quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A VERDADE QUE LIBERTA



                                                       A VERDADE QUE LIBERTA

JOÃO 8.32

   e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

·         O que é conhecer a  verdade?

v  O mundo jaz no maligno, e ele e mentiroso, logo, ele não tem a verdade, ele usa a mentira para desviar as pessoas do verdadeiro caminho.

·         Mas que verdade  é esta?, para onde ele nos leva?

v  Quantas pessoas estão andando por vários caminhos a procura da verdade, do amor, da paz, da felicidade, e de uma vida melhor.

v  Quando não acham o que procuram, ficam decepcionadas, perdem a vontade de continuar vivendo, em alguns casos extremos, tiram a própria vida.

v  Jesus quando estava falando com seus discípulos, sobre o verdadeiro filho de Deus.


v  Este conhece a verdade, anda na verdade, prima pela verdade, a mentira não faz parte do seu linguajar, por ele não vive na mentira.

·         Do de que a verdade nos libertará?

ü  Libertar-nos-á  da influência mundana
ü  Libertar-nos-á  de praticar coisas abomináveis
ü  Libertar-nos-á de vivermos na mentira

v  Conhecendo  aquele que é a verdade, que é o próprio Senhor Jesus.

v  Este conhecimento libertará as pessoas  de suas escravidão ao pecado


v  Quando Jesus falou  de “ conhecer a verdade”, Ele estava  falando de conhecer as revelações de Deus às pessoas.

v  Esta revelação está incorporada no próprio Senhor Jesus, que a verdade, o verbo encarnado
.
v  Conhecer a verdade  é conhecer a Jesus.

v  Conhecer a verdade significa aceitá-la, obedecê-la, e considerá-la acima de toda e qualquer opinião terrena.

v  Só poderemos ser verdadeiramente livres, depois de conhecermos a verdade.


v  Não é uma liberdade de fazer o que quiser, mas, fazer o que é necessário.

v  E só podemos cumprir o propósito de Deus em nossas vidas, quando formos verdadeiramente  livres.

v  Como crentes temos o Espírito Santo vivendo dentro de nós e nos guiando em nossas jornadas pela vida.

v  Somente os que conhecem a verdade e são verdadeiramente libertos, podem ter o Espírito Santo dentre de seus corações, filtrando suas ações, propósitos, vontade e pensamentos. 

Ev. Carlos Borges(CABB) 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

FRUTOS DA MATURIDADE ESPIRITUAL



 MATURIDADE ESPIRITUAL
Jo. 14.12,13,15,26
Introdução: A maior evidência de uma maturidade espiritual em uma pessoa cristã é sem dúvida, a característica do caráter de Cristo, na maneira de viver dessa pessoa.
A identificação do caráter de Cristo nos cristãos de Antioquia, fez com que o povo local, passasse a chamar os crentes de cristãos (semelhante a ou seguidores de Cristo)At.11.26.

I SER COMO JESUS
1-Revendo o alvo (Ef. 4.13).
§  Qual é o nosso alvo? O que queremos alcançar? Essas perguntas devem ser respondidas com muita seriedade.
§  Deus deu a sua igreja (os salvos) uma enorme responsabilidade, que é fazer discípulos de todas as nações (Mt. 28.18-20).
§  Essa responsabilidade envolve: Pregação (da Palavra), ensino (doutrina), cura (poder de Deus), auxilio para edificação de cada cristão (assistência espiritual), doação financeira (contribuição para a obra), administração (gestão do trabalho), edificação (busca espiritual), e outras tarefas correlatas.
§  Individualmente, seria humanamente impossível cumprir essas missões, porém Deus nos convida como membros do seu corpo (Corpo de Cristo- igreja).
§  Cada um de nós tem algo a dar, e pode executar uma tarefa, por menor que ela seja outro, outra tarefa, na somatória o trabalho é realizado, não por um só elemento, mas, por varias pessoas, todas sob a direção do Espírito Santo de Deus.
§  O importante não é quem vai fazer o serviço, mas, que o serviço tem que ser feito, e a glória não são de quem faz, mas de quem mandou fazer.
§  Juntos somos mais propícios a obedecer a Deus, plenamente do que se estivermos sozinhos. Unidos somos mais forte, do que individualmente, pois a união faz a força.
2-A vida de Jesus (Jo. 1.14).
§  Jesus aceitou o seu papel de servo para poder cumprir sua missão.
§  Jesus é o modelo que devemos seguir, tornando-nos como Ele.
§  Ele nos mostrou como viver e nos dá o poder para trilharmos o caminho em direção as moradas celestiais, sempre buscando a perfeição (1 Pe 2.21).
§  Jesus foi sacrificado por todas as iniquidades do ser humano; sua morte satisfaz as condições (sacrifício perfeito) de Deus para a remoção do pecado (Cl 11.15-23).
§  Jesus é chamado de unigênito, por ser de fato o filho único de Deus.
§  Jesus Teria Que Nascer De Uma Virgem (Lc 1.26-27), Sem O Ato Físico De Um Homem, Para Não Herdar A Semente Maligna De Satanás Que Foi Implantada Em Todos Os Seres Humanos Desde Adão (O Pecado Entrou No Mundo Por Um Homem, Adão - Rm 5.12), Passando De Pai Para Filho Em Todas As Gerações Futuras (Todos Pecaram - Rm 3.23); Jesus Foi Concebido Pelo Espírito Santo No Útero Virgem De Maria (Lc 1.34,35).
§  Vamos Ver Que Após A Ressurreição De Jesus, Ele Sobe Para O Pai (Jo 20.17) E Acontece Então O Que Está Registrado Em Sl 24.7-10. Jesus É Recebido Como Filho De Deus, Mas Num Corpo De Homem (Glorificado) - É Deus Mesmo, Mas É Também Homem Mesmo; É O Primeiro Filho De Deus Num Corpo Humano. Agora Ele É Enviado De Volta A Terra:
§  Hb 1:6 = "E Outra Vez, Ao Introduzir No Mundo O Primogênito, Diz: E Todos Os Anjos De Deus O Adorem.”.
§  Veja Que Agora Ele Não É Mais O Unigênito, E Sim O Primogênito. Ele Veio Gerar Para Deus Muitos Filhos.
§  Agora, Somos Filhos De Deus, Irmãos De Jesus Cristo, Nosso Salvador, Ele Vem Nos Buscar Para Estarmos Para Sempre Junto Com O Pai. Aleluia! Glória A Deus! (Hb 2.9-15; Jo 14.1-3).


