quinta-feira, 24 de abril de 2014

EXPONDO O CAMINHO DA SALVAÇÃO



EXPONDO O CAMINHO DA SALVAÇÃO
Rm10. 9-13
Introdução: Precisamos aprender com Jesus, como nos aproximar das pessoas que ainda não são salvas, muitas vezes, na ansiedade de ganhar almas para o Senhor Jesus, nos tornamos muito afoito, e com grande ansiedade de ganhar a alma para o Senhor, que esquecemos, os ensinamentos que Ele nos deixou, começando com a mulher samaritana, e vamos até a mulher sírio-fenícia, temos também Nicodemos, o jovem rico, e Zaqueu.


I PERSUADINDO EM CRISTO
1-Produzir interesse (Jo 4.7-26)
·         Duas vezes por dia, de manhã e ao anoitecer, as mulheres iam retirar água.
·         Aquela samaritana, entanto, foi ao meio dia, provavelmente para evitar encontrar-se com pessoas que conheciam sua reputação, Jesus levou àquela mulher uma extraordinária mensagem sobre a fonte e a água pura que podiam saciar a sede espiritual dela para sempre.
·         A samaritana descendia de um povo mestiço, odiado, pelos judeus, era conhecida por estar vivendo em pecado, estava em um lugar público.
·         Nenhum judeu responsável conversaria com aquela mulher, pela circunstância que envolvia sua maneira de viver (em adultério).
·         Jesus, não fez acepção de pessoa, as boas Novas que Ele trazia eram para todos, apesar da posição, social, espiritual e etnia, para ele aquela mulher, era uma necessitada, que precisava de um salvador.
·         Jesus provocou naquela mulher uma NECESSIDADE de um Salvador, e, Ele já estava ali para indicar a ela o caminho da salvação.

2-Produzir convicção (At 16.13-15)
·         A salvação, não é uma casualidade, mas, uma necessidade na vida de cada um de nós, portanto é preciso haver uma convicção.
·         Como podemos levar as pessoas à convicção de que precisam ser salvas?
·         Só há mudança na vida de uma pessoa, quando ela tiver convicção, de que precisa mudar, só é salvo quem for convencido pelo Espírito Santo de Deus, não são as nossas palavras que convencem o pecador, mas, o Espírito Santo que convence o homem do juízo é do pecado.
·         A mulher samaritana foi convencida pelo Espírito Santo, que precisava de um salvador e mudar de direção, tornou-se uma “missionária”, e levou as Boas Novas as outras pessoas.
3-Produz Desejo (At. 16.30,31)
·         O desejo é uma condição necessária para que aja mudança na vida de alguém, ninguém come sem vontade, ninguém bebe água sem ter sede, o dorme sem ter sono.
·         Na salvação não é diferente, só é salvo quem quer ser salvo, a salvação não pode ser algo forçado.
·         O episódio do cárcere foi algo assim, quando o carcereiro percebeu sua condição e necessidade, arriscou tudo para encontrar a salvação.
 ·         A curiosidade sempre desperta o desejo, e o desejo leva a busca do objetivo, o que está sendo oferecido.
        ·         Foi assim com a mulher samaritana, Zaqueu e Nicodemos. 
                    Em, tais circunstâncias, as pessoas acabam por perguntar, “o que devo fazer para ser                 salvo",  então  é  só expor-lhes o plano da salvação, e conduzir essa pessoa a Cristo.



II PASSOS PARA A SALVAÇÃO
1-Todos somos pecadores (Rm 3.23)
·         Alguns pecados parecem maiores que outros, porque suas consequências são mais graves, pecado não tem tamanho, tem consequência.
·         Que, matar é pior que odiar adulterar parece ser mais graves que o orgulho, na verdade ambos são pecados e tem suas consequências, vejamos o pecado como a chuva, não importa se está fina ou grossa, o que importa é que molha, assim é o pecado.

