quarta-feira, 26 de novembro de 2014

REVERÊNCIA A DEUS -PARTE I

Introdução: Reverencia é a atitude própria de quem se coloca de forma humilde ante algo muito maior. É a virtude que impede as pessoas de quererem agir como deuses, esquecendo que são somente humanas.
Reverencia tem a ver com ficar maravilhado ante alguma coisa que torna a pessoa pequena, que a faz perceber a extensão das suas limitações. O profeta Isaías, quando se viu diante de Deus, ficou aterrorizado e disse (capítulo 6, versículo 5): “... Aí de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei...”  

QUEM É DEUS? 

Deus. Nenhuma pessoa ou coisa é superior a Ele. Ele sozinho tem plena autoridade. Ele está acima de tudo.
A palavra “Deus” pertence legitimamente a um único Ser somente, embora o homem tenha cometido o erro de tentar adorar idéias e imagens de pedra, madeira e barro, feitas por homens. Somente um Ser é Deus; unicamente Ele é objeto de toda adoração verdadeira. Qualquer adoração prestada a outro ser que assim se defina, quer seja imaginário quer seja vivo, é falsa.
Se quiséssemos explicar em poucas palavras a honra devida a Deus, não encontraríamos palavras mais grandiosas nem expressão mais simples do que as de 1 Timóteo 1:17: “... ao rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém”.

Ele pode ser conhecido

Deus, que criou o universo em toda a sua imensidão e detalhes criativos, pode ser conhecido por nós. Ele nos conta sobre si mesmo, e também nos revela muito mais. Deus nos convida a ter um relacionamento com Ele, onde podemos conhecê-lo pessoalmente. Não somente podemos aprender sobre Ele, como podemos conhecê-lo, intimamente. “Não se glorie o homem sábio em sua sabedoria nem o forte em sua força nem o rico em sua riqueza, mas quem se gloriar, glorie-se nisto: em compreender-me e conhecer-me, pois Eu sou o Senhor e ajo com lealdade, com justiça e com retidão sobre a terra, pois é dessas coisas que me agrado”, declara o Senhor. (Jeremias 9:23, 24) NVI
Ele é Acessível
Deus nos convida a conversarmos com Ele e deixá-lo saber de tudo o que nos preocupa. Nós não precisamos consertar as nossas atitudes primeiras.  Também não precisamos ser educados, teologicamente corretos ou santos. É da própria natureza de Deus ser amável e receptivo quando vamos até Ele. “O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam com sinceridade”. (Salmos 145:18) NVI
Ele é Criativo
Tudo o que nós fazemos é formado por materiais existentes ou construído com coisas que já foram criadas. Deus tem a capacidade de falar e trazer coisas à existência. Não somente as galáxias e as formas de vida, mas também soluções para os problemas de hoje. Deus é criativo e é desejo Dele que saibamos disso e confiemos em Seu poder. “Proclamarão o glorioso esplendor de tua majestade, e meditarei nas maravilhas que fazes.” (Salmos 145:5) NVI
“… De onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.” (Salmos 121:1, 2) NVI
Ele é Honesto
Assim como uma pessoa que compartilha com você seus pensamentos e sentimentos, Deus claramente nos conta sobre si mesmo. A única diferença que existe é que Ele é sempre honesto. Tudo o que Ele conta sobre si mesmo, ou sobre nós, é uma informação confiável. Mais verdadeiro do que nossos sentimentos, pensamentos e percepções, Deus é completamente preciso e honesto no que diz. Nós podemos confiar completamente em cada promessa que Ele nos faz, pois Ele cumpre. Nós podemos conhecê-lo com base em sua palavra.
“A explicação das tuas palavras ilumina e dá discernimento aos inexperientes.”

“A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho.” (Salmos 119:130, 105) NVI
Pr. Carlos Borges(CABB)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