2-Sendo como Jesus (Ef. 3.16,19).
§  Se desejarmos receber a benção de Deus, será importante continuarmos em comunhão com os demais crentes que pertencem ao corpo de Cristo.
§  Em união com Ele e por seu poderoso Espírito, sentimos inteiramente essa integração, devemos buscas toda plenitude de Deus, que está a nossa disposição, mas devemos nos apropriar dela em nossa vida diária pela fé e oração.
§  É o suficiente para o verdadeiro discípulo ser como Jesus. Este é o alvo. Não é conhecimento dele ou o reconhecimento de outros homens. O alvo é ser como Jesus. O alcance deste alvo dispensa qualquer outro.
§  “O fato que o Senhor Jesus experimentou tanto desprezo deve ensinar seus discípulos que sucesso, como o mundo (e muita religião) considera sucesso, não deve ser nenhum critério para nosso discipulado”.
§  No entanto, o discípulo (que é como seu Mestre) não deve revidar ou retrucar. A melhor resposta não sairá da sua boca, mas, da sua vida. Não serão palavras respondidas, mas, uma vida iluminada pela presença de Jesus. Deixe Jesus falar por você, por meio de você, naquilo que você fala e faz, e naquilo que você recusa falar ou fazer.

II MINISTÉRIO FRUTÍFERO
1-De Cristo (At 10.38)
§  Um sermão ou testemunho de Cristo não precisa ser longo para ser eficiente, dever ser orientado pelo Espírito e estar focado em Cristo, que é o caminho, a verdade e a vida.
§  Entretanto como prova de gratidão por essa dádiva tão graciosamente recebida, devemos ajudar nosso próximo com bondade, amor e carinho, sem a intenção de meramente fazer um favor.                                                                                       
2- Do crente (Jo 14.12-14)
§  Jesus afirmou que seus discípulos poderiam fazer obras maiores. Trabalhando com o poder do Espírito Santo, eles levariam as Boas Novas do Reino de Deus além da Palestina, a todo mundo.
§  Quando Jesus disse que podemos pedir qualquer coisa ao Pai, devemos lembrar que os nossos pedidos devem ser feito em seu nome e de acordo com o caráter e a vontade de Deus.
§  Se estivermos sinceramente seguindo a Deus e procurando fazer a sua vontade, os nossos pedidos estarão de acordo com o seu desejo, e Ele no-los concederá (Jo. 15.16; Jo 16.23).
3- A glória do Pai (Jo. 4.34; Jo17. 4;).
§  O alimento espiritual também está relacionado a fazer a vontade de Deus e a participar de sua obra de salvação.
§  Somos alimentados não somente pelo que comemos, mas também pelo que anunciamos a respeito de Deus.
§  O texto de Jo. 17.4, se refere à conclusão da obra de Deus na terra, pedida por Jesus.
§  Como Jesus, devemos fazer tudo que estiver ao nosso alcance, sempre visando a gloria de Deus Pai como fez Jesus.