2-Reconhecer a Jesus (Fp 2.5-11; Jo 1.29).
·         O pecado muitas vezes é considerado como a doença, senão for curada, pode matar, e para evitar a morte, consulta-se um médico, e o médico receita o remédio, que o paciente toma para ser curado, se ele quiser  ficar curado, no pecado também é assim, quem quiser ser libertado (curado) tem que se arrepender (diagnosticar a doença), e aceitar a Jesus (tomar o remédio), para ter a vida longa( vida eterna).
·         A grosso modo Jesus foi o remédio (espiritual) que Deus (o médico dos médicos), enviou a terra para curar (salvar) os homens doentes (enfermos pelo pecado).
·         Jesus foi o modelo, tornou-se homem para ensinar os homens como servir a Deus, tornando-se seu filho por adoção, para posteriormente, morar com Ele no céu, junto com Jesus, nosso irmão mais velho.

3- Arrependimento (Mc 1.15; At 3.19)
·         O pecado é uma barreira espiritual, que separa o homem de Deus, e, portanto precisa ser demolida, para podermos ver a Deus.
·         O arrependimento é uma condição na estrada da vida, que nos permite fazer uma conversão (retorno de 360º), para então tomarmos a direção certa.
·         O arrependimento deve começar no coração, é terminar na consciência, para podermos então ter uma conscientização do que estamos fazendo é porque e para quê.
·         Sem arrependimento, não podemos prosseguir rumo ao céu, o pecado é um peso tão grande, que dificulta nossa caminhada, esse fardo deve ser tirado da nossa costa, para podermos flutuar(subir) rumo ao céu.

4-Receber a Cristo (Jo 14.6)   
·         Hoje a humanidade, está em busca de um atalho para  ir  para o céu, porém Jesus disse;... eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
·         Jesus é um tipo de passaporte, que nos permite ir ao céu, o preço já foi pago por ele na cruz do calvário.
·         Quando um pecador confessa e recebe Cristo em seu coração, Jesus o confessa diante do Pai (Mt. 10.32).
·         Esse caminho para o céu tem um pequeno pedágio, (assim como as grandes estradas), o preço é a obediência a Palavra de Deus, pois não basta  só ler, é preciso viver os ensinamentos dessa palavra, como disse Tiago,.... não devemos ser somente ouvintes, mas, praticantes.

III LEVANDO A UMA DECISÃO
1-Espere uma resposta (Hb. 11.1).
·         Qualquer trabalho que venhamos a fazer para o Senhor, requer de seus servos, que o busque no sentido de saber como Ele quer que façamos o “serviço” para Ele, afinal ele é o dono da obra.
·         O pescador de peixe, tanto com linha como com redes, sabe que é preciso ter paciência, para poder pegar o(s) peixe(s), depois de pescar, o pescador vai cuidar do peixe (limpa-los), para posteriormente temperá-lo e cozinhar ou fritar.
·         O novo convertido, precisa de alguém que os assista, cuidando deles até que eles possam caminhar com seus próprios pés (ter maturidade espiritual) para prosseguir sozinho na fé.
·         Devemos lembrar que não podemos descartar a total assistência do Espírito Santo, ele é o orientador, o consolador.

2-Compromisso (Lc 14.27; Jo 10.10).
·         Todos os que aceitaram a Jesus como seu salvador, também assumiram um compromisso com Ele e com sua obra.
·         O novo convertido deve também ser instruído, que a partir do momento de sua conversão, ele será nova criatura (recriada), portanto seus velhos hábitos nocivos, que aviltam a Deus, devem ser substituídos por hábitos que glorificam a Deus.
·         Só podemos ter vida abundante, na proporção que também somos abundantes no serviço do Mestre.
·         A oração deve ser o meio de comunicação do servo com seu Senhor, onde ele expõe suas necessidades (suplicas), e a dos outros (intercessão).

3-Alimento espiritual (I Pe 2.2; Jo 3.3).
·         O novo convertido deve ser orientado, no sentido a receber a doutrina no seu método mais suave (leite espiritual).
·         Devemos ensiná-los gradativamente, à medida que o ensino é absorvido, pelo novo convertido.
·         Também deve ser instruído a dar testemunho, de tudo o que Deus tem feito em sua vida, neste, item, está incluso, as experiências espirituais, meditação da Palavra, e oração e consagração.
·         Um dos ensinos mais difíceis, ao novo convertido, está relacionado com a tentação, como explicar para o novo convertido que aceitou a Jesus com Salvador, que pode ser oprimido, e atribulado pelos espíritos imundos.
·         Disse Jesus, “no mundo tereis aflições, mas, tende bom animo”. “O servo não é maior do que seu Senhor”, “quem quiser me seguir tome a sua cruz e siga-me.”, logo ninguém está enganado com relação ao sofrimento, dores e angústias. TUDO ESTÁ ESCRITO NA PALAVRA DE DEUS.
Ev. Carlos Borges(CABB)