ROCHA INABALÁVEL

Mt 16.13-19
v  Jesus após ser abandonado por muitos dos seus discípulos (não os apóstolos), Jesus de súbito interroga seus apóstolos –“Que dizem os homens ser o Filho do Homem (Mt 16.13b).
v  Houve várias respostas, como João Batista, Elias ou algum profeta que ressuscitou (Lc 9.19).
v  Mas, foi à resposta de Simão (Pedro), -“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt16. 16b), esta foi à resposta mais certa, e aprovada por Jesus.
v  A resposta de Pedro, não veio do conhecimento humano, mas Divino (Espírito Santo).
v  Jesus chama Simão de Pedro (Petros – pequena pedra, pedregulho).Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16.18).
v  A afirmação de Jesus que sobre esta pedra (rocha)- refere-se a si mesmo – Sua igreja seria edificada em Cristo.
v  A igreja está edificada sobre a ROCHA (o próprio Cristo), e não sobre Pedro, como querem alguns.
v  Paulo fala sobre isso –”Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo (I Co 3.11)”.
v  Quando Jesus disse que as portas do inferno não prevaleceriam contra sua igreja, estava afirmando que o inferno ou diabo, os demônios, o mal não conseguirão derrubar a igreja, pois esta sempre prevalecerá.
v  As chaves do Reino ou autoridade para realizar a vontade de Deus foram entregue a Pedro, pois ali ele representava os apóstolos devido a sua resposta correta ao questionamento de Jesus.
v  Isso não quer dizer que ele era o primeiro Pontífice e que a Bíblia ensina sucessão apostólica, pois essa autoridade era para todos, não somente para um (Mt 18.18).
v  Jesus pediu aos seus discípulos que se calassem sobre sua posição, isto porque a visão do Messias que Israel tinha era deturpada e errônea, já que esperavam um Messias político que usaria a força para quebrar o jugo do Império Romano.
v  Cristo daquele momento em diante, começou a preparar os apóstolos para sua morte, informando que ia a Jerusalém onde sofreria muito nas mãos dos chefes religiosos (Mt 16.21).
v  Pedro, ao ouvir tais informações sobre a paixão e morte de Jesus, manifestou-se contrário e é duramente repreendido por Jesus (Mt 16.22,23).
v  Devido ao seu temperamento e falta de discernimento, Pedro deixou-se influenciar pelo inimigo de Deus.
v  Jesus ao se dirigir a Pedro repreende a Satanás. Ele claramente  está ciente de que Pedro é o agente  que está sendo usado para tentar o Senhor a não aceitar  a sua morte expiatória.
v  Nesta hora, Pedro fora o veículo usado pelo adversário, mas não estava possesso por ele, pois a Bíblia jamais afirmou a possibilidade de um crente ser possesso.
v  Acreditamos sim que ele influenciou o apóstolo a ser uma pedra de tropeço
v  `Precisamos estar bem alerta para não sermos influenciado pelo nosso adversário e sermos uma pedra de tropeço na vida de alguém,devemos ser uma pedra de edificação e não tropeço.
v  A igreja é instituição divina e nós somos patrimônio desta igreja, se a igreja é de Jesus, logicamente que somos também.

 Pr. Carlos Borges(CABB)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

UNÇÃO NA PREGAÇÃO E NO ENSINO

UNÇÃO NA PREGAÇÃO E NO ENSINO
1 Co.2.4-7
Introdução: As Escrituras são a revelação divina. Por essa razão, devemos depender do ministério de ensino do Espírito Santo para nos guiar em toda verdade. Duas fortes razões por que devemos ser ensinados pelo Espírito Santo. 1-Somente o Espírito Santo sabe tudo a respeito de Deus;2-Somente o Espírito Santo pode revelar as coisas de Deus.

I AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
1-Não entristecer o Espírito (Ef 4.30)
·        Efésios 4; 30 : E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.
·       Muitas vezes sem perceber, eu e você fazemos coisas que entristece o Espírito de Deus, fazemos coisas + má.
·       Vemos hoje, que é uma dificuldade enorme um cristão se revelar na escola,trabalho, entre amigos pelo contrário este cristão se comporta como se fosse do mundo, tem medo do que as pessoas podem achar dele, se mostrar o que realmente é. 
·       Devemos acreditar que em qualquer lugar que estivermos, devemos levar o evangelho, mostrar que somos diferentes.
·       Entretanto o difícil é ser Evangélico perto dos amigos não convertidos, perto das pessoas da escola. Será que a maneira que você está se comportando, está agradando a Deus? 
2-Não apagar o Espírito (1Ts 5.19)
·       É este Espírito de graça e suplica que ajude nas nossas fraquezas, que nos assiste em nossas orações e ações de graça.
·       Ele trabalha como o fogo iluminando, dando vida, e purificando as almas dos homens.
·       Devemos ter cuidado para não extinguir esse fogo santo.
·       Assim como o fogo se apaga por falta de combustível, assim extinguimos o Espírito se não animamos o nosso espírito e tudo o que há em nós para seguir os movimentos do bom espírito.
·       Assim como o fogo se extingue ao se jogar água ou uma grande quantidade de terra sobre ele, assim devemos ter cuidado para não extinguir o Espírito Santo alimentando-nos das lascívias (luxúria=interesses incansável por prazeres carnais) e afeições carnais ou pensando apenas nas coisas terrenas.

