segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES


A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES
Mt. 14.13-21

Introdução: O milagre da multiplicação dos pães e peixes mostra o poder de Jesus sobre todas as coisas. Nada é impossível para Jesus, até mesmo multiplicar comida! Quando cremos em Jesus, ele supre todas as necessidades.
Certa vez, Jesus foi para o deserto para passar algum tempo sozinho. Mas as multidões descobriram onde ele estava e foram ao seu encontro. Quando viu as pessoas, Jesus não as mandou embora; ele curou seus doentes e lhes ensinou várias coisas (Marcos 6:33-34).


I ASPECTOS DOS MILAGRES
1-Uma grande necessidade (Mt. 14.13).
·        Quando Jesus terminou de fazer tudo, já era tarde e o povo estava com fome e não tinha nada para comer.
·         Os discípulos queriam mandar toda a gente embora, mas Jesus mandou alimentar a multidão.
·         Mas tudo que os discípulos tinham era cinco pães de dois peixes, que um menino tinha trazido!
·        Jesus pegou na comida, agradeceu a Deus e entregou pedaços aos discípulos, que distribuíram a comida à multidão (Mateus 14:17-19).
·        Para a surpresa de todos, a comida chegou e sobrou!
·        Terminada a refeição, os discípulos ainda recolheram 12 cestos de sobras.
·        Eles tinham alimentado cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças (Mateus 14:20-21).

2-Uma grande insuficiência (Mt. 14.15).
·        Despede a multidão-Cristo não os despedira famintos como estavam, nem os deteria por mais tempo sem uma refeição.
·        Nem causaria o incomodo de trazer alimentos, entretanto, pede a Seus discípulos para providenciá-lo para o povo.
·        Com esses dois milagres Jesus mostrou sua compaixão e seu poder.
·         Ele se preocupava com as pessoas que o tinham buscado.
·        Jesus curou os doentes, ensinou o povo e cuidou de suas necessidades básicas.
·        Cada pessoa lá tinha valor para ele.
·        Multiplicar comida é impossível.
·        Foi um grande milagre, que não podia ser explicado de outra forma.
·         Em todo o Antigo Testamento, somente o profeta Eliseu tinha feito algo semelhante, em escala muito menor (2 Reis 4:42-44).
·        A multiplicação mostrou que o poder de Jesus é ilimitado.
·        Ele não era um homem qualquer, Ele era o Filho de Deus, com todo o poder de Deus.

3-Um grande Milagre (Mt. 14.21).
·        A multiplicação de pães e peixes é uma maravilhosa manifestação do caráter generoso de Deus.
·         É um lado que precisamos conhecer.
·         O nosso Deus é amor e esse amor se manifesta também por meio de sua generosidade.
·         A multiplicação no deserto evidencia esse cuidado por nós.
·        Nos estudos bíblicos podemos ver de forma detalhada como a Bíblia nos inspira, através desses milagres, a confiar em Deus e descansar em seu infalível e maravilhoso cuidado.
·        A vida é muito interessante.
·        A maioria de nós tem apenas o suficiente ou menos que isso, para sobreviver.
·         O relatório das Nações Unidas Para Comércio e Desenvolvimento, revela algo mais profundo: De acordo com o documento, o número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia nos 49 países mais pobres do mundo – principalmente em África – mais do que duplicou nos últimos 30 anos, chegando a 307 milhões, o que equivale a 65% da população. As estimativas são de que este número pode chegar a 420 milhões ou mais nos próximos anos
·        A resposta dos discípulos não era uma desculpa sem fundamento (Mateus 14:17).
·        Em seus dias a Palestina estava debaixo do governo de Roma e o povo era profundamente explorado.
·       Os pobres trabalhavam para sustentar uma minoria de ricos.
·        O povo que estava ali, no deserto, para ouvir as palavras de Jesus viviam uma profunda escassez espiritual e financeira.

II O QUE REVELA SOBRE JESUS
1-Um Deus compassivo (Mt. 14.14).
·        A multiplicação de pães e peixes nos ensina.
·        Pegue o que você tem e coloque nas mãos de Jesus Cristo.
·         Nas mãos dele o pouco se torna abundante.
·         Os cinco pães e dois peixinhos se tornaram em um grande banquete (Mateus 14:20, 21). 
·        Da próxima vez que seus recursos não forem o suficiente. Leve-os até o Senhor Jesus. Ele vai dar um jeito!
·        Os milagres que Jesus efetuou, revelam seu caráter e nos permite conhecê-lo melhor.
·        Essa é a nossa missão como crentes aqui na terra, para que através do nosso testemunho e vivencia, possamos levar pessoas a Cristo.