sábado, 19 de abril de 2014

ORAR E OBEDECER

                                                          Lucas 18.1-17
Jesus encorajou  seus discípulos  a orarem  com  persistência  e humildade. Oração persistente  significa manter nossos pedidos continuamente diante de Deus enquanto vivermos por Ele  dia após dia, crendo  que Ele  irá responder. Não significa vãs repetições ou sessões  dolorosamente  longas de oração.Orar com humildade significa com um honesto  conhecimento de nossas necessidades. O coletor de impostos  foi ao  templo reconhecendo seu  pecado  e implorando  por misericórdia.
Oração persistente tem uma clara visão de nós mesmos. De algumas maneiras, persistência e humildde refletem o caráter de uma criança. Geralmente, as crianças são mais persistentes ao pedir o que querem e não escondem quem são como adultos costumam fazer .
a oração pode ser uma disciplina  espiritual  que desenvolve a fé  de uma criançaem nossa vida. Pode ser a oração que nos tornará  aptos para um dia entrar no Reino. "Jesus disse aos seus discípulos: em verdade vos  digo  que qualquer que receber o Reino de Deus como uma criança não entra nele."

                                                                       Lucas 18.18-27
Esse líder religiosos fez uma pergunta a Jesus que também  faríamos  a Ele se estivesse  aqui hoje. O príncepe queria a garantia  de Jesus de que teria vida eterna. Ele queria que Jesus  ponderasse suas qualificações  ou desse -lhe  alguma  tarefa  para assegurar a sua  imortalidade.
Jesus respondeu  citando  alguns dos Dez Mandamentos.  Mas  isso levanta outra questão. Jesus estava  dizendo que podemos  herdar a vida eterna guardando os mandamentos?
Para responder, devemos lembrar-nos  de como  Jesus  respondeu às  palavras "Bom Mestre": "Ninguém há bom, senão um, que é Deus". A implicação era a de que " não há quem  faça o bem, não  há sequer um(Sl  14.3).
Isso também significa que Jesus não estava  simplesmente  estabelecendo  um novo padrão ao mandar o homem vender tudo  e dar o dinheiro aos pobres.Mas  em vez disso, Ele estava tornando a vida eterna  inalcançável até mesmo  para pessoas  altamente  morais.
Todos  perceberam  isso também. Se o dinheiro  não reflete a aprovação e a benção de Deus, e a moralidade  não é o ingresso de entrada , " quem no mundo  pode salvar-se?
Algumas vezes , o que fazemos  não são exigências  de Deus, mas,sim, parte de um código moral que recebemos. Deus simplesmente  nos ordena  a amá-lo de todo o coração e as pessoas  como a nós mesmos.É uma questão de CORAÇÃO.

Os dois assuntos acima nos leva a uma reflexão espiritual, a primeira como falar com Deus, a segunda como servi-lo e amá-lo. Na oração nós nos esvaziamaos de nós mesmos, para podermos ser cheio de seu Espírito, e assim caminhar nesta vida como cidadão do Reino aqui na terra.
No servir a Jesus, independe de posição social, profissão,financeira ou intelectual.As riquezas podem ajudar se o nosso coração não estiver nelas, e usar os recursos financeiros para ajudar os mais necessitado, a obra de Deus, e contribuir para um mundo melhor, diminuindo as diferenças.No Reino dos Céus, tem um governo melhor do que o humano, tem um exército mais podero do que qualquer exército do mundo, tem uma moeda própria e uma constituição sem emenda e quem a descumprir paga um alto preço.
Não vale a pena arrissar, a Lei de Deus, desconhece as palavras "fiança" e "habeas  corpus", sejamos sabios e prudentes,Deus já fez a maior parte por nós, resta-nos apenas amá-lo e OBEDECÊ-LO, assim seremos mais felizes, e garantimos a vida eterna.

