domingo, 11 de setembro de 2016

ADMINISTRANDO TEMPO E TALENTOS

Ec 3.1-6
Introdução: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.

I TEMPO
1-Característica
·        Muitas vezes determinadas coisas não chegam para nós porque ainda não é hora, porque não daremos valor, iremos desperdiçar, pois ainda não temos maturidade, entendimento, sabedoria, porém sabemos que não é fácil e para determinadas pessoas podemos afirmar que é impossível, já que é nestes momentos que as pessoas desistem.
·        Acham que aquilo tudo que está acontecendo não tem mais solução, não mais jeito, se desesperam e largam tudo para lá, não conseguem vislumbrar nenhuma solução e aí tomam as decisões mais absurdas que um ser humano pode tomar e acabam cometendo os maiores desatinos com as suas vidas e interrompem processos que precisam acontecer e jogam por terra todas as suas bênçãos futuras.
·        Nós não temos a menor ideia dos planos de Deus para cada um de nós, entretanto sabemos que somente aqueles que não desistirem conseguirá ver e participar do melhor que Ele nos prepara. Pense nisso.

2-Dádiva Divina (2 Rs 20.5,6)
·        Um Período de mais de 100 anos da história de Judá (732-640 a.C), Ezequiel foi o único rei fiel a Deus.
·        Que diferença ele fez! Por causa de sua fé e oração, o Senhor o curou e salvou Jerusalém dos assírios.
·        Nós podemos também fazer a diferença, mesmo que a nossa confiança seja única entre os homens.
·        A fé e a oração, quando sincera e dirigida ao único e verdadeiro Deus, podem mudar qualquer situação.
·        Quando o final de sua vida estava se aproximando Paulo pôde confiadamente dizer que foi fiel ao seu chamado.
·        Desse modo, ele enfrentou a morte calmamente, sabendo que seria recompensado por Cristo.
·        Nosso modo de viver nos fornece a correta preparação para a morte?
·        A boa noticia é que a recompensa divina não é somente para os gigantes da fé, como Paulo, mas para todos os que estão esperando ansiosamente pela segunda vinda de Cristo.
·        Não importa quão difícil o combate possa parecer, possamos continuar lutando, e quando estivermos com Jesus, descobriremos que valeu a pena.

3-Expressão da Vida (Ec 3.2)-(Mt 6.25-30)
·        O tempo é importante (preciosos), todas as experiências listadas nesse versículo (v.2) são apropriadas em certas épocas.
·        O segredo para ter paz com Deus é descobrir e apreciar o tempo perfeito de Deus (Kairós).
·        O perigo está em duvidar ou ressentir-se em relação ao momento do Senhor.
·        Isso pode levar ao desespero, à rebelião ou seguir em frente sem o conselho dEle.
·        Por causa dos efeitos maléficos da preocupação.
·        Jesus recomendou que não fiquemos ansiosos por causa das necessidades que Deus prometeu prover
·        A preocupação pode prejudicar:
          1-Nossa saúde
          2-Reduzir nossa produtividade
          3-Afetar negativamente o modo como tratamos os outros
          4- Diminuir a nossa confiança em Deus
·        Quantos efeitos maléficos nós estamos experimentando em nossa vida diária.
·        Lembre-se: A preocupação nos Imobiliza, mas o interesse nos leva à ação.


II TALENTOS
1-Descobrir
·        O que é talento? É capacidade inata ou adquirida, aptidão invulgar, individuo engenhoso, habilidade ou capacidade incomum.
·        Habilidades, talentos e dons são presentes dados por Deus a fim de que possamos usá-los para a honra e glória dEle.   
·        Mas como vou descobrir quais habilidades, talentos e dons que Deus me deu?
·         Primeiramente, tenho que colocar no meu coração o desejo de usá-los, independente de vergonha, coragem (que por acaso possa existir) ou tempo.
·         Tenho que prometer ao Senhor que vou usá-los da melhor maneira possível.
·        Nestes momentos de medo, de falta de coragem, de incertezas, de pensar que não sei fazer bem determinadas coisas que Deus quer que eu faça, devo então "orar, orar e orar!”.
·        Somente o Senhor é que nos capacita e acalma o nosso coração se Ele vir que estamos, realmente, desejosas de louvá-Lo e glorificá-Lo.  
·        Devo fazer uma lista de todas as minhas habilidades:
Cozinho bem? Gosto de receber visitas? Gosto de ajudar o necessitado? Aconselho os que estão aflitos? Gosto de cantar? Gosto de ensinar?
·        Gosto de falar do meu Senhor e Salvador? Gosto de conversar com os idosos? Gosto de crianças?
·        Na verdade, posso usar qualquer uma dessas minhas habilidades para falar do plano de salvação às pessoas e dirigi-las na direção de Jesus Cristo.
·        Deus conhece os nossos corações e sabe quando estamos usando o nosso dom ou os nossos dons única e exclusivamente para a honra e glória dEle.