2-Um Deus que abençoa (Mt. 14.19).
·        Abençoou – Ele (Jesus) agradeceu a Deus pela provisão que tinham e pediu-lhe para abençoá-la.
·        Partindo-o deu aos seus discípulos- Cristo pretendia por meio disto, dar aos seus discípulos para que pudesse ser respeitados como seus cooperadores na obra.
·        Representava também a maneira como o alimento espiritual da Palavra deveria ser dispensado ao mundo: de Cristo, como a fonte original, para Seus ministros.
·        Os ministros nunca poderão preencher o coração das pessoas, a menos que Cristo preencha suas mãos primeiro.
·        O que Ele deu aos seus discípulos, eles devem dar à multidão.


3-Um Deus que Alimenta (Mt. 14.20).
·        Saciaram-se- Embora houvesse pouco, havia o suficiente.
·        A bênção divina pode transformar o pouco em muito.
·        Levantaram doze cestos – Eles receberam de volta o que eles deram uma grande quantidade.
·        Isto serviu para manifestar e enaltecer o milagre e mostrar que a provisão de Cristo para aqueles que são Seus não é escassa e vazia, mas e rica e abundante.
·        Do mesmo modo Cristo espera que seus servos sejam também generosos, para com os que estão em situação desvantajosa, isto, é, sem recursos para sua alimentação e sobrevivência.
·        A multidão senta, e Jesus ora. Na verdade, Ele dá graças!
·        O momento de insuficiência é para Ele oportunidade para agradecer a Deus.
·         E o Pai gosta do que ouve.  


III ENSINAMENTOS
1- Uma lição sobre engajamento (Mt. 14.17).
·        Pães... Peixes – Quando a necessidade é urgente, aqueles que possuem um pouco devem assistir a outros com esse pouco, e essa é a maneira de multiplicar o pouco.
·        Deveríamos levar o que damos para caridade primeiramente a Cristo, para que Ele pudesse graciosamente abençoar aqueles que irão receber.
·        Muitas vezes em caso de levar alimentos aos necessitados, recebemos muitas sugestões, teóricas, porém pouco conteúdo material (alimentos).
·        A fome não dói somente no estomago também doí na alma.
·        Não podemos deixar de perceber que tanto na primeira multiplicação de pães e peixes (Mateus 14.20), como na segunda multiplicação de pães e peixes (Mateus 15.37) recursos insuficientes se transformaram em mais que suficiente.
·        Se você assistiu ao Pato Donald, quando criança, deve lembrar que ele tem um tio: “O tio Patinhas”.
·        Ele é principalmente conhecido pelo seu amor ao dinheiro e por ser profundamente mesquinho.
·         A necessidade das pessoas não o comove.
·        Nosso Deus não é assim.
·        Ele é extremamente rico.
·         Na verdade, tudo é dele.
·        Acho lindas e apropriado às palavras do rei Davi, sobre isso, ao dizer que tudo o que há no céu e na terra, pertencem a Ele (1 Crônicas 29:11-14).


2- Uma lição sobre oferta (Mt. 14.17).
·        Sabia que seus dízimos e ofertas são uma forma de dizer: “muito obrigado Senhor pelo que tem nos dado”?
·        Pois é, Deus não precisa dos nossos bens, porque tudo é dele. Ele espera ao menos que sejamos gratos.
·        Além do mais Ele é o Deus da abundância.
·        Ao contrário do que muitos dizem e pensam.
·         Deus não é amante da pobreza.
·        Ele ama os “pobres”, e isso é muito diferente.
·        O rei Davi teve uma revelação profunda dessa parte do caráter de Deus.
·        O Espírito lhe mostrou que o Senhor prepara mesas, banquetes, até mesmo à vista de nossos inimigos e unge a nossa cabeça, revelando comunhão, parceria e amor para conosco. (Salmos 23.5).
·        É interessante pensar que o Senhor Deus prepara um banquete para o Salmista.
·        Não um jantar comum.
·        Algo conveniente. Suficiente, apenas. Mas um banquete. Algo elaborado!