II AÇÃO NA PREPARAÇÃO
1-Na preparação
·       A preparação é fundamental na vida de um obreiro, principalmente no que diz respeito à ministração da Palavra de Deus.
·       Muitos obreiros negligenciam essa preparação, sobre a alegação que o Espírito irá lhes conceder ou revelar o que deve falar.
·       Muitas vezes nesta atitude está um pretexto para passar a ideia de intimidade com Deus, ou passar uma imagem de grande homem de Deus (vanglória pessoal).
·       Muitos se baseiam no texto de Mt13. 11, porém tal texto não corresponde a isso, pois trata-se de uma situação iminente de perigo em casos de perseguições ou prisões, porém não respalda a grupos de pregadores preguiçosos e alheios a vontade do Espírito Santo.
·       Estes mesmos elementos, ignoram a recomendação de Paulo a Timóteo quando diz... “Procura apresentar–te a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade” (2 Tm 2.15).

2-Na escolha da mensagem certa
·       A sensibilidade espiritual é uma das características que o Espírito Santo concede ao cristão dependente Dele, cujo papel fundamental é discernir as pessoas que nos escutam.
·       Sem a ação fundamental do Espírito Santo, a igreja fica sem conhecer a vontade do Espírito Santo para suas vidas.
·       Cada igreja tem uma necessidade espiritual, e precisa ser orientado pelo Espírito Santo, o exemplo que temos e as instruções de Apocalipse aos sete igrejas da Ásia.
·       De igual modo cada crente (cristão), também tem uma necessidade espiritual, e outros uma chamada apara o serviço.
·       O pregador ou ministro que tem comunhão com o Espírito Santo, ele sabe que tipo de mensagem deve ministrar visando o bem estar espiritual da igreja ou ouvintes.

III AÇÃO NA PREGAÇÃO
1-Antes da mensagem
·       O Espírito Santo age na vida de cada pessoa, pois Ele sabe a necessidade de cada um, porém Ele respeita o livre arbítrio, pois é ele que convence o homem do juízo e do pecado, ninguém é obrigado a aceitar a Jesus como seu Salvador.
·       Assim como acontece na vida material com relação à fome e a sede, também acontece na vida espiritual, é muito difícil alguém querer beber água se está dessedentado (já bebeu água), de igual modo alguém comer se  já está farto de comida.
·       Em um culto na igreja, o Espírito Santo sabe e conhece as necessidades de cada pessoa, e é seu desejo libertar essa pessoa de suas mazelas espirituais, o Espírito só faz a obra de libertação se a pessoas realmente quiser ser liberta.
·       Por essa razão é que o pregador deve se deixar conduzir pelo Espírito Santo, fins atingir o coração do pecador, para que ele próprio se decida por ser nova criatura e abdique de sua vida de pecado, que é uma abominação contra Deus.
·       O exemplo disso foi o que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.44), onde todos foram salvos pela pregação de Pedro.

2-Durante a Mensagem
·       Não é o esboço esmerado do pregador nem a sua habilidade de eloquência, mas o agir do Espírito Santo em sua vida colocando no seu coração ou mente a mensagem adequada para aquele momento, fins atingir determinada pessoa ou pessoas.
·       E comum vermos pregadores após a ministração, buscar aprovação da igreja ou de pessoas no ministério, quando na verdade ele deveria buscar ser mais sensível a voz do Espírito.
·       Na obra de Deus não cabe lugar para as  “Estrelas  Espirituais” nem para os “ que buscam suas próprias glórias”, só cabe lugar para os salvos, servos e obedientes à voz do Espírito, como diz as últimas palavras das mensagens de Apocalipse... quem tem ouvidos para ouvir  ouça o que o Espírito diz às igrejas(Ap 2.29).
·       Na pregação não cabe lugar a momentos de “quebra gelo”, sob o risco de quebrar o objetivo da mensagem.
·       Também não cabe lugar para “momentos pitorescos” ou “piadas”, o pregador é um instrumento do Espírito Santo, não é um animador de auditório, o Espírito Santo não faz piadas, Ele é o dono da verdade, e o assunto que Ele trata é muito serio.

3-Depois da mensagem
·       Quando o ministro ou pregador, conclui sua mensagem, o pregador deixa de falar, porem o Espírito Santo, continua falando aos corações que ouviram a mensagem, tanto dentro da igreja como nos lares dos ouvintes da mensagem.
·       É o Espírito Santo que nos faz lembrar o que já lemos na Palavra de Deus, ou o que  já ouvimos em pregações anteriores, em estudos bíblicos, ou até mesmo em testemunhos.
·       Não podemos descartar a ação do Espírito Santo em nossas vidas, ele é nosso consolador, orientador espiritual, que nos faz avaliar as mensagens recebidas e confronta-las com o ensino da Palavra de Deus.
·       Precisamos pedir a Deus que nos conceda o Espírito de discernimento para podermos avaliar as circunstâncias de cada momento de nossa vida, para sabermos quando determinada situação é obra das trevas e repreender o maligno.
·       Vivemos dias de turbulências espirituais onde já não sabemos se é o Espirito de Deus agindo nas pessoas ou se é ação do nosso adversário, principalmente onde a Palavra de Deus pouco é valorizada, onde os anseios e desejos humanos não dão lugar à verdadeira liturgia sacra, onde pecado e omissão andam de braços dados.
·       Precisamos lembrar que somos agentes de Deus e, portanto, não lutamos sozinhos, somos cooperadores de Deus, e Deus coopera conosco, tendo o Espírito Santo como nosso consolador como foi prometido por Jesus, é nosso aliado na sagrada missão de ministrar a Palavra de Deus com unção é poder do alto.
Pr. Carlos Borges(CABB)