Ev. Carlos Borges(CABB)

terça-feira, 15 de abril de 2014

O RICO E LÁZARO

                                                         Luc 16.29-31.
O homem rico pensava que seus irmãos certamente acreditariam em um mensageiro renascido dos mortos. Mas (na parábola) Abraão disse  que se  eles não acreditavam em Moisés e nos profetas , nem  mesmo a ressurreição os convenceria.
É realmente  verdade? Como alguém  pode recusar-se a acreditar depois de presenciar uma ressurreição? Se Abraão estiver correto, então simplesmente ouviu falar de alguém que voltou dos mortos ou até mesmo encontrá-lo não é o suficiente  para ser  persuadido. O conhecimento e a experiência  não são suficientes  se isso  for verdade. que outros fatores existem? 
Jesus contou essa história  para os fariseus ouvirem . Usando as palavras de Abraão, Jesus previu que até mesmo depois que Ele se levantasse dos mortos  muitos  dos lideres  religiosos não creriam . Por que?
" E os fariseus que eram avarantos, zombavam de Jesus(Lc 16.14). Eles tinham suas prioridades: dinheiros  antes de Deus - "eles mersmos antes de Deus.
Suas tradições já haviam destituido Moisés  e os profetas.Acreditar em Jesus requeria uma mudança  de coração e de hábitos - mudanças  que eles não estavam dispostos a fazer.
Era uma questão  de quem  eles amamvam mais do que sabiam ou viveram. O coração deles  era irredutivel, de modo que o conhecimento, a experiência, as Escrituras, ou o filho de Deus não o mudariam.
Vemos nessa párabola, quando o rico despresou o pobre Lázaro, nunca se preocupou com o pobre que fazia a sua porta, ficava no seu deleite, usufluia da sua riqueza, sua vida era uma vida faustosa, por ser rico, não via a necessidade do pobre, era insensivel, sem amor e despresava seu semelhante.A morte é a niveladoradora dos estatus sociais, na morte não há rico ou pobre, feio ou bonito, grande ou pequeno.quando o rico se viu no tormento, e ao longe avistou Lázaro, imediatamente se lembrou dele, em vida o desprezou, mas, agora a realidade era outra, agora ele queria que Lázaro( o despresado) lhe aliviasse o sofrimento, queria também salvar seus irmãos, não queria que eles viessem para o mesmo tormanto, porém foi instruido que era impossivel,não havia como algum dos mortos vir avisar os vivos, para isso hávia Moisés e os profetas.
Hoje muitos estão na mesma situação do rico, não precisa ser rico, basta ser incredulo, desafeiçoado de Deus, ignorar a vida eterna,viver uma vida devoluta, praticar toda forma de pecado(desobediência a Deus), ser dado ao vicio, prostituição e outros males do século, a verdade está sendo pregada, anunciada pelos quatros canto da terra(rádio televisão, livros e falada corpo a corpo), porém poucas pessoas estão dando atenção para os fatos, porém haverá um dia que essas mesmas pessoas estarão na mesma condições do rico, porém nada mais poderá ser feita por elas, quem vai não volta, e quem estiver por aqui, deve ouvir, meditar, e se aplicar ao conhecimento da verdade, e tomar sua decisão em vida, pois após a morte segue-se o juizo.

Ev.Carlos Borges(CABB) 

terça-feira, 8 de abril de 2014

CONSEQUENCIA DO PECADO




Is. 59.1,2
Introdução: Falando da universidade do pecado a bíblia diz: Quando o homem pecou perdeu a comunhão com Deus, e ficou separado, pois o pecado trouxe a morte física e a espiritual.

Rm 3.23 - Todos pecaram e destituídos estão da gloria de Deus.
·         A palavra gloria da qual deriva a nossa palavra doxologia se refere à maravilhosa e temível, porém indescritível presença do próprio Deus.
·         Pecado não tem tamanho, tem consequência.
Rm 5.12- Pelo que como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.
·         Não estava no plano original de Deus que os serem humano morressem, mas esse foi o resultado quando o pecado entrou no mundo.
·         Todos os serem humanos tem uma característica em comum: eles são pecadores e morrerão.
·         Todas as almas estão nas mãos do criador, Ele as tratará com justiça ou misericórdia, e ninguém perecerá por pecado alheio.