c
3- Uma lição sobre administração (Mt. 14.19).
·        A multiplicação de pães e peixes nos ensina que servimos ao Deus que transforma o insuficiente em mais que suficiente.
·        Ao observar a liberalidade do Senhor Jesus para com aqueles que esperam confiam nele, temos esperança!
·        Vivemos em um mundo de muitas dificuldades, a maioria de nós vive no limite.
·        Saber que há um Deus que se importa com as nossas dificuldades com certeza nos anima, e enche-nos de esperança.
·        Portanto, não se desespere.
·         Acabar com a própria vida não vai resolver.
·         Confiem seus poucos recursos na mão do Senhor e espere o Seu favor.
·        Pois bem, há algo que você gostaria de acrescentar?
·        Compartilhe este estudo bíblico com pessoas próximas a você, ou que estejam passando por dificuldades nessa área.
     
            Pr. Carlos Borges (CABB)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

CONSAGRAÇÃO A DEUS

Rm.12.1-5-  1-Rogo-vos, pois, irmãos,pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo  e agradável  a Deus, que  é o vosso culto racional.
2-E não vos conformeis  com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que  experimenteis  qual seja  a boa, agradável e perfeita  vontade de Deus.
3-Porque, pela graça que me é dada, digo  a cada um dentre vós  que não saiba mais do que convém  saber, mas que saiba com temperança, conforme  a medida da fé  que Deus repartiu a cada um.
4-Porque  assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm  a mesma operação, 5-assim nós  que somos  muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente  somos membros uns dos outro.

Introdução: O crente deve ter uma paixão  sincera por agradar a Deus, no amor, na devoção, no louvor , na santidade e no servir.

I A MENTE RENOVADA(v.2)
2-E não vos conformeis  com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que  experimenteis  qual seja  a boa, agradável e perfeita  vontade de Deus.
(a)-Muitas vezes queremos  superar um mau  habito.
(b)-As vezes tomamos a deliberação da abandonar um mal hábito, mas, acabamos a voltar a praticá-lo.
(c)- A nossa força de vontade, pois mais que nos esforcemos, não é o suficiente para obtermos êxito.
(d)-As vezes pensamos que o problema foi superado, mas, é pura ilusão.
(e)- E de repente, eis que o problema volta, e muitas vezes não teremos a mesma força para rechaça-lo, e nos tornamos refém do mal que achamos que havíamos superado ou vencido.
(f)-Esse tipo de experiência que alguns chamam de brecha da Santidade - é um hiato entre o que desejamos ser  e o que realmente somos ou deveríamos ser (Gl.5.16).

II LUTAS INTERNAS
(a) - Há uma batalha  dentro de nós  é a guerra entre o espírito e a carne.
(b) - Essa  guerra se evidência quando tentamos  superar um mal hábito e não conseguimos.
(c) - É a luta  que enfrentamos  quando nos sobrevém  pensamentos, ideias e atitudes  que nos parecem impossíveis de serem controladas.
(d) - É o conflito que sempre ocorre em nosso interior quando  nos sentimos  chamados a realizar  certas  tarefas, mas acabamos  batendo  em retirada, perseguidos por dúvidas e temores. 

III SANTIFICAÇÃO
(a) - Uma verdade que é  facilmente ignorada.
(b) - Nossa batalha travada  entre o espírito e a carne é importante  que saibamos  o que devemos fazer.
(c) - Porém igualmente  importante  é  sabermos  o  não podemos fazer. Fl.2.13-Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo  a sua boa vontade.
(d) - Neste versículo fala dos atos de Deus  que nós não podemos fazer, pois são da alçada  de Deus.
(e) - Nosso crescimento espiritual  resulta da operação conjunta  entre nós e Deus.
(f) - Pois qualquer tentativa nossa de tomar a nosso cargo um trabalho que não nos compete,  é erro grave.
(g) - É mais uma, das mais astutas  artimanhas do inimigo de nossas almas é justamente  levar-nos  a nos  envolver com tais coisas  que estão completamente fora de nossa possibilidade  de realização.

Pr. Carlos Borges (CABB). 


segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

A PARÁBOLA DO SEMEADOR

                                                           Mc.4.3-8
Ouvi: Eis que que saiu o semeador  a semear. E aconteceu  que, semeando ele, uma parte da semente caiu junto ao caminho, e vieram as aves do céu e a comeram. 
e outra parte  caiu sobre pedregais, onde não havia muita terra, e nasceu  logo, porque não tinha  terra profunda. Mas saindo o sol, queimou-se e, porque não tinha raiz, secou-se.
E outra parte caiu entre espinhos , e, crescendo os espinhos, a sufocaram, e não  deu fruto.
E outra caiu  em boa terra e deu fruto, que vingou e cresceu; e um produziu trinta, outro, sessenta, e outo, cem.
     