terça-feira, 11 de novembro de 2014

TIPOS DE ORAÇÃO

Introdução: Tudo é simples na vida de oração, contudo exige alguma coisa, pois estamos lidando com um Reino, que é espiritual. Todo Reino tem uma constituição que governa suas Leis, princípios  e  Instituições. O mesmo ocorre no Reino de Deus. Os homens têm  apenas seguidos padrões divinos.
A Bíblia, Palavra de Deus, é a Constituição do Seu Reino, ao qual pertencemos por direito de nascimento espiritual em Cristo.

Definição de Oração

v  Oração não se define, nem se ensina.
v  Só há um meio de conhecê-la e aprendê-la: Orando
v  Assim como aprendemos a nadar, nadando, aprendemos a orar Orando.
v  Oração é um modo de viver.
v  Oração é uma comunicação entre nosso espírito recriado e o Espírito de Deus que em nós habita.
a)     É um relacionamento intimo com o Senhor, residente em nosso coração, pelo Seu Espírito.
v  Oração é comunhão com Deus
a)     Nossa vida inteira deve ser estabelecida sobre o fundamento de uma comunhão pessoal, profunda e intima com Deus.
v  Comunhão com um Deus pessoal.
DEUS.

a) Deus é uma pessoa, que é digna de confiança.
b) Ele é um Deus pessoal que se relaciona conosco numa base pessoal.
v  Oração é comunhão com Deus residente no cristão.
a)     No Antigo Testamento, Deus estava no meio do povo, era pelo povo, mas não estava no povo.
b)     No Novo Testamento, Deus não somente está no meio do seu povo, é pelo povo e está em nós, pelo seu Espírito Santo.
v  Oração é algo sério, especifico  e objetivo e segue as regras e princípios da Palavra de Deus.

OS TRÊS (3) NÍVEIS DE ORAÇÃO

Deus, Nós e os outros, nestes  três níveis temos  sete(7) tipos de  oração.
v  Três(3)  nos níveis de Deus.
v  Três(3)  nos níveis pessoais.
v  Um(1) no nível do outro.

A- NOS  NÍVEIS DE DEUS
1-Ações de Graça
a)     É a expressão do nosso  reconhecimento e gratidão a Deus pelo que Ele tem feito.
b)     É estarmos encantado com suas  dádivas que nos beneficiam.
c)     É a oração que expressa gratidão a Deus  pela benção que Ele tem derramado sobre nós.
2-Louvor
v  A oração de louvor é um  passo além das ações de graça.
v  São expressões de louvor e exaltação a Deus, não necessariamente pelo que Ele nos faz mas, pelo que Ele faz como um todo pelos outros.
v  O louvor, portanto, se concentra nas obras de Deus.
v  Louvar é reunir todos os feitos de Deus e expressá-lo em palavras, uma atitude de exaltação e glorificação ao seu nome, que é digno de ser LOUVADO.
3-Adoração
v  É a oração que exalta a Deus, pelo que Ele é.
v  Concentra-se  no caráter de Deus, nos seus atributos, na sua Pessoa.
v  É à entrada dos  Santos dos Santos, para responder ao amor de Deus.
v  É o reconhecimento do que Ele é.

B - NÓS MESMOS  COMO CENTRO DAS NOSSAS ORAÇÕES
1-Petição ou suplica
v  É um pedido formal a um PODER maior(Petição)
v  É a apresentação a Deus de um pedido visando satisfazer uma necessidade pessoal . Ex. mulher Cananéia. Mt15. 27,28) tendo como base uma promessa de Deus(suplica).
v  Nesse tipo de oração, já temos o conhecimento de qual é a vontade de Deus, pelo que o pedido será feito em fé, com a certeza da resposta, antes mesmos da sua manifestação, ver Mc 11.24.
2-Consagração ou Dedicação
v  É uma atitude de submissão à vontade de Deus.
v  Essa oração é para ocasiões em que a vontade de Deus é DESCONHECIDA.
v  Há uma circunstancia  em que precisamos de direção.
a)     Não sei o plano de Deus para aquele assunto em particular.
b)     Aqui exige espera, consagração e inteira disposição de conhecer e seguir a vontade do Pai (Deus).
c)     É mais uma atitude  de rendição, busca e submissão, com propósito de obediência quando a direção vier.
3-Entrega
v  É a transferência de um cuidado ou inquietação da alma (do servo) para Deus.
v  Há uma circunstancia  em que os cuidados, problemas, inquietações da vida  nos batem à Porta, então assumimos uma atitude de transferência do nosso problema para Aquele que tem condições resolvê-las ou carregá-las: NOSSO DEUS.
v  Está é a oração em que lançamos os fatos  sobre o SENHOR, com um consequente DESCANSO. (I Pe.5.7).