CONSEQUENCIAS

1-      ESCRAVIZA O HOMEM (JO. 834).
·         Jesus disse que o homem que pratica o pecado é um escravo do pecado, isto significa que este homem não tem liberdade, nem vontade própria, sua liberdade está condicionada a pratica costumas do pecado.
2-      É OFENSA CONTRA DEUS (EF. 2.1-4).
·         Um homem morte em delitos e pecados, não sente nenhum desejo pelos prazeres espirituais.
·         O estado de pecado é o estado de conformidade com este mundo.
·         Os homens ímpios (sem salvação) são escravos de Satanás, que é o autor desta disposição carnal orgulhosa que existe em cada um deles, ele reina no coração dos homens pecadores.
3-      EMBRUTECE O HOMEM (JD 10).
·         Os homens maus e sedutores se iram com tudo que acontece, e nunca estão contentes com seu próprio estado e condição.
·         À vontade e as fantasias deles são as suas únicas regras e lei.
·         Aqueles que satisfazem os seus apetites pecaminosos tem maior propensão a render-se às paixões ingovernáveis.
4-      ESFRIA O ANIMO DE SERVIR A DEUS (AP.3.15)
·         O homem em pecado, não sente vontade de servir a Deus.
·         Ignora os atos de Deus.
·         Não o busca em suas aflições, mas busca outros deuses, ocultismo e outras falácias.
5-      IMPEDE APESSOADE ENTRAR NO CÉU (I Co. 6.9,10).
·           No céu só entra aquele que obedece a Deus, crê no seu Filho e obedece a seu Santo Espírito.
·           Só entra no céu os que se arrependem de seus pecados e aceitam a Jesus como seu Salvador.
·           Só entra no céu quem for transformado em nova criatura e lavado no sangue do Cordeiro
6-      ENTRISTE O ESPÍRITO SANTO (Ef. 4.30).
·              O Espírito Santo é a garantia de que pertencemos a Deus, e Ele habita na vida dos salvos.
·              Quem nãotem o Espírito Santo em sua vida, este ainda não tem Jesus no seu coração.

Ev. Carlos Borges(CABB)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

DEUS ÚNICO E VERDADEIRO




Dt. 6.4-9
Introdução: Existem três maneiras de conhecermos a Deus: Através de sua Palavra, das suas obras e de experiências pessoais com Ele. Deus é Senhor de todas as coisas, foi ele que nos escolheu, e não nós a Ele. Ele tem uma lei especifica que deve ser cumprida por todos, desobedecer a sua lei é correr riscos espirituais, e perder a salvação eterna.

I NATUREZA DE DEUS
1-Deus é um ser pessoal (Sl 25.14; Is1. 14; Is 55.8; Gn 2.18).
Ø  Apesar de Deus ser um espírito, Ele é também uma pessoa que é caracterizada por pensar, tomar decisões, é inteligente, tem raciocínio, capacidade de sentir.
Ø  O segredo do Senhor é para os que o temem (Sl. 25.14), Deus oferece sua intima e duradoura comunhão aos que o honram e reverenciam aos que tem por Ele a mais alta consideração.
Ø  Que outro relacionamento pode ser comparado à sua amizade com o Senhor de toda a criação?
Ø  Ela crescerá à medida que nós o honramos e veneramos.
Ø  O que Deus deseja na verdade, é uma sincera expressão de fé e devoção (Is. 1.14).
Ø  O povo de Israel foi insensato ao agir como se soubesse o que Deus estava pensando e planejando (Is. 55.8), às vezes agimos assim, tomamos decisões como se soubéssemos os pensamentos de Deus. Sara agiu assim, e outras pessoas também.