Introdução: A Palavra de Deus, é  uma  semente que  é semeada no coração do homem, se a terra (coração) é boa, ela germina, cresce e dá bons frutos(regeneração).

I A BEIRA DO CAMINHO
1-Terra Endurecida
(a)-O coração endurecido, há dificuldade de aceitar a Palavra de Deus - Não pode crescer.
(b)-Para tais pessoas - O amor de Deus, a compaixão de Cristo, a glória, e as benção dos céus  e o horror do inferno não conseguem sensibilizar seus corações.
* Mt. 13.19- Porque todos os que ouvem  a Palavra  do Reino e não compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhe foi semeado no coração. 

I  SOLO  ROCHOSO
1- Falta Profundidade 
(a)-São aqueles que recebem a Palavra  com alegria, mas, de curta duração.
(b)-A Palavra aceita na superficialidade.
(c)-Sem grande experiência com Deus.
(d)-Os medrosos- Não tem coragem  de romper com seus vícios, nem com seus companheiros mundanos.
(e)-Os sentimentalistas - Seguem a Cristo  por sentimentos, quando se sentem  comovidos.
(f)-Queixosos - Não estão bem arraigados  em Cristo, sentem  demasiadamente toda a censura da parte do próximo, todos os defeitos nos irmãos servem-lhe de pedra de tropeço.
(g)- Os que morrerem espiritualmente- Diante das tribulações da vida, não conseguem suportar por falta de vida em Cristo.

Pr. Carlos Borges (CABB)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

ARREPENDIMENTO,RECONCILIAÇÃO E FÉ

Colossenses 1.13,14 - Ele nos tirou da potestade das trevas  e nos transportou para o Reino  do Filho do seu Amor, em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber; a remissão  dos pecados; 

Comentário - A maioria das pessoas, são naturalmente  propensas a alguma forma de "Religião"; contudo, deixam de cultuar o seu criador, cuja  revelação geral o torna  universalmente  conhecido.
O pecado do  e  aversão  às reinvidicações no nosso criador têm levado a humanidade à idolatria, errando ao prestar culto e homenagens a qualquer  outro poder  ou objeto.

PECADO
O que é pecado? Pecado e transgressão as leis de Deus, isto é fazer as coisas que Deus instruiu em Sua Palavra que não era para fazer( uma especie de marginais espirituais), nem sempre a palavra marginal, significa um meliante ou um assassino, marginal é quem anda na margem, no limite, pode ser da lei, de uma estrada ou caminho.
Pecado é uma desobediência a Deus, isto, é, não aceitar a sua vontade sobre a nossa vida.
Pecado é  virar as costa para Deus, e ficar de frente para o sistema mundano.
Pecado é afastar-se de Deus e de sua misericórdia e da sua divina graça, quando nos afastamos de Deus, nos aproximamos das trevas. veja Jo.16.8;Rm. 3.23; 2Co.5.17

ARREPENDIMENTO
O que é o arrependimento? Arrependimento é um pesar por ter feito algo errado ou ofendido alguém.
É um pesar por ter ofendido uma pessoa, ou praticando um ato que faz a nossa consciência ficar pesada.
E quando esse arrependimento está relacionado com a nossa ofensa a Deus criador do Universo?
Devemos fazer um exame de consciência sempre, e pedir perdão a quem ofendemos.
Fazer uma introspecção profunda no nosso coração, e  um diagnóstico espiritual, como estamos nos portando diante de Deus.
A mudança mais importante de todas as mudanças tem lugar quando Deus remove a culpa  e a substitui pelo seu perdão, quando o homem se arrepende das suas faltas e ofensas contra Deus. Em Romanos 8.1 diz: Agora, pois,  já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus .

 RECONCILIAÇÃO
O que é reconciliação? Reconciliação e restabelecer a comunicação, relacionamento, com alguém que foi um dia cortada ou rompida.
É transformar a inimizade  em afeto, paz, reatar a comunicação que foi interrompida pela ofensa ou desafeto.
No campo espiritual é uma mudança para com Deus, o que outrora era inimizado, passa ser um relacionamento mais intimo  e profundo, é a volta do filho pródigo a casa do Pai.