C- OS OUTROS COMO  CENTRO DAS NOSSAS ORAÇÕES
Intercessão
v  Aqui vou a Deus como SACERDOTE, como intercessor, levando a necessidade de outra pessoa(Gl. 6.2 e Jo.13.34,35).
v  Interceder é colocar-se no lugar do outro e pleitear (defender a própria causa ou de uma parte (de alguém) em juízo) a sua causa como se fosse a sua própria causa.
v  O motivo primeiro deste tipo de oração é ver circunstancias alterada na vida de outrem.
v  Exige bem mais  do que os outros tipos e merece um estudo aparte.

Outras formas de oração

1-Oração Privada(a sós)- Quando oramos sozinho em uma casa, quarto, ou lugar isolado (Mt. 6.6).

2-Oração de concordância( dois ou três)- Quando duas pessoas oram de comum acordo. Na mesma fé, no mesmo propósito, mesmo pensamento, levando a Deus segundo sua vontade (Mt. 18.19,20).

3-Oração coletiva( grupo) – É a oração de concordância multiplicada, e quando um grupo ou igreja ora em favor de alguma causa ou propósito. (At.4.24).


 Pr. Carlos Borges(CABB)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

DOIS ASPECTO DO AMOR DE DEUS

                              Jr. 1.12-18
Deus teve um cuidado especial por Jerusalém, como um pai protegendo sua filha. Mas, os pecados do povo foram persistentes, e sua punição foi horrível.O sofrimento e lamento de Jeremias pelo julgamento de Jerusalém expressam o sofrimento da nação.
Em primeiro lugar, o pecado parece oferecer liberdade.Então, tornamo-nos  prisioneiro dele, presos por seu "jugo". Quando sofremos as consequências do pecado, o arrependimento é a primeira  e mais importante forma de encontrar alívio - isso significa afastar-se do erro que causou o problema e buscar em Deus o perdão.
Não importa o que você fez  e não importa quais foram as consequências, você pode afastar-se  do pecado e buscar a Deus agora, e Ele perdoará. O Senhor não irá necessariamente apagar todas  as  consequência, mas dará perdão à sua vida, conforto, alívio e liberdade dos pecados que você era obrigado a manter.
Essa passagem de Jeremias, esta falando do relacionamento de Deus com seu povo(os judeus), e a sua misericórdia que teve com essa nação.
                                                                              Filemon 1.10,11
Agora vamos falar do relacionamento que devemos ter com as pessoas que muitas vezes, nos causam mal e pecam contra nós, e devemos perdoa-las.
Filemon era um rico membro  da igreja de colossos, e Onésimo era seu escravo. Onésimo fugiu de Filemon e foi até Roma, onde encontrou Paulo, que o levou a Cristo.
Paulo persuadiu Onésimo a voltar para o seu senhor. Agora, o apóstolo escreveu essa carta a Filemon para pedir que se reconciliasse com seu escravo fugitivo e que o recebesse com um irmão e membro da família de Deus.
Paulo oferece um bom exemplo de como lidar com conflitos entre cristãos. Quando se estiver  reconciliando  um relacionamento partido ou mediando uma discussão, a confiança  deve ser  restaurada entre os que estão em conflito. Reconciliação significa restabelecer o relacionamento. Cristo reconciliou-nos com Deus e com o próximo. Há muitas barreiras  entre as pessoas - raças, "status" social, gênero, diferenças na personalidade - mas, Cristo pode quebrar essa barreiras. Jesus mudou o relacionamento de Onésimo com Filemon de escravo a irmão.
Você tem relacionamento que precisamos de reconciliação? Use a abordagem  de Paulo para reconstruir um relacionamento de confiança: identifique-se com os envolvidos, busque o seu consentimento em vez de força-los a seguir certas regras; apelo ao amor cristão em vez de poder  e autoridade; concorde  em absorver quaisquer  custo que for capaz. Cristo pode  transformar nosso relacionamento mais impossível e reconciliar pessoas aparentemente irreconciliáveis.