1-Deus é espírito (Jo 4.24; Jo 1.18).
Ø  No encontro de Jesus com a mulher samaritana, foi levantada uma questão teológica popular entre judeus e samaritanos qual o lugar correto para a adoração (Jo4. 24).
Ø  Jesus conduziu a conversa a um ponto muito mais importante, o lugar da adoração não é tão importante quanto à atitude dos adoradores.
Ø  A expressão “Deus é Espírito” mostra que Ele não é um ser físico, limitado pelo tempo e espaço.
Ø  Ele está presente em todos os lugares e pode ser adorado em qualquer lugar (local) e a qualquer tempo (hora).
Ø  O mais importante não é onde adoramos, mas como adoramos.
Ø  Ao pensamos em adorar a Deus, devemos fazer a nós mesmo a seguintes perguntas: a minha adoração é genuína e verdadeira? Tenho a ajuda do Espírito Santo? Como o Espírito Santo me ajuda a adorar?
Ø  Um espírito pode habitar um corpo, mas um espírito puro não tem e não habita um corpo; pois Jesus disse outra vez depois da ressurreição:
Ø   "Um espírito não tem carne e ossos como vós vedes que eu tenho" (Lucas 24:39). Consequentemente, nunca se diz de o homem ser um espírito enquanto habita o corpo. Diz-se que ele possui um espírito, mas, quando sua natureza mista se descreve, diz-se ser ele uma "alma vivente" (Gênesis 2:7; 1 Coríntios 15:45)

2-Trindade divina (Dt 6.4; Mt 28.19).
Ø  A Bíblia ensina que há somente um Deus. Mas também ensina que esse mesmo Deus é composto por três pessoas distintas: o Pai, o Filho (Jesus) e o Espírito Santo. A essa tri-unidade de Deus dá-se o nome de Trindade Divina.
Ø  As palavras de Jesus confirmam a realidade da trindade (Mt 28.19), algumas pessoas acusam os teólogos de terem inventado o conceito trindade e forçado a sua interpretação a partir das Escrituras.
Ø  Os discípulos deveriam batizar as pessoas porque o batismo simbólico morrer para o pecado e ressuscitar para uma nova vida com Cristo.
Ø  Pai- Toda a Escritura afirma ser Ele o Deus verdadeiro (João 6:27; Efésios 1:3, 17; Filipenses 2:9; etc).
Ø  Filho- Jesus é chamado de Deus em diversas passagens bíblicas (João 1:1, 18; 20:28; Romanos 9:5; Filipenses 2:5, 6; Tito 2:13; I João 5:20; etc).
Ø  Espírito Santo- O Espírito é apresentado na Bíblia como uma pessoa e não uma energia ou mera influência, pois apresenta características pessoais (I Coríntios 2:10, 11; Romanos 8:27; I Coríntios 12:11; Romanos 15:30; etc) é apresentado como Deus: recebe nomes divinos (Atos 5:3, 4; II Coríntios 3:18; etc).

4-Deus é Eterno (Sl 90.2; Dt 32.40).
Ø  “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus.” (Sl 90:2).
Ø  Não são poucas às vezes em que os seres humanos se deparam com a insuficiência de sua sabedoria e de sua inteligência.
Ø   Basta serem confrontados com temas que estão além de sua capacidade cognitiva para perceberem que são limitados e finitos. Assim como a Triunidade de Deus, a Eternidade de Deus, por exemplo, é outro tema complexo, porque não se pode pontuar lhe um começo ou um fim.
Ø  Por si só, a capacidade humana não entende a totalidade da vida infinita que habita em Deus. Nós, seres finitos, presos ao tempo e ao espaço, imaginamos a eternidade como uma mera extensão de tempo longo, abrangendo um passado e um futuro incertos, em que vida e morte são inseridas.
Ø  Porém, a eternidade de Deus é algo assombrosamente mais profundo que isso, e que, por ser assim, exige a como elemento fundamental para a sua compreensão e aceitação.

II ATRIBUTOS NATURAIS DE DEUS
1-Onipotência
Ø  Os atributos divinos são as características de Deus, a soma das quais definem quem Ele é. Eles refletem diversos aspectos da mesma essência divina.
Ø  Onipotência: Deus pode fazer tudo àquilo que deseja (Gn. 17.1; Jó 42.2; Sl. 115.3; Is. 43.11-13; Mc. 10.27). Ele não pode pecar ou agir contra Sua própria natureza (Tg. 1.13).
Ø  O poder de Deus não é condicionado nem limitado por qualquer pessoa fora dele mesmo. O poder, ou seja, a eficiência de fazer acontecer às coisas é um atributo de Deus.
Ø  Deus é a causa originadora do universo, e nele o seu Poder opera sempre. A palavra onipotência deriva de dois termos latinos, omnis e potentia que juntas significam “todo poder”.
Ø   Esse atributo significa que seu poder é ilimitado, que ele tem poder de fazer qualquer coisa que queira fazer. A onipotência de Deus é aquele atributo pelo qual Ele pode fazer suceder qualquer coisa que deseje. A declaração de Deus da sua intenção é a garantia de que ela se realizará. Deus pode fazer todas as coisas nada é por demais difícil para Ele, Tudo é possível (Gn 18.14; Mt 19.26).

