próprias palavras que escreveram.
3-Citadas por Paulo (Rm 8.16,26; rm 8.1-9; 8.10-11; 8.14-17)
·         Como Cristão nos não dependemos de nossos próprios recursos para lidar com os problemas.
·         Alguma vez nós já nos preocupamos em saber se somos ou não um verdadeiro cristão.
·         O Espírito Santo é a promessa de Deus, e garantia de vida eterna, para aqueles que nele crêem
·         O Espírito Santo está conosco pela fé, por ela temos a certeza de que viveremos com Cristo.
IV RELACIONAMENTOS PESSOAIS
1-Correto (At 16.6,7)
·         Não sabemos como o Espírito Santo falou a Paulo e seus companheiros não deveria ir a Ásia.
·         Pode ter sido por intermédio de um profeta (Espírito Santo fala também por meio dos profetas), uma visão, uma convicção interior ou alguma circunstancia.
·         Conhecer a vontade de Deus não significa que devemos ouvir literalmente sua voz.
·         Ele nos orienta de várias maneiras.
·         Quando buscarmos a orientação de Deus:
1.      Tenhamos a certeza de que nosso plano está em harmonia com a Palavra de Deus.
2.      Devemos pedir conselho aos cristãos mais experientes.
3.      Devemos conferir nossas motivações, a fim de verificar se nós estamos tentando fazer a nossa vontade ou a de Deus.
4.      Oremos a Deus para Ele abrir e fechar as portas, como convém.
2-Significativo (2 Co 3.18)
·         A glória que o Espírito Santo dá ao crente é mais excelente e durável do que a glória que Moisés experimentou.
·         Ao observarmos atentamente a natureza de Deus, com nossa mente sem qualquer véu, podemos nos tornar mais parecido com Ele.
·         Nas Boas Novas vemos a verdade a respeito de Cristo, e esta nos transforma moralmente à medida que compreendemos e a aplicamos à nossa vida.
·         À medida que o nosso conhecimento se aprofunda, o Espírito Santo nos ajuda a mudar
·         Por fim tornar-se como Cristo é uma experiência progressiva.
·         Quanto mais de perto seguirmos Cristo, mais parecidos com ele nos tornamos.
Ev. Carlos Borges(CABB)

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

OS EFEITOS DO PECADO COMO EVIDÊNCIA DA QUEDA

O pecado  dos primeiros  representantes da raça humana trouxe  consequências  nefasta para toda a humanidade.Assim a percepção e o relacionamento que o homem tinha com Deus  foi afetado.

AUTO PERCEPÇÃO DO PECADO
No momento exato em que  o homem cometeu o pecado em seu  pensamento e imaginação, em seu desejo e em sua vontade, uma  tremenda mudança  ocorreu nele. Isso se torna  evidente pelo fato de que,imediatamente depois  do pecado,Adão e Eva tentaram esconder-se de Deus  e um do outro.
Os olhos  de ambos se abriram, e eles  perceberam  que estavam nus(Gn 3.7). Repentinamente, em um  instante, eles estavam  mantendo um relacionamento diferente do que  vinham mantendo até então. Eles se viram como nunca tinham se visto antes. Eles não se atreveram e não puderam sem reservas  olhar um para o outro. Eles sentiram-se culpados e impuros, e coseram folhas de figueira para ocultarem-se  um do outro.
Eles compartilharam dessa situação e sentiram medo e necessidade de se esconderem da face de Deus no meio das árvores do jardim.
As folhas de figueira serviram para esconder parcialmente sua vergonha e desgraça, mas eram inadequadas para a confrontação face a face com Deus,por isso eles fugiram, fugiram  para as densas profundezas da folhagem do jardim. A vergonha e o temor tinham se apoderado deles, pois  após pecarem haviam perdido a comunhão com o Criador e sentiram-se  culpados e impuros em Sua presença.

A UNIVERSALIDADE DO PECADO
Essa é sempre  a consequência do pecado.Com relação a Deus, com relação a nós mesmos e com relação aos demais humanos, é perdida a espontaneidade espiritual e a liberdade interna, pois  essas são realidades que somente  a consciência isenta de culpa pode excitar em nosso coração.Mas a gravidade do primeiro pecado é exibida com mais vivacidade no fato de que  sua influência se espalha do primeiro casal para todo a humanidade. O primeiro passo  na direção errada foi tomado, e todos os descendentes de Adão  e Eva seguem suas pegadas.
A universalidade do pecado  é um fato estabelecido tanto pelas evidências da experiências quanto pelas Sagradas Escrituras. Não seria difícil  obter testemunho da universalidade do pecado em todos os tempos e lugares. A pessoa mais simples  e a mais culta concordam com isso. Ninguém, eles diriam, nasce  sem pecado. Todos possuem suas fraquezas e defeitos.
O obscurecimento do entendimento toma  seu lugar entre as doenças mortais do homem, e através dele tomam seu lugar  também não apenas  a inevitabilidade do erro, mas também o amor ao erro.Ninguém é livre em sua consciência. A consciência é o traidor de todos nós. A carga mais pesada  da humanidade é a carga  da culpa. Esses são os sons que vêm aos nossos ouvidos por todos os lados na história da  humanidade.
Embora  o princípio fundamental seguido pela pessoa simples e pela pessoa culta seja a bondade natural do homem, elas serão levadas, ao fim de sua investigação, a reconhecer que as  sementes de todos os pecados e delitos estão escondidas no coração de todos os homens.
Compilado do Livro EVIDÊNCIA CRISTÃ(Doris Lemos -IBAD).
Ev. CArlos Borges(CABB)  