2-Desenvolver
·        Cada um de nós já nasceu com alguma habilidade ou talento, que muitas vezes usamos sem nos dar conta que temos.
·        Precisamos saber qual é o nosso talento, e isso só descobrimos em certas oportunidades que a vida nos oferece.
·        Quem menos têm, passa por um processo de autocomiseração. Acham-se diminuídos e fragilizados ante a força do sistema, e por isso se julgam sem nenhum valor perante os mais graduados em dons e talentos.
·        Talentos e dons são para serem usados independentemente de quantidade, pelo contrário, ainda que pouco, temos que empregar maior qualidade possível em seu uso.
·        Temos a tendência de sempre subestimar nossos poucos e parcos recursos por entender que quem tem mais, possui obrigações maiores.
·        Mas o principio divino do serviço do Reino revela-nos que nossas obrigações são iguais, independente de quanto temos ou fazemos.

3-Consagrar
·        O que é consagrar? É tornar sagrado, dedicando à divindade, oferecer.
·        Oferecer a Deus, por meio de voto ou promessa, é aquele momento em que reconhecemos o Senhorio de Deus (Cristo) em nossa vida e a partir dessa consciência nos devotamos a ele com todo amor e gratidão, pelo que Ele fez.
·         Esta fazendo e irá fazê-lo.
·        Não inutilizemos o(s) nosso (os) talento (os), por menores que sejam, encontremos oportunidade e lugar para usá-los onde quer que seja.
·        Não enterremos nossos talentos, alegando a falta de oportunidade, pois em algum lugar no Reino haverá uma utilidade à altura do nosso talento, a nós compete achar esse lugar, ou então oremos ao Senhor para que Ele nos mostre ou nos dirija pelo Seu Espirito Santo. 


III PLANEJAMENTO
1-Organização
·        A divisão e a confusão que existem no mundo religioso em nossos dias são contrárias à oração de Jesus na noite anterior à sua morte (João 17:20- 21).
·        Há centenas de denominações ensinando e praticando coisas diferentes. Sabemos que Deus não criou essa confusão. O modelo que ele dá na Bíblia não é difícil de entender, nem impossível de praticar.
·        O problema é que séculos de "modificações", "tradições" e "melhoramentos" humanos anuviaram nossa visão da simplicidade do plano original revelado pelo Espírito Santo no Novo Testamento.
·        Em lugar nenhum isto é mais evidente do que na diversidade dos planos de organização de igrejas.
·        Precisamos deixar de lado tradições humanas e ideias pré-concebidas para ver claramente a simplicidade do padrão do Novo Testamento de organização de uma igreja.
·         Tão certamente quanto os primitivos cristãos foram capazes de organizarem-se em agrupamentos que funcionam conhecidos como igrejas locais, sinceros seguidores de Jesus podem fazer o mesmo hoje em dia.
·        Mas como? Como em todas as outras facetas da vida, precisamos pôr de lado nossas preferências, opiniões e políticas, para humildemente estudar e aplicar o ensinamento das Escrituras (Tiago1: 21-25).

­2-Agenda
·        Toda administração precisa de uma agenda de tarefas e compromissos, para que o serviço seja bem administrado, e atinja seus propósitos.
·        Na obra de Deus não é diferente, é preciso programar os cultos e liturgia com antecedência, para na hora dos cultos, não ficamos meio perdidos sem saber por onde começar e terminar. 
·        Se nas atividades secular existe uma agenda de programação, é evidente que na obra de Deus, esse processo deve ser mais eficiente.
·        A pior imagem que uma igreja pode dar aos seus visitantes, e a falta de organização, o que dá a ideia de falta de direção (comando humano).
·        Deus é organizado, e seus servos precisam ser também organizados, não para a gloria do homem, mas de Deus, que é o Senhor de tudo.