O que é fé? Fé é crer em alguma coisa ou em alguém.
Fé e confiança são irmãs gemeas, elas sempre estão juntas, onde há fé tem que haver confiança e vice versa.
É mais ou menos semelhante a mão e dedos, sempre juntos, mão tem dedos e dedos estão na mão.
Em outras palavras a fé traz a confiança e a confiança traz a fé.
Fé é confiança em alguém e na sua lealdade e fidelidade.
Fé é a certeza das coisas que não se esperam  a convicção de fatos que não se vêem. Hb.11.1
A fé crê no incrível, ouve o inaudível, vê  no invisível e obtem o impossível.
Porque sem fé é impossível agradar a Deus .Hb.11.6
A fé nos traz a justificação diante de Deus.Jo.3.18


Conclusão.
O homem precisa se arrepender  e se reconciliar com Deus e ter a fé focada no Filho de Deus e na sua obra  salvifica  e nas suas promessas  que estão na Palavra de Deus, as Escrituras Sagradas.

Pr. Carlos  Borges (CABB)




terça-feira, 17 de dezembro de 2019

O CRENTE E O CEDRO

                                                                 Sl.92.12
Assim como o cedro foi consagrado pelos homens, entre todas as árvores, os justos  foram consagrado por Deus.
Dt.7.6 -Porque povo santo és ao Senhor; O Senhor teu Deus te escolheu,  para que lhe fosse o seu povo especial, de todos os povos que há sobre a terra.
O crescimento dessa árvore é lento e progressivo.Sabemos acerca do Cedro do Líbano que ele cresce devagar, mas chega a atingir a altura de até 40 metros. Nos primeiros três anos de vida, as raízes crescem até um metro e meio de profundidade, enquanto a planta tem somente cerca de cinco centímetros.O desenvolvvimento do justo também é lento e progressivo, vão conhecendo a palavra  e crescendo na graça a cada  dia.Nos dias atuais, a pessoa  se torna crente hoje, "amanhã já é pastor ou bispo etc...Por essa razão vem surgindo as seits, heresias e muito escândalo.A Bíblia  diz: " O justo crescerá como o cedro do Líbano.
Um crescimento lento,mas com estabilidade, conhecida como árvore da vida ou da eternidade podemos ver que o progresso de crescimento deu-lhe o poder de durabilidade na fase dulta.
Tudo começou  certo no final terminará certo.O cedro  tem um perfume  excelente  que servia para perfumar os mortos e afugentar as pragas. Nós cristãos  com a nova vida(bons exemplos) que Jesus nos deu, contagiamos aqueles(os mortos espirituais) que ainda não tem Jesus  e afastamos todo pecado para longe.
Podemos também  ver que a raiz do cedro é profunda, quando ele tem apenas 5 centímetro de de altura, a sua raiz tem um metro e meio de profundidade. Isso nos ensina que nossa vida cristã,  não pode ser apenas  algo exterior, mas interior (profundo).
A raiz garante  firmeza, nutrição e sobrevivência para a planta (Is.40.24). Muitas vezes, enfatizamos o que a árvore produz, o fruto, mas  nos esquecemos das  raizes.Nos mais  variados aspectos da noss vida, valorizamos  mais o que é aparente  e menosprezamos o que está oculto.
O fruto é muito importante, mas  a sua falta indica um problema na raiz.Deus diz que sem raiz não há fruto.
Em Jeremias 17.7,8 lemos: "Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor.Ele será como árvore plantada junto as águas, que estende  as suas raizes para o ribeiro,não receia quando vem o calor,suas folhas são sempre verdes, no ano de sequidão não se pertuba, nem deixa de dar frutos.
Obviamente  é preciso ter boas raizes para dar frutoss.A flta de raiz leva à morte, conforme observamos nas palalvrqs  de Jesus:"E os que estão  sobre pedra, estes são os que, ouvindo a Palavra, a recebem com alegria, mas, como não têm  raiz, apenas  creem por algum tempo, e o no tempo da tentação se desviam(Lc. 8.13).