III TRANSFORMAÇÃO ESPIRITUAL
1-Força na fraqueza (2 Co12. 9,10).
§  À medida que reconhecemos nossas limitações, passamos a depender mais de Deus e não de nossa própria energia, esforço ou talento.
§  Nossas limitações não só ajudam a desenvolver o caráter cristão como também aprofundam nossa adoração.
§  Quando estamos fortes em habilidades ou recursos, sentimo-nos tentado a fazer a obra de Deus sozinho, o que pode levar ao orgulho.
§  Quando estamos fracos, permitimos que Deus nos preencha com seu poder.



2-Dúvidas e culpas (1 Tm 4.13-15).
§  É verdade que existe responsabilidade individual e pecado e culpa individual. É também verdade que nesse sentido os filhos não podem ser considerados responsáveis pelos pecados dos pais. É também verdade, contudo, que existe uma responsabilidade e culpa comunal que percorre as gerações.
§  Deus visita "a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que [o] aborrecem" (Ex. 20:5). Deus criou toda a raça humana em Adão como uma corporação legal representada por nosso primeiro pai. Portanto, ninguém pode dizer que não é responsável pela transgressão de Adão, pois todos pecaram nele e seu pecado é imputado a todos eles.
§  É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes, quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós; quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”.

3-Através do Espírito Santo (At. 8.6)
§  Como já vimos o Espírito Santo nos guia à verdade; isso significa que Ele nos guia a Jesus, pois, como Ele próprio disse: "Eu sou... a verdade" (João 14:6).
§  Mas a verdade de Jesus não é só que Ele é Deus, quem é Ele ou que Ele assumiu a humanidade, o que fez, nem que viveu sem pecado, o que é verdade.
§  Mas a verdade mais importante de Jesus é que Ele morreu como sacrifício pelos pecados do mundo. Não importa quão importante seja tudo sobre Jesus, no fim, todas essas verdades culminam em Sua morte substituta no interesse da humanidade.
§  Qualquer teologia que ignore ou debilite esse ponto está se desviando da obra do Espírito Santo, que deve nos guiar a "toda à verdade" (João 16:13), e Cristo na cruz como nosso substituto é o centro de toda verdade (I Cor. 2:2).
§  Sem dúvida, o Espírito Santo nos guiará à verdade sobre Jesus. Mas Sua obra por nós não para aí; pelo contrário, é aí que começa.
§   Guiando-nos a Jesus, apontando-nos o caminho da salvação, esta é só a primeira parada na obra do Espírito. Pois o Espírito Santo não só trabalha por nós, guiando-nos a Jesus, mas também trabalha em nós, transformando-nos, tomando a salvação que temos em Jesus e fazendo com que se manifeste em nossa vida.
§   O Cristo que morreu por nós é também o Cristo que vive em nós.

Ev. Carlos Borges(CABB)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

CORREÇÃO: CORAGEM E HUMILDADE

corrigir uma pessoa não é  tarefa nada fácil.Pode ser uma caminhada  penosa e amarga, mas é imprescindível.
A Bíblia  conta a história de Natã, o profeta que foi corrigir o rei Davi(1 Sm 12.1-15) .Dela, tiramos alguns princípios:
1-Corrigir requer coragem: Natã não teve receio de uma possível fúria de Davi, o qual poderia até mandar executá-lo.
2-O amor nos torna criativo: Natã pensou numa abordagem inteligente, que não chocou o rei Davi, mas o envolveu através de uma comparação que o levou a pronunciar seu próprio juízo.
3-A correção é eficaz em um coração humilde: Davi humilhou-se, de pronto reconheceu o pecado, e assim pode receber a bênção do perdão e a sublime promessa de Deus: não morrerás
Há momentos  em que  nós temos que corrigir alguém: um irmão,uma amiga, um primo, tio ou pai. Não podemos ficar omissos, com medo diante da posição da pessoa ou pelo que ela possa fazer contra nós.Peçamos a Deus que Ele  nos dê a coragem, o amor e a sabedoria necessária  para sermos  eficiente como o profeta Natã.
Outras vezes, nós estaremos  em erro, e Deus nos enviará um"Natã". Peçamos a Deus a humildade para sermos  como Davi.

Certo estou, meus irmãos, de que estais possuído de bondade, aptos para  vos admoestardes  uns aos outros(Rm 15.14).

Se teu irmão pecar, vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste  o teu irmão(Mt 18.15).

Toda Escritura  é  inspirada por Deus e útil para o ensino, a repreensão, e a correção, a educação na justiça(2 Tm 3.16).

Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois zeloso e arrepende-te (Ap. 3.19).

Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que os demais temam(1 Tm 5.20).

Prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2).