3-Pontualidade
·        A pontualidade é uma característica da organização, quando as coisas são organizadas, o tempo (horários), é preciso que cada membro saiba a hora em que deve estar presente aos cultos, fins evitarem o prolongamento do termino do mesmo.
·        Cada um que vai falar pregar ou cantar tenha consciência que ele não é o dono do culto, ele é um “instrumento” que pode ser usado ou não pelo Espirito Santo.
·        Um culto se torna “enfadonho” quando há situações que desmotiva os membros (congregados).
·        Vivemos uma cultura que pouco e ensinada sobre horário ou prazo.
·        No Brasil a maioria das pessoas costuma deixar as coisas pra acima da hora, ou chegar aos compromissos atrasados, pelas mais variadas circunstancias.
·        Na Igreja o cenário é o mesmo, pouco incentivo e motivação é feita por parte de lideranças locais, muitos chegam atrasados, e o culto começa também atrasado por falta de “quórum” e por esse motivo o culto termina atrasado, muitos reclamam pela demora, pois ainda querem chegar cedo as suas casas.
·        As nossas motivações para com Deus está muito aquém das instruções da Bíblia (Mt. 6.33).


Pr. Carlos Borges(CA BB) 

domingo, 4 de setembro de 2016

MORDOMIA DA PERSONALIDADE

Hb. 5.12-14
Introdução: Não há nada melhor para dar vigor à mente e fortalecer o intelecto do que o estudo da Palavra de Deus. Nenhum outro livro é tão poderoso para elevar os pensamentos, para dar vigor às faculdades, como as amplas e enobrecedoras verdades da Bíblia. Se a Palavra de Deus fosse estudada como deveria ser, os homens teriam uma amplidão mental, uma nobreza de caráter, e uma estabilidade de propósitos que raramente se veem nestes tempos. [...]


I INTELECTO
1-Ocupando a Mente
·        Se desejarmos, cumprir este primeiro mandamento, temos que prestar atenção à situação de nossa mente.
·         É impossível poder amar ao Senhor com toda a nossa mente se uma parte dela, todavia, não se submete à Sua vontade. "O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos". Tg. 1.8.
·        Outra versão diz: "O homem de mente dobre é um homem com mente dividida". A inconstância espiritual que observamos em muitos cristãos é resultado de uma mente dividida.
·        Com uma parte tenta agradar a Deus e, com outra, tem comunhão com o sistema deste mundo.
·        E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
·        “Precisamos de uma renovação na nossa mente, não deixar que ela nos governe, mas temos que ter em mente o que é justo o que é lícito e da vontade de Deus”.
·        Devemos governar nossa mente e direcioná-la as coisas de Deus, devemos renovar o nosso entendimento, moldá-lo na palavra de Deus.

2-Alimentando a Mente
·        É o mais importante, buscar Deus acima de todas as coisas, em alguns casos nossa mente pode nos querer levar priorizar nossos desejos, ou fazer que em uma situação difícil tentarmos pegar atalhos é desviarmos do caminho correto. (Mt 6:33).
·        “Imaginação = Confusão” Em alguns casos as pessoas criam suas próprias doutrinas em sua mente que se encaixe na maneira que ela “acha” ou goste e acabam vivendo um cristianismo falso.
·         Temos que ter uma mente restaurada, ter a mente de Cristo, longe de toda incredulidade, incapacidade, orgulho e amargura.
·        Primeiro passo para governarmos nossa mente e reconhecer que ela nos governa se for o caso, e segundo nos arrependermos dos pensamentos malignos. Em (Pv 4:23), diz “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às fontes da vida.”.
·        Em (Jo 8:34), diz que quem comete pecado e escravo do Pecado, mas em (Jo 8:31-32), que se permanecemos na palavra dEle Ele nos libertará.