Pr. Carlos Borges(CABB)

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O QUE SERIA A ESPERANÇA DIVINA AS NAÇÕES DO MUNDO?

                                                                        Jeremias 45. 1-5

Tanto a antigo como o Novo Testamento afirmam que o Senhor  é o único  Deus verdadeiro e que Ele é supremo sobre todas as nações  e sobre todos os povos da história. As Escrituras declaram que essa supremacia é verdadeira, mesmo quando os governantes das nações  não creem ou reconhecem esse Deus verdadeiro. Os reis  e os imperadores podem acreditar que controlam aquilo que acontece em seus domínio, mas eles estão errados. O Senhor Deus está sempre no controle.
Os profetas do Antigo Testamento, incluindo  Jeremias, declararam que o Senhor  Deus de Israel decide quem se torna rei  ou imperador de cada nação. Esses governadores  foram considerados responsáveis, diante de Deus, pela moralidade  de sua s políticas e pelo modo como elas foram realizadas.
O Senhor lida com as nações  objetivando sempre  levá-las a voltarem-se  para Ele. O Altíssimo quer que todos os povos obedeçam a ele e a Sua Leis; se não reconhecerem a realidade do Deus único e verdadeiro, sofrerão severa condenação. Todavia, o Pai  aliviou o castigo contra certas nações, prometendo que um remanescente  permaneceria  para continuar sua histórias.
O Senhor deseja a conversão, a devoção e o compromisso de todas as nações da Terra para com  Ele. Deus sempre  quis que todas as pessoas  vivessem em retidão e experimentassem a alegria que é verdadeiramente  adorá-lo.

                                                                   2 Tm 3.14-17

Cercado pelos falsos mestres e pelas inevitáveis pressões de um ministério crescente, Timóteo bem que poderia facilmente ceder as essas pressões e abandonado a sua fé ou modificado a sua doutrina( como muitos em nossos dias estão fazendo),. Uma vez  mais Paulo aconselhou seu discípulo Timóteo a olhar para o seu passado, isto,é, para a doutrina que lhe foi ensinada pela sua genitora, Eunice e sua avó  Lóide e permanecer na sã doutrina a respeito de Jesus, que são eternamente verdadeiras. Assim como Timóteo, estamos cercados de falsos ensinos, mas, não devemos permitir que a nossa sociedade distorça  ou coloque  empecilhos  à eterna verdade de Deus.
Dediquemos diariamente tempo para refletir  sobre o fundamento de nossa fé  cristã, encontrando na Palavra de Deus, que são as grandes verdades que edificam a vida.
Timóteo foi um dos primeiros cristãos  da segunda geração, não por causa ou obra de um grande pregador, mas, pela doutrina que sua mãe e avó lhe ensinaram quando ainda criança(Pv. 2.6 - Ensina a criança no caminho que deve andar e quando ficar velho não se desviara dele.).
O trabalho dos pais é educar seus filhos, desde a pequena idade, fazendo assim vão moldando-lhes o caráter e ajustando-os a se tornarem membro de uma sociedade ética e responsável, portanto o trabalhos dos pais é muito importante na vida de seus filhos, essa educação não deve ser transferida para as escolas e professores, nas escolas as crianças vão aprender a Instrução (matérias:Português,matemática, história etc..), que irão qualifica-los para a vida profissional.
Tanto no lar como na igreja, devemos perceber que ensinar  crianças pequenas é uma grande oportunidade e uma responsabilidade, Jesus queria que as crianças viessem a Ele(Mt 19.13). Seja como a mãe e avó de Timóteo, faça a sua parte levando as suas crianças a Cristo, mas, não deixe elas irem sozinhas, vá com elas, pode ser que você também esteja precisando de um Salvador, e faça do seu lar uma lugar de benção.

Pr. Carlos Borges(CABB)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A ADORAÇÃO ACEITÁVEL E INACEITÁVEL

Introdução: A Bíblia fala de adoração aceitável e inaceitável. Ela afirma o seguinte com relação a um culto aceitável: “ Por isso, recendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de  modo agradável, com reverência e santo temor (Hb.12.28).
ADORAÇÃO INACEITÁVEL 
Encontramos um bom exemplo de adoração  inaceitável na história de Caim, registrada em Gn 4.3-5.
Por que Deus se agradou da oferta de Abel, mas não se agradou da de Caim, porque Abel ofertou pela fé, por isso obteve testemunho justo, tendo a aprovação de Deus. Abel aceitou o padrão  que Deus havia estabelecido  com relação as ofertas de sacrifícios, e ás ofereceu pela fé. Já Caim criou seu próprio padrão e foi rejeitado por Deus. Jesus também se referiu à adoração inaceitável, quando citou o profeta Isaías (Mt. 15.7-9). Quantas vezes temos ouvido alguns líderes, dirigentes, pastores e dirigentes de louvores dizendo ao povo – “Não pensem em seus problemas agora, deixem seus problemas do lado de fora. Esqueçam-se de seus problemas e lutas”. Será que é fácil esquecer os problemas e lutas para ao adorarmos ao Senhor. Somente a fé pode nos proporcionar essas condições, pois pela fé sabemos que Deus está no controle de toda situação, e qual seja o resultado ou desdobramento da situação, sempre haverá um propósito de Deus para cada resultado.