Deveis perdoar-lhe e confortá-lo, para que  não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza(2 Co.2.7).
 Ev. Carlos Borges(CABB)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

DEFINIÇÃO DA PALAVRA SALVAÇÃO



A DEFINIÇÃO DA PALAVRA SALVAÇÃO
Introdução: Cristo e os precursores da Igreja Primitiva, grandes exemplos na proclamação do Evangelho, deram à humanidade a oportunidade de se arrependerem se seus pecados e de conquistarem a salvação. Baseando-se na atitude  do Messias e de seus seguidores, qual seria o significado e a importância da Salvação(evangelização da igreja na atualidade).

COMPREENDENDO A DEFINIÇÃO DA PALAVRA SALVAÇÃO
·         A palavra salvação, em nossa língua, traz significado derivado de três idiomas: o grego, o hebraico e o latim.
·         No grego, essa palavra, sotéria, tem a conotação médica e significa cura, recuperação, remédio, livramento, redenção.
·         No hebraico, esse mesmo termo indica segurança e está ligado à certeza interna de que o homem está salvo, livre de um grande mal.
·         No latim, dois termos são utilizados para essa palavra:
1.      Salvare, que quer dizer salvar
2.      Salus, que significa saúde.
·         Podemos observar, a partir de tais definições, que se trata de um termo com significado que abrange o lato espiritual e o lado material do ser humano.
·         Isso modifica completamente a ação evangelizadora, pois se evangelizar significa proclamar as Boas Novas, essa proclamação terá o objetivo de responder aos problemas físicos e espirituais do ser humano.

A ABRANGÊNCIA DO TERMO SALVAÇÃO NO LADO ESPIRITUAL DO HOMEM
·         Vários versículos bíblicos mostram a salvação agindo no lado espiritual do homem são eles:
1.      Rom.6.23 –“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Salvador”
2.      Jo. 3.16 –“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que  todo aquele que Nele crê  não pereça, mas tenha a vida eterna.”
·         Vida eterna apresenta nesses versículos, não é material, mas operada pelo Espírito Santo no interior (alma e espírito) do pecador arrependido.

A ABRANGÊENCIA DO TERMO SALVAÇÃO NOLADO MATERIAL DO HOMEM
·         A profecia de Isaías (53.4,5) mostra, claramente, que a obra de Cristo abrangeria lado material e o espiritual do homem.
·         “Verdadeiramente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si.... Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
·         O Cumprimento dessa profecia se encontra em Mt.8:14-17, com narrativas sobre as curas  que Jesus efetuou.
·         Após o relato dos milagres, Mateus afirma que Jesus curava para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías. ”Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças.
·         Um outro texto que deixa claro que Jesus se importava, também, com o lado material do homem é o de Lucas 4.18,19.
1.      “o Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me acurar os quebrantados do coração, a pregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos; a pôr em liberdade os oprimidos; anunciar o ano aceitável do Senhor.
·         Esses versículos, que podem ser divididos em três partes e aplicados tanto para o lado espiritual como para o lado material, são de vital importância para a ação evangelística, porque neles estão alistados diversos objetivos da encarnação de Jesus Cristo, são, eles:
a)      “.... a curar os quebrantados de coração...”
·         Os quebrantados de coração, neste texto, são todos os oprimidos e os quebrantados (machucados) pelo pecado.
·         É importante ressaltar que esse pecado não só escraviza, mas também debilita o homem, daí a necessidade de cura.
b)      “... apregoar liberdade aos cativos...”
·         Os cativos a que Lucas (4.18,19) se refere sãos prisioneiros do pecado.
·         Como resultado dessa escravidão, o homem passa a ter medo da morte, a sentir-se culpado diante do Senhor e a praticar o que não agrada a Deus.
c)      “... dar vista aos cegos...”
·         A afirmação de Cristo “... dar vista aos cegos...”, registrada em Lucas (4.18,19), refere-se essencialmente aos cegos espirituais, ou seja, àqueles que não conseguem perceber a verdade de Deus.
·         Isso também pode ser confirmado em 2 Co. 4.4: “Nos quais o  Deus deste século  cegou os entendimentos dos incrédulos para que lhes não resplandeças a luz do evangelho da glória de Cristo”.
·         Ressaltamos que essa mesma afirmação, em Lucas, pode ser aplicada aos deficientes visuais, tendo em vista os diversos milagres realizados por Cristo, os quais podem ser verificados em diversos textos dos evangelhos. São eles:
·         A cura do endemoniado, cego e mudo – Mt.12.22,23.
·         A cura de dois cegos – Mt.9.27-30.
·         Acura do cego de nascença - Jo. 9.1-7.
·         A cura do cego de Betsaida –Mc8. 22-27.
·         A cura do cego Bartimeu –Mc. 10.46-52

Ev. Carlos Borges(CABB)