sábado, 10 de agosto de 2013

A REALIDADE DO PECADO E DA SALVAÇÃO



A REALIDADE DO PECADO E DA SALVAÇÃO
Quando estudamos os fundamentos da Fé Cristã, vemos que uma verdade essencial do Cristianismo é a realidade do pecado e os seus efeitos na humanidade. A Bíblia Sagrada, como um todo, descreve a ação de Deus na história desfazendo o mal provocado pela desobediência do homem.
Pecado é uma palavra que significa “errar o alvo”. No sentido teológico, trata-se da transgressão à Lei de Deus. A partir dos primeiros capítulos de Gênesis, vemos que Deus constituiu um casal no Éden, dando-lhe o privilégio da comunhão diária com o Criador. No entanto, havia uma ordem explícita concernente ao fruto do conhecimento do bem e mal. Deus tinha enfatizado claramente que o ato de comer o referido fruto implicaria DESOBDIÊNCIA e, consequentemente, o casal sofreria por isso. Sabemos, com base no texto bíblico, que Adão e Eva optaram pela transgressão. Assim, por serem os primeiros habitantes da terra, o ato de PECAR afetou a raça humana.
Conceito de Pecado em Diferentes Confissões e Correntes Filosóficas.
A ideia de pecado está presente em outras religiões do mundo, embora o Cristianismo tenha a real compreensão do assunto, pois representa o Deus dos céus e da terra, o qual foi o único ofendido com o pecado do ser humano. O fato de outras confissões e correntes filosóficas (Ciência Cristã; Espiritismo; Ateísmo; Teologia da Libertação e Humanismo) terem um conceito de pecado não significa que é verdadeiro.
A Negação do Pecado no Iluminismo
Historicamente, a maior investida contra a mentalidade cristã de pecado, como ofensa contra Deus, aconteceu no Iluminismo. Na mentalidade dos adeptos das correntes modernistas tanto da teologia quanto das ciências humanas, o pecado original, tal qual ensinado nas Escrituras, não existe. Segundo os filósofos racionalistas, a depravação do homem se dá pelas influências externas.
A negação da realidade espiritual do pecado no Iluminismo racionalista trouxe danos terríveis à sociedade. A afirmação da bondade inerente ao ser humano por parte dos filósofos, que acreditam num progresso iminente, resultou em revoluções e atrocidades. Segundo Colson e Pearcy (2005), dentre as consequências percebidas está o surgimento de diversos movimentos ditatórios racistas que mancharam a história com verdadeiros genocídios.
O Pecado Original por Lúcifer
O pecado não surgiu pela primeira vez na terra, mas no céu, na presença imediata de Deus, junto ao Seu Trono. A Escritura nos ensina que a queda dos anjos precedeu a queda do homem. O pensamento, o desejo, a vontade de resistir a Deus surgiu primeiramente no coração dos anjos. É provável que o ORGULHO tenha sido o primeiro pecado e o princípio da queda dos anjos.
Em 1 Timóteo 3.6, Paulo exorta a igreja anão escolher como bispo alguém que tenha sido convertido há pouco tempo, para que ele não sinta orgulho e caia na condenação do diabo (caluniador). Se  esse julgamento ou essa condenação do diabo significa o pecado no qual ele caiu depois de se exaltar contra Deus, então nós temos aqui um indício do fato de que o pecado do diabo começou com a autoexaltação  e orgulho.
Além disso, o homem não transgrediu a Lei de Deus exclusivamente por si mesmo, mas foi movido por algo fora de si mesmo. A mulher, enganada e tentada pela serpente, cometeu a transgressão (2 Co 11.3; 1 Tm 2.14).
 A Tentação de Adão e Eva
Certamente nós não devemos imaginar que essa serpente seja uma representação simbólica, mas uma serpente real, pois somos informados que a serpente era mais sagaz do que todos os animais do campo que o Senhor Deus tinha feito (criado- Gn. 3.1). A revelação posterior nos dá a entender que uma força demoníaca fez uso da serpente para encantar o homem e fazer que ele se desviasse do caminho do Senhor. Em vários pontos do Antigo Testamento nós lemos que Satanás (adversário) é o acusador e o tentador do homem (1 Cr. 21.1.1; Jó 1.9-11; Zc 3.1).
Plano que Satanás elaborou para fazer o homem pecar foi sutil. O mandamento que Deus tinha dado é representado como um fardo arbitrariamente colocado sobre o homem, como uma limitação da liberdade humana. Dessa forma, Satanás lança na alma de Eva a dúvida sobre a justiça desse mandamento e sobre a sua origem divina. Depois a dúvida se desenvolve em incredulidade por meio do pensamento de que Deus deu esse mandamento para impedir que o homem se tornasse como Ele, conhecedor do bem e do mal.
Essa incredulidade é colocada a serviço da imaginação e faz com que a transgressão pareça ser não um caminho para a morte, mas um caminho para a vida, para a igualdade com Deus. A imaginação, dessa forma, faz sua obra na inclinação e no esforço do homem, e a árvore proibida passar a ter outra aparência. Ela se torna agradável aos olhos e desejável ao coração. O desejo, sendo concebido dessa forma, expulsa a vontade e carrega consigo o ato pecaminoso. Eva toma o fruto e come, e o dá também ao seu marido, e ele também come (Gn. 3.1-6). 
Compilado do livro "EVIDÊNCIA CRISTÃ" Doris Lemos(IBAD).
Ev. Carlos Borges(CABB)