3-Disciplina da Mente
·        “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4:18).
·        Salomão nos apresente por meio deste texto que o caminho do justo deve ser iluminado sempre pela luz de Deus. Quanto mais você caminha com o Criador, que faz questão de relacionar-se, o brilho do discernimento será progressivo. Sim, cada vez maior, até ser dia perfeito em sua vida.
·        Tem muita gente vivendo no escuro e isto significa viver a vida sem a disciplina da mente. Sim, nossa mente precisa ser bem educada.
·        Deus deu a todos, faculdades intelectuais susceptíveis de muito melhoramento.
·        Cultive seus talentos, disciplinando sua mente ao estudo, a observação e a reflexão – priorize este espaço diário em sua vida. A leitura da Bíblia é a principal atividade para o crescimento e o desenvolvimento da mente e do coração.
·        Ninguém pode alcançar a mente do Criador se não O priorizar diariamente.
·        Dê o máximo de atenção à disciplina dos seus filhos e mais tarde você vai colher excelentes frutos.
·        A salvação é uma dádiva de Deus (veja Romanos 6:23), mas exige uma resposta por parte dos homens para a receberem.
·         Essa resposta é obediência. Paulo encoraja-os a continuarem obedecendo, justo como tinham feito quando ele estava com eles (v. 12).
·        Ele incita-os a obedecer "porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade" (v. 13).
·        Quando obedecemos a Deus fielmente, ele trabalha em nós para a salvação.
·        A obediência jubilosa e unida dos servos de Deus é "luz" num mundo escuro onde as pessoas vivem com ira e disputa, servindo só a si mesmas.


II VONTADE
1-Obedecendo a Deus
·        Deus é honrado com a nossa obediência. “Obedecer é melhor do que
sacrificar”,
disse-lhe Samuel, ao encontrá-lo.
·        Por causa dessa atitude, Saul foi rejeitado. O Senhor escolheu outro para reinar em seu lugar – Davi – que seria obediente.
·        Devemos ter cuidado com o nosso próprio coração, pois ele é enganoso.
·        A rebelião, como raio, fulmina, E até elimina da vida o sentir.
·        Destrói a alegria, e só contamina Com ódio e orgulho, onde ela cair. Oh, como se livrar de tantos “Corés”?
·         Oh, como manter sobre a rocha os pés? Como batalhar, e não se enganar? Como caminhar, sem se embaraçar?
·        É olhando para Cristo; para o Santo, para o alto, Empunhando a espada, de Deus, a Palavra. Pedindo perdão! Mantendo limpo o coração.

2-Escolhendo o que é Certo
·        Mas se não vos agrada servir ao Senhor, então escolhei hoje a quem servir: ou os deuses a quem vossos pais serviram que estavam além do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e minha casa serviremos ao Senhor. ” (Josué 24:15).
·        Duas gerações haviam se passado desde que Deus tirara os filhos de Israel dos grilhões do Egito.
·        Nenhum dos que testemunharam dos grandes feitos do Senhor na libertação do povo, do Egito, com exceção de Josué e Calebe, estava vivo.
·        A nova geração vivia um misto de esquecimento de Deus e de expectativas quanto ao que o futuro lhes reservava. É aí, que Josué, tomado de zelo do Senhor, desafia o povo a uma tomada de posição.

3-Fazendo o bem
·        A nossa religiosidade pode nos lançar numa falsa experiência de transcendência.
·        Ela faz isso nos afastando do próximo, nos prendendo num comodismo auto centrado e nos cegando para a realidade à nossa volta.
·        Uma piedade integral (holística), ao contrário, nos faz experimentar uma transcendência genuína, pois nos permite experimentar a realidade espiritual, o relacionamento com Deus, mas nos joga de volta para a realidade do nosso mundo carente, uma realidade de sofrimento e necessidade.
·         É aí que a nossa piedade precisa fazer diferença.
  • Nossas práticas exteriores devem ser um reflexo de nossa vida interior, e nossa vida interior deve se expressar em nossas práticas exteriores.
  •  Essa relação precisa ser orgânica, como uma coisa só. Seu amor a Deus o leva a amar seu próximo? E seu amor ao próximo tem sido maior devido ao seu amor a Deus?