                                                                        DEPENDENCIA DE DEUS
Os cedros do Líbano simbolizam os  cristãos, naquilo que se refere a terem  sido inteiramente plantados pelo Senhor. Isto é  a verdade absoluta de cada filho de Deus. O cristão não é plantado pelo homem,nem por si mesmo, mas é plantado por Deus. A mão misteriosa do Espirito Divino fez cair a semente da vida dentro do coração que Ele preparou para recebê-la.
Cada verdadeiro herdeiro do céu pertence ao grande Agricultor que o plantou(Deus).Além disso, os cedros do Líbano não dependem do homem para regrá-los; eles subsistem  nas altas rochas, no entanto nosso Pai Celeste supre suas necessidades. Assim é com o  cristão que aprendeu a viver pela fé. Ele não depende do homem, mesmo nas coisas temporais. Mas espera no Senhor seu Deus, somente Nele.
O orvalho do céu é a sua porção e o Deus do céu o seu mancial. O crente deve ser como o cedro, que perfuma o machado que o fere, em outras palavras devemos perdoar quem nos ofende,deixando para Deus fazer justiça.

Pr. Carlos Borges(CABB)

domingo, 1 de dezembro de 2019

BENDIZE Ó MINHA ALMA AO SENHOR



Sl. 103.1-7
Introdução: Muitos cristãos não sabem ser gratos a Deus pelos elementos “simples” da vida. Para eles só vale se for um grande milagre, obra, favor. O Salmos 103 é um grande exemplo de como devemos ser gratos a Deus por seu cuidado e amor eterno (Ver Estudos Bíblicos Sobre o Amor de Deus).
Como um pai bondoso e cuidadoso, o Senhor Deus tem cuidado de seu povo. Portanto, aprendamos a ser gratos. Aprendemos a observar o agir e cuidado de Deus nas coisas simples da vida.

I ASPECTOS GERAIS
1- Autor titulo e data
·        Davi escreveu este salmo, um salmo escrito no próprio estilo de Davi.
·        Sua percepção clara da fragilidade da vida indica os seus anos mais fracos.
·        É a resposta do homem as benções do seu Deus, o seu cântico no monte.
·        Esse salmo vem de muito tempo, mas aparece nas traduções do antigo Testamento para o grego, a conhecida versão Septuaginta no período de 300 a200 a.C, porém a data não é precisa, mas, pode ficar entre 1.000 a 930 a.C. 
·        Nabucodonosor adorou seu ídolo com flauta, harpa, cítara, saltério e todos os tipos de musica, e Davi, um estilo mais nobre, desperta todas as melodias do céu e da terra em honra ao único Deus vivo e verdadeiro.

2- Classificação
·        É um salmo de cântico de aleluia ou ação de graças.
·        É uma das paginas mais tocantes da Bíblia, em que nela o salmista se rende ao Grande Deus, que o tem sustentado e protegido em suas jornadas.
·        Davi expressa nesse salmo sua eterna gratidão a Deus pelos bens que lhe tem outorgado durante sua vivencia sob sua divina proteção.
·        O Salmo 103, um salmo de sabedoria atribuído a Davi.
·        É também um salmo de louvor.
·        O poema começa com o salmista falando no singular (v. 1), mas depois muda, incluindo outros, tanto anjos como pessoas (v. 20-22).
·         A estrutura do salmo é: (1) louvor ao Senhor por Seus muitos benefícios (v. 1-5); (2) louvor ao Senhor por Sua misericórdia contínua (v. 6-10); (3) louvor ao Senhor por Sua glória transcendente e amoroso cuidado (v. 11-14); (4) comparação da natureza transitória da humanidade com o reinado eterno de Deus (v. 15-19); (5) convocação de céus e terra para que bendigam ao Senhor (v. 20-22).

II MOTIVOS PARA ADORAR
1- Perdão e cura (Sl. 103.1-5).
·        103.1 — Bendize, ó minha alma, ao Senhor.
·        Bendizer ao Senhor é lembrar que Ele é a fonte de todas as nossas bênçãos.
·        O salmista bendiz ao Senhor com todo o seu ser (SI 146.2).
·        Ó minha alma – Davi está em comunhão com seu próprio coração.
·        Não é um tolo que, desse modo, conversa consigo.
·        Ele aviva em si o dever de louvar
·        103.2-5 — Sara todas as tuas enfermidades.
·        Há pessoas justas que sofrem constantemente de doenças, apesar de orarem continuamente pela cura.
·         Embora Deus não tenha propriamente a obrigação de curar todas as doenças, toda cura provém dele.
·        Quem enche a tua boca. Além de curar, Deus provê o alimento e tantas outras bênçãos (SI 111.5).
·         Sua misericórdia permite ao crente voar como águia (Is 40.31).