ALGUMAS QUESTÕES PRÁTICAS

1-Louvor-Muito do que atualmente chamamos de “adoração”, na verdade, deveria ser chamado de “louvor”. No Antigo Testamento, havia 3(três) termos principais que hoje são traduzidos como “louvor”.
Um deles halal, que significa “fazer barulho.”
O outro é yada, que significa gestos ou movimentos corporais.
E por fim zimar que quer dizer “tocar ou cantar musica”. O Louvor agrada ao Senhor e lhe confere honra. Em  se tratando de  música e  cânticos, o termo
Louvor é mais específico do que adoração.

20- Adoração-Esse termo engloba tudo que fazemos para glorificar ao Senhor. Significa servir, reconhecer, admirar, honrar e proclamar as virtudes de Deus. Podemos praticá-la calado, em silêncio( atitude contemplativa) ou de forma exuberante, com ou sem emprego de música.Consta de adoração: Leitura da Palavra, ofertas, salmos, hinos, cânticos espirituais, testemunhos, teatro (representações visando dramatizar os ensinos Bíblicos)confissão, declaração de cunho espiritual, sermões, apelos, ministério de aconselhamento, evangelismo, assistência aos necessitados e obra social.E ainda é possível praticá-la de forma   ativa  ou  passiva.

3- Intensidade – Existe uma idéia aceita por muitos hoje em dia no sentido de que a adoração deve ser intensa, de que devemos sempre engajar nelas as nossas emoções com grande intensidade. Contudo esse  pensamento traz consigo  algumas tentações  muito  sutis:
1-É achar que nosso principal objetivo (inconsciente) é cultivar fortes emoções a respeito de Deus, e não ter contato com o próprio Deus.
2-É avaliar tudo que se diz, canta ou pratica, com base no estado emocional que se atinge.
3-É pensar que se tem unção espiritual por causa de uma intensidade emocional.
4-É usar de emoções intensas para tentar causar uma boa impressão em Deus, e alcançar maiores bênçãos. Com tudo isso, será  muito fácil ficarmos  física e emocionalmente e  esgotados, esquecendo-nos de que Deus também quer nos dar descanso.

4-Tentar forçar os acontecimentos- À medida que nossos desejos de receber as bênçãos de Deus vão aumentando, cresce também a tentação de “fazer” as coisas acontecerem. Muitas vezes isso é uma decorrência do seguinte pensamento: Eu já orei e fiz minha parte. Deus prometeu, então tenho de receber o que quero, e vou insistir até receber” Parece que a reputação de Deus (e a nossa também) está em jogo. Às vezes achamos que, se dissermos as palavras certas ou pensarmos de forma adequada, se criarmos uma  atmosfera apropriada, Deus irá somar esforços conosco e realizar o que  desejamos. E geralmente se trata de algo que um determinado pregador ou dirigente de louvor tentaram fazer, mas não conseguiram. Quando agirmos assim, começamos a impor nossa vontade sobre outros, e eles se ressentem dessa nossa atitude.