II EMOÇÕES
1-Adoração a Deus
·        Mas no tempo da graça ADORAR É AMAR. Adorar é venerar a Deus acima de tudo que existe, porque Jesus certifica que não se adora mais a Deus com sacrifícios e holocausto, ou no cumprir qualquer ordenança da lei, nem tão pouco de forma material, mas em Espírito e em Verdade (João 4.22, 23).
·        Vamos apreciar a Palavra de Jesus: Mas a hora vem, e agora é em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em Espírito e em Verdade.
·        Adorar a Deus é amá-lo acima de todas as coisas, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento, porque este é o primeiro e grande mandamento. Adorar a Deus é amar o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 22.35-39).
2-Crescimento Emocional
·        Deus está buscando uma igreja santa. E deseja uma noiva limpa, pura, sem ruga nem mancha.
·        Mas sem saúde emocional, não existe santidade.
·        Talvez não seja por acaso que a única diferença na grafia das palavras sanidade e santidade seja a letra “t”, que representa a cruz do Messias.
·        Em última análise, é o amor de Deus derramado em nosso coração que cura.
Saúde Emocional e Vida Cristã
 tratam de cura: o processo de cura, saúde sexual, restauração sexual, depressão e saúde, entre outros.  .

­3- Frutos do Espírito          
1.      Amor (gr. ágape) – É o amor divino para com a humanidade perdida. (Jo 3.16) É um amor imutável, sacrificial, espontâneo e que nos leva a amar até os próprios inimigos. (Mt 5.46,48)
2.      Alegria (gozo)– É o amor exultante. É uma alegria constante na vida do crente, decorrente de seu bem-estar com Deus. Este amo se manifesta inclusive nas tribulações. (2 Co 7.4; At 13.52)
3.      Paz– A paz é o amor em repouso. É uma tranquilidade íntima e perfeita, independente das circunstâncias. Podemos desfrutar da paz em três sentidos: Paz com Deus (Rm 5.1; Cl 3.15); paz com o próximo (Rm 12.18; Hb 12.14) e a paz interior. A paz que guarda nossos corações e os nossos sentimentos em Cristo Jesus. (Fp 4.7) Os ímpios não tem paz! (Is 48.22)
4.      Longanimidade (paciência)– É o amor que suporta a falta de cortesia e amabilidade por parte dos outros. (Ef 4.2; 2 Co 6.4) É a paciência de forma contínua. Paulo reconheceu a paciência de Jesus Cristo para com ele. (1Tm 1.16) Em 2 Coríntios 6.4-6 Paulo fala da muita paciência.
5.      Benignidade - É uma forma de amor compassivo e misericordioso. É a virtude que nos dá condições de sermos gentis para com os outros, expressando ternura, compaixão e brandura. A benignidade de Deus na vida de Paulo impediu de o carcereiro de Filipos de suicidar-se. (Atos 16.24-34)
6.      Bondade - É a prática do bem, o amor em ação. É ser uma bênção para os outros. (Rm 15.14) e alcança o favor de Deus (Pv 12.2). É o amor generoso e caridoso. Se antes fazíamos o mal agora Cristo nos capacita para sermos bons para com todos.
7.      Fé - Não é apenas crer e confiar. É também ser fiel e honesto, pois Deus é fiel. (1 Co 1.9) Através desta virtude o crente se mantém fiel ao Senhor em quaisquer circunstâncias. Descobrimos se temos esta qualidade quando somos desafiados à infidelidade. É o amor em sua fidelidade a Deus. (1 Pe 1.6,7)
8.      Mansidão –Virtude que nos torna pacíficos, com serenidade e brandura diante de situações irritantes, perturbadora e desagradável. Antes éramos agressivos e nos irritávamos com qualquer coisa que nos contrariava. Jesus falou para aprendermos a mansidão com ele. (Mt 11.29). Ele se conservou manso diante de seu traidor. (1 Pe 2.21-23), e curou a orelha do servo do sumo sacerdote que fazia parte dos que tinham ido prendê-lo. (Lc 22.51) É o amor submisso a Deus.

9.      Temperança (Domínio próprio)– Deus respeita o nosso livre arbítrio e por isso não nos domina, mas nos guia na verdade. Além da orientação do Espírito Santo contamos com o domínio próprio que atua como um freio contra as paixões da carne as quais vão contra os propósitos de Deus para nossa vida. De vez em quando somos tentados, velhas paixões e coisas ilícitas podem bater à porta de nosso coração (1 Co 10.13; 2 Pe 2.9), mas através dessa virtude o crente avalia e reconhece que a vontade de Deus é mais importante e assim ele é vitorioso. (Mt 10.37-39). É o domínio próprio que nos aperfeiçoa em santidade, por isso precisamos cultivá-lo (um Co 6.12; 9.25) É o amor disciplinar de Deus. O domínio próprio envolve todas as áreas de nossa vida: os pensamentos, palavras e atos.
Pr. Carlos Borges(CABB)