2- Livramento e Honra (Sl). 103.4
·        103.4 – Perdição: Quem redime sua vida da perdição, dos perdidos, do inferno, da segunda morte.
·        A redenção da alma é preciosa; não se pode planejá-la e, por esse motivo, tem mais divida com a graça divina aqueles que a forjam e aparentam-na diante daquele que nos concede a eterna redenção.
·        Ele não apenas o salvou da morte e da ruina, mas também o fez verdadeira e completamente feliz.
·        Quantas vezes Deus nos têm livrado de assaltos, sequestros, acidentes num transito caótico que tem morrido gente todo o dia.
·         Quanta peste, enfermidades, vírus, bactérias, micróbios se espalham ai pelo ar, e que laboratórios, cientistas, pesquisadores, médicos nunca trabalharam tanto, como agora para descobrir vacina, antídoto para conter a proliferação destas enfermidades.
·         Quantos riscos estamos nós expostos.


3- Velhice e Juventude (Sl. 103.5).
·        Mocidade se renova como a Águia-Ele deu a você a verdadeira alegria.
·        Ele deu a você a perspectiva e a garantia de uma grande vida.
·        A Águia possui grande longevidade.
·        Como dizem os naturalistas , quando está se aproxima dos cem anos de idade, ela se desfaz de todas as suas penas, para que novas apareçam, cheias de mocidade.
·        Quando Deus, pela graça e consolação de seu Espirito, recupera o Seu povo de sua s quedas e preenche-o com nova vida e alegria. – para eles, vida e alegria sincera e eterna – então eles podem dizer que voltaram aos dias de sua juventude (Jó 33.25).

III DEUS É MISERICORDIOSO
1- Misericordioso e compassivo (Sl. 103.8,9).
·        103.8-Misericordioso e piedoso é o Senhor.
·        Trata-se de uma descrição de Deus que se tornou clássica, no Antigo Testamento (SI 86.15; Ex 34.6,7).
·        Se Deus nos tratasse segundo os nossos pecados, ninguém poderia entrar em Sua presença (SI 130.3).
·         Não há como comparar o divino ao mortal; a misericórdia de Deus é maior que o céu.
·        Ele apaga completamente nossos pecados (Mq 7.19) e cuida de Seu povo como um bom pai cuida de seus filhos.
·        O fato de que Deus se lembra de quem somos e como nos fez é outro sinal de Sua misericórdia, porque, afinal, apenas somos pó.      

2- O eterno Amor de Deus (Sl. 103.11-18).
·        Porque o homem. A transitoriedade de nossa vida é uma característica comum do pensamento dos salmistas.
·         Como todas as pessoas inteligentes, eles estavam abismados com a pouca duração da vida e sua natureza frágil.
·        Nossa vida é tão curta, comparativamente, quanto à de uma flor primaveril, que é levada pelo vento do verão.
·        Misericórdia pode ser reformulada para amor fiel.
·         A ira de Deus é momentânea (v. 8); Seu amor fiel é para sempre.
·         Sua bênção recai sobre todos aqueles que continuam tendo fé nele (Sl 147.11).
·        Seu trono. O Senhor é Rei sobre todos e tudo e para sempre. Seu remado é o único domínio que nos importa. 

3- Bendize ao Senhor (Sl. 103.20-22).
·        103.20-22 — Bendizei ao Senhor. O poeta, que começou o salmo convocando seu próprio íntimo a responder com louvor a Deus (v. 1), conclui com um clamor para céu e terra se juntarem a ele em jubilosa exaltação a Deus.
·        Bendizei ao SENHOR, ó anjos dele; vós, fortes valentes, que guardais sua palavra, ao ouvirem a voz de sua palavra.
·        Literalmente, “para ouvir”, etc., isto é, seus atos de obediência são imediatos, de modo que estejam sempre prontos para ouvir, conhecer e seguir implicitamente Sua vontade declarada (compare Dt 26:17Lc 1:19).
·        Bendizei ao SENHOR todos os seus exércitos; vós que servis a ele, que fazeis o que lhe agrada.
·        Vós que servis a Ele… como correspondentes aos anjos de grande poder [Salmo 103: 20], denotando multidões também.
·        Bendizei ao SENHOR todas as suas obras, em todos os lugares de seu domínio; louva minha alma, ao SENHOR!

      Pr. Carlos Borges (CABB)