2-Onipresença
Ø  “ A palavra onipresença deriva de dois vocábulos latinos, omnis, que significa tudo”, e praesum”, estarem próximo ou presente.
Ø   As escrituras representam Deus a preencher a imensidade; Ele está presente em todos os lugares, e não existe ponto do universo onde Ele não se encontre. (Dt 4.39; Sl 139.7-10; Jr 23.23-24). Deus é o nosso ambiente mais próximo.

3-Onisciência
Ø  A palavra onisciência se deriva de duas palavras latinas, Omnes, que significa tudo, e scientia, que significa conhecimento.
Ø   Deus é Espírito e, como tal, tem todo conhecimento. Ele é Espírito perfeito e, como tal, possui perfeito conhecimento.
Ø  O termo denota a infinita inteligência de Deus. Seu conhecimento de todas as coisas.
Ø  Calvino definiu a Onisciência como aquele atributo mediante o qual Deus conhece a si mesmo e as todas as outras cosias em um só simplicíssimo ato eterno.

III ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS
1-Santidade
Ø  Deus é santo (I Sm. 2.2; Sl. 99; Is. 40.25; Ap.15.4) em dois aspectos: transcendência e pureza moral.
Ø   A transcendência mostra como Deus está separado e é independente do espaço e do tempo, não sendo limitado por eles (Is. 57.15).
Ø  A pureza moral mostra como Deus está separado de tudo o que é pecaminoso (Lv. 20.26; I Pe. 1.15,16).
Ø  É a perfeição de Deus, em virtude da qual Ele eternamente quer manter e mantém a Sua excelência moral, aborrece o pecado, e exige pureza moral em suas criaturas.
Ø   Ser Santo vem do hebraico qadash que significa cortar ou separar.
Ø  Neste sentido também o Novo testamento utiliza as palavras gregas hagiazo e hagios. A santidade de Deus possui dois diferentes aspectos, podendo ser positiva ou negativa (Hb. 1:9; Am. 5:15; Rm. 12:9).
2-Amor
Ø  Deus é amor, o que significa que Ele se doa eternamente aos outros (I Jo. 4:8; Jo. 17:24). Deus ama a todos, mas não da mesma forma (Mt. 5:45; Rm. 8:35-39; Rm. 9:13).
Ø  A perfeição da natureza divina pela qual Ele é continuamente impelido a se comunicar.
Ø  É, entretanto, não apenas um impulso emocional, mas uma afeição racional e voluntária, sendo fundamentada na verdade e santidade e no exercício da livre escolha.
Ø   Este amor encontra seus objetos primários nas diversas Pessoas da Trindade.
Ø   Assim, o universo e o homem são desnecessários para o exercício do amor de Deus. Amor é, portanto, a perfeição de Deus pela qual Ele é movido eternamente à Sua própria comunicação.
Ø   Ele ama a Si mesmo, Suas virtudes, Sua obra e Seus dons.

3-Sabedoria
Ø  A inteligência infinitamente perfeita de Deus gera a sabedoria absoluta que O faz empregar os meios mais eficazes para os fins mais dignos. Deus Tudo governa com inteligência, segurança e ordem.
Ø  A sabedoria pertence a Deus como Espírito inteligente que é. Este atributo é mais que "conhecimento".
Ø   Ele pressupõe o conhecimento e o dirige da melhor maneira possível. Existem homens que sabem tanto que são considerados enciclopédias ambulantes, mas não têm o saber necessário para aplicarem este conhecimento todo.
Ø   Isto é o que significa quando dizemos que alguém tem conhecimento de livros, mas não tem bom senso. Tal homem sabe muito, mas não tem sabedoria. Mas Deus é conhecedor de tudo e é o todo-sábio. 
  Ev. Carlos Borges(CABB)