5-Instrumento- Nenhum instrumento é mais sagrado que o outro, qualquer um desses pode ser santo, desde que seja
Consagrado a Deus, no objetivo de promover a glória Dele, e não de exibir o talento daquele que o usa. Entretanto quando alguém os usa para louvar a Deus deve fazê-lo com a preocupação de inspirar os adoradores a voltarem sua atenção totalmente para o Senhor, e não para o instrumento. É muito fácil deixar o barulho da música tomar o lugar da voz de Deus.
6-Recursos Eletrônicos- Parece que em muitas igrejas o símbolo do cristianismo deixou de ser a cruz para ser o microfone. Em salões grandes, com um público numeroso, o microfone é um excelente recurso para auxiliar a  comunicação.Contudo, em salões  menores, ele se torna  uma  barreira entre o  pregador e os  ouvintes.
7 – Mania de Show- Em nossos dias sofremos uma forte influência da indústria do entretenimento. Estamos acostumados a assistir a shows espetaculares, produzidos por profissionais altamente competentes. Muitos dos concertos realizados por cantores e artistas cristãos seguem linhas semelhantes. Será que nossos cultos seriam melhores se fossem dirigidos por músicos  profissionais e pastores bem preparados nesse aspecto? Será que a igreja precisa de grandes artistas para atrair as multidões? A congregação é mesmo um auditório? Será que deveríamos elaborar programas com vista ao entretenimento e à edificação do público, dando mais ênfase ao espetáculo do que a adoração.
8- O centro da nossa atenção- O centro de nossa atenção deve estar sempre no próprio Deus, não em nossos sentimentos a respeito Dele, nem na maneira como os expressamos. Jamais  devemos  adorar a adoração, e claro que devemos sentir desejo ou anseio de adorar a Deus, porém com verdadeiro espírito de adorador.
9-A vontade de Deus- Em Rm 12.1,2, o apóstolo Paulo mostra como podemos experimentar qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Temos de nos apresentar a Deus, em  sacrifício vivo (culto espiritual), não nos conformando ou conformar com a  sociedade de nossa época e ser transformado pela renovação de nossa mente,uma orientação, que abrange 3 (três) capítulos, na qual  ele ensina que atitude devemos ter  para com Deus e com os irmãos no corpo de Cristo.Tais atitudes   constituem o que chamamos de “ adoração” são elas:
·       Descobrir em que parte do corpo de cristo nos encaixamos.
·       Procurar saber qual é o nosso dom espiritual, e exercitá-lo para o benefício de todos.
·       Amar sem hipocrisia.
·       Detestar o mal e nos apegar ao bem.
·       Amar-nos uns aos outros com amor fraternal.
·       Honrar os outros, colocando-os acima de nós mesmos.
·       Ser fervoroso de espírito.
·       Servir ao Senhor.
·       Regozijar-nos na esperança, ser paciente na tribulação e perseverar na oração.
·       Auxiliar os filhos de Deus que passam necessidades.
·       Abençoar aqueles que nos perseguem.
·       Alegrar-nos com os que se alegram.
·       Chorar com os que choram.
·       Viver em harmonia uns com os outros.
·       Não ser orgulhoso.
·       Não pagar o mal com o mal.
·       Fazer o que é certo aos olhos de todos.
·       Viver em paz com todos os homens.
·       Não colocar pedra de tropeço para os irmãos.
·       Não deixar que alguém defina como mau algo que é bom.
·       Agir sempre no sentido de contribuir para a paz e a edificação.
·       Agradar ao nosso próximo naquilo que é bom para a sua edificação.
·       Acolher uns aos outros, assim como Cristo nos acolheu.


10- Nossa herança espiritual- A igreja possui uma rica herança espiritual que deverá ser legada aos membros mais jovens e os filhos destes. Muitos de nossos velhos hinos e o gosto por cânticos são produtos de tempos de avivamento. Nossa hinologia é fruto do que Deus realizou em nosso meio. Jamais devemos ver esses hinos como um meio de forçar Deus a fazer aquilo que queremos que Ele faça. A adoração é uma resposta de nosso coração ao que Deus realiza entre nós. Jamais devemos vê-la como um botão que apertamos para constrangê-lo a operar.
11- Adorar ou trabalhar- Embora Jesus tenha elogiado Maria pelo fato de ele ter escolhido a adoração, isso não significa que uma das irmãs era melhor do que a outra. Todos nós precisamos encontrar o ponto de  equilíbrio no que  se relaciona com   adorar e  trabalhar. Nosso trabalho se torna melhor quando podemos fazer dele um ato de louvor. E quando não adoramos isso afeta nosso labor. Por outro lado quando não somos diligentes no trabalho, tal atitude prejudica nossa adoração. Quando  trabalhamos  em  cooperação com Jesus, estamos lhe  dando  louvor.A adoração é o combustível que precisamos para realizar nosso trabalho.Quando prestamos uma  boa adoração a Deus, sentimo-nos mais feliz em nosso trabalho. Trabalhamos melhor quando não permitimos que amarguras, sentimentos de culpa ou excesso de atividades nos impeça de desfrutar desse relacionamento que é a maior comunhão de amor que se pode ter nesta vida. A oração e a litura da Bíblia são formas de adoração que nos fortalecem para enfrentar as tentações. Não podemos   armar  barraca no monte e permanecer lá,mas também não podemos ficar  o tempo todo no  vale. Precisamos ter momentos de adoração e de trabalho. Melhor ainda será  manter com Jesus um  relacionamento tal que  nossas horas de trabalho sejam um ato de  adoração, assim como o são aquelas  em que  permanecemos silenciosos em sua presença.Todos precisamos praticar a adoração contemplativa de Maria, na qual aspiramos a benção de Deus. E também precisamos da adoração prática de Marta, quando abençoamos outros
“habite, ricamente, em vós a Palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com Salmos, hinos e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração” (Cl. 3.16).

Pr. Carlos Borges(CABB)